{"id":15517,"date":"2013-12-30T18:33:46","date_gmt":"2013-12-30T20:33:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=15517"},"modified":"2013-12-30T18:33:46","modified_gmt":"2013-12-30T20:33:46","slug":"nile-carioca-club-sao-paulosp-21122013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/nile-carioca-club-sao-paulosp-21122013\/","title":{"rendered":"Nile @Carioca Club S\u00e3o Paulo\/SP (21\/12\/2013)"},"content":{"rendered":"<p><strong>Quase quatro anos da \u00faltima passagem pelo Brasil dos \u00edcones do technical death metal, a banda Nile retornou para tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es em terras tupiniquins. Foram apresenta\u00e7\u00f5es que esbanjaram perfeccionismo e brutalidade, assim demonstrando o porque s\u00e3o inspira\u00e7\u00f5es de bandas mais atuais de g\u00eaneros similares.<\/strong><\/p>\n<div>Fotos: Ednaldo Baraka<\/div>\n<div>Resenha: Vin\u00edcius &#8220;Chulapa&#8221; Starteri<\/div>\n<div>Agradecimentos: Cost\u00e1bile Salzano Jr.<\/div>\n<div><\/div>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-001.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15518\" alt=\"imperious malevolence 001\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-001.jpg\" width=\"1292\" height=\"643\" \/><\/a><\/p>\n<p>A casa foi aberta \u00e0s 17 horas e aos poucos os f\u00e3s foram chegando, t\u00edpico de um show para este g\u00eanero. \u00c0s 18 horas em ponto subia ao palco um dos grandes expoentes do metal sulista brasileiro, a banda de death metal Imperious Malevolence.<\/p>\n<p>Com uma boa quantidade de f\u00e3s na casa e apreciadores do underground nacional, a banda Imperious Malevolence n\u00e3o deixou nada a desejar, e sem piedade, desceu a porrada sonora nos f\u00e3s que ali estavam.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-002.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15519\" alt=\"imperious malevolence 002\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-002.jpg\" width=\"1517\" height=\"821\" \/><\/a><\/p>\n<p>Ap\u00f3s execu\u00e7\u00e3o de seu repert\u00f3rio principal, a banda decidiu executar um cover, fazendo muitos pirados gritarem e entortarem os pescos\u00e7os ao som de \u201cLunatic Of God\u00b4s Creation\u201d da banda Deicide e encerrar o show ao som de seu hom\u00f4nimo, Imperious Malevolence.<\/p>\n<p><a style=\"line-height: 1.5em\" href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-003.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15520\" alt=\"imperious malevolence 003\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-003.jpg\" width=\"1402\" height=\"885\" \/><\/a><\/p>\n<p>Com um p\u00fablico j\u00e1 animado e um bom n\u00famero de espectadores, a casa j\u00e1 estava a espera das lendas do death metal americano. E como j\u00e1 era esperado, pontualmente \u00e0s 19h30 subia ao palco a monstruosidade do Nile.\u00a0O primeiro da banda a pisar no palco foi o descomunal baterista George Kollias, que ascenou quietamente ao p\u00fablico, que come\u00e7ou a gritar fortemente por Nile.<\/p>\n<p>Foi ent\u00e3o que o resto da banda entrou para iniciar a apresenta\u00e7\u00e3o ao som da m\u00edtica \u201cSacrifice Unto Sebek\u201d do album Annihilation of the Wicked (2005). O que \u00a0foi praticamente um estouro sonoro dentro dos pulm\u00f5es, com guturais expressivos e uma sequ\u00eancia impressionante de viradas e bumbos duplos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-004.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15521\" alt=\"nile 004\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-004.jpg\" width=\"1470\" height=\"745\" \/><\/a><\/p>\n<p>O que estava bom iria melhorar, pois logo em seguida veio uma sequ\u00eancia devastadora de tr\u00eas m\u00fasicas (Defiling The Gates of Ishtar, Kafir! e Hittite Dung Incantation respectivamente). \u00a0J\u00e1 para o an\u00fancio da m\u00fasica \u201cThe Inevitable Degradation Of Flesh\u201d do \u00faltimo \u00e1lbum At the Gate of Sethu (2012), o frontman Dallas Toler-Wade come\u00e7ou agitar o p\u00fablico para gritar o refr\u00e3o da m\u00fasica \u201cALL THOSE WHO LIVE WILL DIE! ALL THOSE WHO LIVE WILL DIE! ALL THOSE WHO LIVE WILL DIE!\u201d e subsequentemente o p\u00fablico respondeu calorosamente da mesma forma.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-005.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15522\" alt=\"nile 005\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-005.jpg\" width=\"1348\" height=\"709\" \/><\/a><\/p>\n<p>A sequ\u00eancia de m\u00fasicas novas ainda duraria mais duas m\u00fasicas (Enduring the Eternal Molestation of Flame e Supreme Humanism of Megalomania), assim mostrando que o novo \u00e1lbum mesmo estando bem t\u00e9cnico, misturava t\u00e9cnicas e melodias de um death metal mais mel\u00f3dico. O que digamos que foi uma bela combina\u00e7\u00e3o para o som da banda, tornando assim a identidade mitol\u00f3gica mais forte e robusta.