Bad Religion mostrando que os anos não passam em vão…
Espaço Unimed ficou pequeno neste mês dos festivais próximos aos eventos do Bangers Open Air, o Bad Religion veio ao Brasil e fez a noite Punk Rock na Barra Funda em São Paulo.
Com 13 passagens no país, contando com a de ontem, o grupo liderado pelo emblemático Greg Graffin deu uma verdadeira aula de punk rock, consagrando mais uma vez o vínculo inquebrável com o público local, que deixou tudo em campo fazendo um dos melhores shows que já presenciamos.

Primeiros vamos as coisas que estamos começando a reparar falando das “lujinha” e dos “quitutes super inflacionados…. camiseta 200 conto por peita, a mas tem a % que vai pra banda, mas esse caro ficou um padrão e aceitamos, meio que muito estranho somando 20 conto a breja, 15 o refri, e 12 a agua, mas um lanche beirando os 50 conto… e ainda sempre tem que ser lembrado a porcaria da taxa mais que abusiva da ticketeria mas eu até entendo mas claro como fãs uma lembrança um souvenir será comprado nem que seja o copo de plástico que desse show só tinha la fora… mas vamos ao show….
Quando as luzes se apagaram por volta das 21h15, o Bad Religion subiu ao palco e de cara vem “Recipe For Hate” do disco de mesmo nome do cachorro latindo, vindo direito e todo mundo explodindo com “los Angeles is burning” o primeiro grande hit da noite diagmos assim , com a bateria frenética de Jamie Miller orquestrando as primeiras e timidas roda punk em frente na noite… Mas foi “Past is Dead” que realmente capturou a atenção de todos quando um sinalizador foi aceso na roda punk, banhando toda a arena em uma vibrante luz vermelha enquanto os fãs corriam ao redor dela.

“Anesthesia” foi uma experiência eletrizante na pista, assim como a emocionante “Wrong Way Kid”. Em “We’re Only Gonna Die”, o stage diving estava a todo vapor para aqueles que conseguiram driblar a segurança. A pura exuberância da multidão durante “Infected” foi uma das imagens mais belas da noite, com fãs continuando a se jogar na plateia, saltando do palco e toda a multidão pulando no ritmo do refrão da música.
Outro momento que só alimentou ainda mais a empolgação veio com alguns que chamo de clássicos pessoais, como “21st Century (Digital Boy)”, a emblemática “Fuck You” e “. I Want to Conquer the World”, que foram cantadas por todos ou quase….

Reparando fazendo a analista pelo setlist o mesmo foi baseado no The Grey Race, e isso foi ótimo por ser um dos meus preferidos com 5 faixas deste disco, e digamos que ambos depois voltamos com a Tour desse disco…
No meio veio a fase mais porrada com “No Control”, “Suffer” e outras do gênero para sim depois vir os clássicos radiofônicos, com “Punk Rock Son’, “Infected” e “A Walk”, e também vale citar aqui que a faixa “Generato” foi pedida e o vocalista disse que não lembrava da mesma…

O final não poderia ser mais apoteótico com o hino “American Jesus” que sempre termina com a adrenalina lá nas nuvens fazendo um final com gosto de sempre querer mais…

O Bad Religion transcende gerações e prova isso a cada visita às nossas terras, onde vemos cada vez mais novos fãs; os anos não foram gentis com uma das grandes bandas de punk rock, que permanece mais relevante e atual do que nunca.
- Recipe for Hate
- Them and Us
- Los Angeles Is Burning
- Do What You Want
- 21st Century (Digital Boy)
- The Streets of America
- Fuck You
- I Want to Conquer the World
- Come Join Us
- End of History
- True North
- Atomic Garden
- We’re Only Gonna Die
- No Control
- Struck a Nerve
- Suffer
- Punk Rock Song
- Infected
- A Walk
- You
- Anesthesia
Encore:
22. Fuck Armageddon… This Is Hell
23. Sorrow
24. American Jesus
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Tags: Bad Religion
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