Papo Heavy Metal com Overdose – Bangers Open Air
Postado em 23/03/2026


Entrevista Bangers Open Air 2026 com Claudio David do Overdose

Uma das pioneiras bandas que chacoalhou o Brasil no Lançamento do Século XX, o famoso Split junto com o Bestial Devastation do Sepultura… A poderosa Banda Overdose voltou a e nas entrevistas para o Bangers falamos com a banda sobre a história e como colocar toda ela no palco do Bangers Open Air. e fazer as perguntas diferentes sobre a Reunião, não esquecendo a História da Banda,

Aqui falamos de Música com Amigos… e aqui mais um amigo, o excelente guitarrista Claudio David..

.. Sem apelação sem caça click apenas a nossa conversa sobre Música…

 

Abaixo a trsncrição.

A Ilha do Metal: Claudião, muito boa tarde. Seja bem vindo ao site ainda do metal, doutor. Tudo bem. Várias vezes acho que falamos contigo para tentar agendar uma entrevista e acabamos pegando numa ocasião muito especial. Que é vocês ir tocando no Bengers, Open Air. Seja bem vindo do Metal. David, Cláudia. Tudo bem?

Claudio David: Tudo bem. Prazer estar aqui num momento especial. E para conversar. Um pouco de governador valeu pelo espaço, pela oportunidade e reconhecimento.

A Ilha do Metal: Cara tem uma coisa. Não vou falar de reconhecimento. Não que eu tenho muito para falar de vocês. E eu vou lembrar. Quando eu era

só um pedaço de carne com o nariz gigante, a gente fica mais velho, o resto do corpo cresce junto.E quando eu comprei um split cara. E na época, no interior de São Paulo, tinha o sepultura, o Bestial Devastation,  e uma banda que todo mundo pirava no século XX, que era o Overdose. Vocês foram a primeira sensação do metal nacional de todo mundo comprar…hoje é fácil falar do Sepultura e você sabe muito bem disso. São seus amigos que a gente gosta também. Mas naquela época, ninguém comprava por causa do The Story Devastation. Tinha o valor, mas todo mundo só escutava o lado do overdose cara.

A Ilha do Metal: A pergunta: como é que fica olhando para aquela época e chegando hoje no banho, diz Irmão.?

Claudio David: Ué cara rolou muita água.

Claudio David: Eu fico orgulhoso. Você colocou especificamente no caso. Isso é verdade. A maioria do pessoal comprava por causa da overdose. E eu era um. Até que apresentava o lado de ser futuro. E tal não era muito meu estilo. Também não. Eu não sou muito metal extremo.

Claudio David: Até hoje, não gosto muito de metal extremo. Eu gosto de melodia. Pode ser gutural, mas com melodia

Claudio David: e com muito orgulho, né? O Sepultura cresceu. Na verdade, a gente já

Claudio David: para a época, a gente até não quis lançar o disco inteiro, mas tinha dois anos de banda. Sepultura. Tinha acabado de começar de tocar. Tinha acabado de comprar equipamentos. Estavam corajosos.

A Ilha do Metal: hahahaha.

Claudio David: Mas corajoso é de lançar um disco, né? Porque se você for ouvir quem é músico, sabe que está cheio de problema ali,

Claudio David: de gravação e tal, e eles cresceram e aprenderam a tocar. E na época, eram os meninos e tal. Eles acompanhavam overdose. Eram fãs e tal. Overdose shows antes mesmo da banda.

Claudio David: E o Overdose fez a sua história. Fez outra história bem diferente de sepultura, mas é orgulho de ter. Eu concordo com você, cara.

Claudio David: É difícil ter esse reconhecimento, senhor, mas eu penso, dou a você. Eu acho que o século Xx foi uma divisor de água. O que neguinho antes, cara? Porque todo mundo quer falar, não dá. O cara está lá. Nos Estados Unidos. O cara está na Europa. Aqui é Brasil. E aqui a gente não faz.

Claudio David: Acho que depois do século Xx. O pessoal começou a pensar: ué cara, dá para fazer. Dá para fazer.