<\/p>\n<p>O mais impressionante a esta altura no show foi ver a desenvoltura do baterista George Kollias que a cada nova m\u00fasica se sentia mais calmo e com mais energia. Com toda a sua monstruosidade t\u00e9cnica, o baterista esbanjava tranquilidade tocando at\u00e9 de olhos fechados. Este foi um ponto que impressionou muitos f\u00e3s da banda desde os mais antigos at\u00e9 os mais novos e c\u00e9ticos.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-006.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15523\" alt=\"nile 006\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-006.jpg\" width=\"1345\" height=\"850\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"line-height: 1.5em\">Ap\u00f3s mais uma outra sequ\u00eancia monstruosa fechando com &#8220;Lashed to the Slave Stick&#8221;, uma pequena pausa para o bis, que se fosse definidio em uma \u00fanica palavra poderia ser chamado de &#8220;Brutal&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o vocalista Dallas apresentou toda a banda para o p\u00fablico, que come\u00e7ou a gritar por Chris (ex-baixista da banda). Foi ent\u00e3o que a alma da banda, Karl Sanders, conversou com o p\u00fablico e respondeu que aquele n\u00e3o era o Chris e sim o novo baixista Todd Ellis.<\/p>\n<p>Karl Sanders continuou sua intera\u00e7\u00e3o com o p\u00fablico e informou que tocariam uma m\u00fasica que ficou de fora do repert\u00f3rio de 2010, e pediu que o povo ajudasse a cantar. Sem delongas come\u00e7ou o bis do show, a m\u00fasica de quase doze minutos de execu\u00e7\u00e3o que ensina o que \u00e9 uma verdadeira aula de Technical Death Metal foi demonstrada sem hesita\u00e7\u00f5es, denominada \u201cUnas Slayer Of The Gods\u201d do \u00e1lbum In Their Darkened Shrines (2002).<\/p>\n<p><a style=\"line-height: 1.5em\" href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-008.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-15524\" alt=\"nile 004\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2013\/12\/nile-008.jpg\" width=\"1335\" height=\"881\" \/><\/a><\/p>\n<p>Para encerramento, nada menos que a m\u00fasica que transmite a alma da banda, \u201cBlack Seeds Of Vengeance\u201d do \u00e1lbum hom\u00f4nimo Black Seeds Of Vengeance (2000).<\/p>\n<p>Este foi um show de grande import\u00e2ncia para 2013 e um dos pontos fortes do metal extremo no ano. Podendo se dizer que este foi o show de encerramento com chave de ouro para o ano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>::SETLIST IMPERIOUS MALEVOLENCE::<\/strong><\/p>\n<p>01) Rot in Peace<br \/>\n02) Antigenesis<br \/>\n03) Doomwitness<br \/>\n04) Excruciate<br \/>\n05) Seek For Mephisto<br \/>\n06) A Banquet In Hell<br \/>\n07) Nihilisticon<br \/>\n08) Priests Of Pestilence<br \/>\n09) Arquiteto da Destrui\u00e7\u00e3o<br \/>\n10) Lunatic Of God\u00b4s Creation (Deicide Cover)<br \/>\n11) Imperious Malevolence<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>::SETLIST NILE::<\/strong><\/p>\n<p>INTRO) Dusk Falls Upon the Temple of the Serpent on the Mount of Sunrise<br \/>\n1) Sacrifice Unto Sebek<br \/>\n2) Defiling the Gates of Ishtar<br \/>\n3) Kafir!<br \/>\n4) Hittite Dung Incantation<br \/>\n5) The Inevitable Degradation of Flesh<br \/>\n6) Enduring the Eternal Molestation of Flame<br \/>\n7) Supreme Humanism of Megalomania<br \/>\n8) The Blessed Dead<br \/>\n9) The Howling of the Jinn<br \/>\n10) Ithyphallic<br \/>\n11) Sarcophagus<br \/>\n12) Lashed to the Slave Stick<\/p>\n<p><strong>Encore\/Bis:<\/strong><\/p>\n<p>13) Unas Slayer of the Gods<br \/>\n14) Black Seeds of Vengeance<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quase quatro anos da \u00faltima passagem pelo Brasil dos \u00edcones do technical death metal, a banda Nile retornou para tr\u00eas apresenta\u00e7\u00f5es em terras tupiniquins. Foram apresenta\u00e7\u00f5es que esbanjaram perfeccionismo e brutalidade, assim demonstrando o porque s\u00e3o inspira\u00e7\u00f5es de bandas mais atuais de g\u00eaneros similares. Fotos: Ednaldo Baraka Resenha: Vin\u00edcius &#8220;Chulapa&#8221; Starteri Agradecimentos: Cost\u00e1bile Salzano Jr. [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":15522,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[2218,2219,2220,2221],"class_list":["post-15517","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-george-kollias","tag-imperious-malevolence","tag-karl-sanders","tag-nile"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15517","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15517"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15517\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15517"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15517"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15517"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}