Saiu o novo do Arch Enemy mas e dai????
Quando você considera Arch Enemy uma das melhores bandas atuais, e cada album lançado é sempre muito elogiado e muito escutado…. sendo direto, eu esperava muito mais…..achando o mesmo em vários pontos até monótono.
No entanto, o Arch Enemy nunca repete a fórmula, e reumindo diretamente, é o disco mais direto da época de Alissa nos vocais… aquela melodia, está presente mas tudo muito mais direto que os lançamentos anteriores…
Todos os elementos da banda estão lá, não há muita uma visível diferença, mas a pancada veio direto, o peso prevaleceu em relação aos fortes refrões que a banda lançou nesses últimos anos e que considerava um ponto muito positivo.
OArch Enemy é, sem dúvida, muito foda em termos de composição, e faz um death metal melódico vigoroso com letras de coach existencial como a classica faixa Eagles flies alone, Tecnicamaente falando, o baixista Sharlee D’Angelo detona , o baterista Daniel Erlandsson , arrebenta, e como D’Angelo igualoa a velocidade e o ritmo de Amott é nada menos que incrível de escutar e o novo guitarrista Joey Concepcion irmão de Michael Amott estão muito bem e fazendo um bom trabalho….
Alissa White-Gluz canta demais, deixa sempre sua marca, e nesse álbum ela detona em tudo mesmo que pareça um álbum escrito para Angela Gossow cantar, mas nesse quesito eu prefiro muito mais a Alissa.
Blood Dynasty começa com “ Dream Stealer ”. Já vemos o quanto o Arch Enemy estava disposto a se aventurar fora de sua zona de conforto e a pacanda variando tudo a toda hora…, “ Illuminate the Path ” vê seu primeiro refrão completamente limpo como vocalista e sai aquele “que porra é esta” mais ainda viria mais em Blood Dynasty .
Em faixas como “ March of the Miscreants ”, “ A Million Suns ” e “ Don’t Look Down ”, são interessantes, mas agregam peso e a melodia deles tão rica, ficou em segundo plano….
A análise entre gêneros continua na faixa qie dá nome ao disco, “ Blood Dynasty ” faixa com menor velocidade , mas não entenda como arrastada e um puta refrão simples direto e animal…
É bem conhecido que o Arch Enemy ocasionalmente fez covers de músicas ao longo dos anos. O que ainda não havia ocorrido até este ponto era uma música cover entrando em um álbum real, já que instâncias anteriores estavam presentes apenas em compilações. Dando uma ode ao grupo francês Blaspheme , “ Vivre Libre ” mostra uma performance vocal totalmente limpa de White-Gluz no que poderia ser a surpresa mais agradável de “ Blood Dynasty ”. Quem pode dizer se o Arch Enemy persistirá em fazer covers de músicas daqui para frente para que possamos ouvir mais do alcance exemplar de White-Gluz . Se sim, isso deve ser bem-vindo dcom todo meu coração.
“ Paper Tiger ”, “ The Pendulum ” e “ Liars & Thieves ” encerram o disco do Arch Enemy de um disco muito honesto, mas longe de ser um que será lembrado como clássico.
Resumindo Blood Dynasty é único. Embora não acabe sendo seu disco por excelência, ainda assim está pronto para abrir uma miríade potencial de possibilidades para as quais o Arch Enemy pode e devem fazer se este for seu novo caminho. Se eles conseguirem rotineiramente encontrar um equilíbrio entre o que eles se tornaram famosos e misturar coesivamente músicas como deste disco.Nuunca haver limite para ondeles eles podem chegar e claro o Arch Enemy tem um carreira já totalmente consumada.
Seu teto acabou de ficar mais alto. De novo!!!
Nota 8/10
Categoria/Category: Review de CDs
Tags: Arch Enemy Century Midia
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