A Ilha do Metal: E tem outra. Claro que eu não vou saber ainda mais. Jornalista cantando. Você sabe o desastre que vai ser se começar a cantar enquanto aquela estrela brilar. Não, céu. Todo mundo vai cantar velho.

Claudio David: Por que.

A Ilha do Metal: Ficou o primeiro hino. E a pergunta que eu acho do overdose, talvez, claro, são que nem você falou. Passou muita água nesse rio. Vocês, para mim fizeram um dos grandes discos. Vou falar da minha vida, que eu gostei demais. Que foi o The Really Big.

A Ilha do Metal: Eu particularmente gosto muito do disco.

A Ilha do Metal: E eu achei que naquela época ali. Depois vocês iam

A Ilha do Metal: catapultar para cima. Você entendeu? Porque vocês sempre mesclaram muito o estilo.

Claudio David: Nós também.

A Ilha do Metal: Entre um disco e outro. Não ia ver um disco novo. Parte dois. Você sempre viu com outro estilo, cara, aquilo lá era proposital. Era maluquice de vocês. O que era? Porque no You Really Big? Eu achei que vocês iam explodir.

A Ilha do Metal: O que aconteceu que eu não entendi.

Claudio David: Ué, cara. É eu também.

Claudio David: Muito bom. E na época, a gente também imaginava que o disco era muito bom, não só para Brasil. Eram dias que poderia ter saído do Brasil. A gente acabou não conseguindo encontrar.

Claudio David: Também acho. E acho que ele é um disco de metal. Não sei se é ptal. O começo do prog metal. Não sei,

Claudio David: melódico. Não, mas assim também acho que era um divisor de água aqui, dentro do metal, principalmente brasileiro, lá de fora, também porque era muito virtuoso. O disco não tinha ninguém que fazia isso no Brasil. Hoje em dia? Está cheio.

A Ilha do Metal: Não é porque eu achava essa parte de vocês. Vou falar assim. Essa grande parte da tua turma da escola. Vamos falar assim. O Heavy Metal mineiro, com todas as bandas que tem dessa época. Todas as bandas,

A Ilha do Metal: todas as bandas hoje são referências por onde você vai. De alguma forma, a gente entrevista cara do extremo, e os caras falam do sarcófago. Aqui, como a gente fala de banda de lá

A Ilha do Metal: é muito louco. Isso. Então a parte que eu te falo é assim: como que é cara viver aquela época. E hoje você vê no Bangers que você vê, por exemplo, o Jairo voltando com o Troops of Doom, e tendo um sucesso, eu ficando muito feliz da volta do Overdose com outra formação.

A Ilha do Metal: Com outro pessoal e

A Ilha do Metal: e velho e indo para cima de novo, passando por cima dessa molecada nova que quer fazer somzinho. Como que é para vocês? Que foi aquela molecada corajosa? Agora está vendo uma molecada corajosa do teu lado.

Claudio David: Ué tem um molecada aí, começando até algumas influências. Até na época, lá do Século XX, aqui em Belo Horizonte. Agora tem banda demais. Tem muita banda. A gente foi influência também para muita banda, principalmente de BH, o metal de Bh, mas do Brasil também, pelo menos do Brasil.

Claudio David: Mas é legal ver. Você falou. A questão das mudanças também.

Claudio David: Proposital, mas não proposital mercadologicamente. Pelo contrário, proposital musicalmente.

Claudio David: Então a gente mudou porque estava ouvindo determinada coisa, ou estava atendendo para outra e tinha que fazer um consenso. Eu sou compositor. Ainda sou compositor da banda. Eu tinha que fazer um consenso entre gosto. E todo mundo

Claudio David: tinha que incluir o gosto de todo mundo. A gente ia muito pela questão do nosso gosto, mesmo porque a gente estava curtindo na época e sempre gostou muito de experimentar.

Claudio David: Então o Big tem essa onda mais erudita aí, depois, lá no Circus of Death. A gente já começou a pesar e depois experimentar mais ainda.

