É marcado por ser o primeiro do lendário multi – instrumentalista Varg Vikernes após sua saída da prisão. O som não é empoeirado como os demais e permite que seja percebido uma nova etapa na carreira do músico. Tem faixas que são faladas e dão uma sensação de transe hipnótico e sombrio, porém, alguns uivos são ouvidos em Fallen.
A arte de capa é acima da média e apresenta uma arte de um famoso pintor francês William – Adolphe Bouguereau. A imagem retrata uma figura feminina em pranto, dialogando sozinha e triste chamada Elégie, pintada em 1899.
As letras focam no existencialismo e óbvio, na mitologia, mas introspectiva, sempre com clima atmosférico. Os riffs são abundantes e cadenciados com clima ritual. É um álbum maduro e deve ser ouvido. Dessa nova fase de Varg, muitos atribuem a Fallen o melhor da discografia.

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