Claudio David: A gente sempre teve essa veia. Até acho que desde o século Xx, mas a gente foi aprofundando nessa pesquisa musical. Eu acho que o overdose foi um laboratório musical, principalmente de metal muito bacana. A gente teve muita experiência bacana.

A Ilha do Metal: Sim, sim. Exatamente por isso que você pega, por exemplo, esses três discos que a gente já mencionou aqui.

A Ilha do Metal: São três  que  se você colocar no Spotify de alguém sem nome. Os caras vão falar que é banda diferente.

A Ilha do Metal: Os caras vão falar que é banda diferente. Não tem nada a ver um com o outro. E agora? Assim cara, vocês, vão estar de frente pra dez, quinze mil pessoas.

A Ilha do Metal: Você sabe algumas que já ouviram falar do Overdose, mas provavelmente nunca escutaram.

Claudio David: É um.

A Ilha do Metal: Para uma banda. Vamos falar assim consagrada. Claro que todo mundo sabe do nome. Pelo menos pode não ter ouvido, mas sabe da importância da Overdose. E vocês vão ter que mostrar um. os seus quarenta e cinco minutos para vocês mostrarem o que é overdose no palco velho? Define isso pra mim.

Claudio David: Ah, isso é pouco cara. É até uma hora o show. Mas é muito pouco, porque a gente está com material novo legal, querendo mostrar também vamos lançar agora quatro single já. E toda a história da Overdose. A gente quer variedade,

Claudio David: comentando pegar música, até do Big do Big do Addicted, para ter música de representativo de todos os discos e tal lógico, adaptado. Mas, cara, isso já teve uma discussão e vamos ter outros..

Claudio David: para essa questão do chat limite. Cara. A gente fica triste de ter que esmagar o overdose em uma hora, né? E a sensação é muito boa, cara.

Claudio David: Eu sempre curto, cara. Eu sou daqueles eternos. Sou meio “Diamond Bag” lá do Pantera. Você vê os vídeos do “Diamond Bag” eterna criança. Eu também sou meio eterna criança também. Eu curto demais. Já passei por muita coisa. Agora estou querendo

Claudio David: para o pessoal que já conhece a banda. Fazer um show bacana. E para mim, nada. Apresentar um som que é antigo, mas não é você pensar o overdose.

Claudio David: Acho que todos os discos têm uma certa contemporaneidade, principalmente os últimos é muito misturado.

Claudio David: E mostrar o trabalho.

A Ilha do Metal: Eu vou te falar que estou muito feliz de ver vocês. Eu vou até terminar a nossa entrevista por aqui porque depois a Dani fica brava comigo. Porque ela me dá quinze minutos. Eu quero falar quarenta.

Claudio David: Não, mas vamos armar outra. Vamos armar.

A Ilha do Metal: Então, vamos, vamos.

A Ilha do Metal: Até após o Bangers pra você falar depois. Como que foi tudo pra gente.

 

76

00:10:39.710 –> 00:10:40.480

A Ilha do Metal: A gente mantém contato. Agora. Eu queria que você se apresentasse, falasse. Sou o claudião da overdose

e convidar todo mundo para estar no Band Reserve e ver essa entrevista aqui na Ilha do Metal. Irmão.

Claudio David: Legal fazer uma chamada.

A Ilha do Metal: Isso. Vamos lá.

Claudio David: Sou Claudio Davi, fundador e compositor da overdose guitarrista. E quero chamar a galera toda para o dengue. Nós vamos tocar dia vinte e cinco de Abril e apoiar a ilha do Metal que está está junto com a gente aí.

A Ilha do Metal: Obrigado. A gente se vê aí. Bom show de quinze minutos.

Claudio David: Comunica comigo. Comunica comigo que a gente ama a próxima.

A Ilha do Metal: Tranquilo, Tamo. Na paz, irmão. Obrigado. Tchau. Tchau.

Taga Press: Obrigado.

A Ilha do Metal: Obrigado. Tchau, Tchau.

Taga Press: Obrigada, Cláudia. O próximo dia.

 

 

Categoria/Category: Entrevistas
Tags:


TOP