{"id":19371,"date":"2015-03-26T08:52:19","date_gmt":"2015-03-26T11:52:19","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=19371"},"modified":"2015-03-26T08:52:19","modified_gmt":"2015-03-26T11:52:19","slug":"marty-friedman-batemacumba-bar-porto-alegrers-22032015","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/marty-friedman-batemacumba-bar-porto-alegrers-22032015\/","title":{"rendered":"Marty Friedman @ Batemacumba Bar &#8211; Porto Alegre\/RS (22\/03\/2015)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O guitarrista <strong>Marty Friedman<\/strong> (ex-<strong>Megadeth<\/strong>) esteve no Brasil para uma serie de workshows, que come\u00e7ou no dia 06 de mar\u00e7o na cidade de Volta Redonda (RJ) e termina\u00a0hoje, dia 31\/03, quando o m\u00fasico encerra sua passagem pelo Brasil em Barra Mansa (RJ).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty21.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-19397 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty21.jpg\" alt=\"Marty(2)\" width=\"493\" height=\"657\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">No domingo, dia 22 de mar\u00e7o, os ga\u00fachos foram agraciados com a presen\u00e7a do ic\u00f4nico guitarrista, que se apresentou no Batemacumba Bar, na cidade de Porto Alegre (RS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Workshow \u00e9 um evento que traz uma proposta diferente de um show convencional. O m\u00fasico alterna entre tocar suas m\u00fasicas e responder perguntas do p\u00fablico. E em Porto Alegre, o p\u00fablico saiu satisfeito com ambas as partes do\u00a0evento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O evento come\u00e7ou com o Meet &amp; Greet, exclusivo para os f\u00e3s que adquiriram o ingresso para conhecer o m\u00fasico. Esbanjando sorriso e simpatia, <strong>Friedman<\/strong> atendeu a todos com aten\u00e7\u00e3o, autografou material, tirou foto e trocou algumas palavras com os f\u00e3s. Depois todos sa\u00edram do local para permitir a passagem de som do m\u00fasico.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um pouco depois das 20:00, as portas do Batemacumba se abriram para a entrada do p\u00fablico. Como n\u00e3o poderia deixar de ser, bastante gente compareceu para ver o \u00eddolo de perto. Por volta das 21:00, o produtor local (Pisca produtora) subiu no palco para fazer o sorteio regional de uma guitarra PRS (a ser sorteada entre os vencedores regionais, no final da turn\u00ea). Logo em seguida, entra no palco o simp\u00e1tico <strong>Marty Friedman<\/strong>, e suas palavras iniciais foram \u201cFoda! Foda! \u00c9 foda!\u201d. Nisso, um dos f\u00e3s gritou \u201cFuck Me!\u201d, ao qual <strong>Marty<\/strong> retrucou brincando \u201cWho Said that? (Quem disse isso?)\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty4.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-19398 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty4.jpg\" alt=\"Marty(4)\" width=\"547\" height=\"410\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Friedman<\/strong> ent\u00e3o disse que ia parar de falar e tocar, e a m\u00e1gica come\u00e7ou. N\u00e3o se ouvia um pio na casa, eram olhos e ouvidos grudados no palco, atentos a cada nota, cada melodia executada pelo m\u00fasico. <strong>Friedman<\/strong> conquistou o p\u00fablico antes mesmo de terminar a primeira m\u00fasica, &#8220;Ballad of the Barbie bandits&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Depois de duas m\u00fasicas, a primeira rodada de perguntas come\u00e7ou. <strong>Juan<\/strong>, amigo carioca de<strong> Marty<\/strong> que o est\u00e1 acompanhando em turn\u00ea, ficou com a tarefa de traduzir as perguntas dos f\u00e3s e respostas do m\u00fasico. E assim foi o workshow. Um pouco de m\u00fasica, uma rodada de perguntas; mais m\u00fasica, mais perguntas; e assim at\u00e9 o final da apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Musicalmente, <strong>Marty Friedman<\/strong> optou principalmente por divulgar o \u00e1lbum \u201cInferno\u201d, seu \u00faltimo lan\u00e7amento, que aqui no Brasil foi lan\u00e7ado pela &#8220;Furia Music&#8221; no \u00faltimo dia 06 de mar\u00e7o. Dentre as m\u00fasicas escolhidas pelo m\u00fasico para o show de Porto Alegre, estiveram \u201cDevil Take Tomorrow\u201d (Loudspeaker), \u201cInferno\u201d e a balada \u201cUndertown\u201d (Inferno). Atendendo aos pedidos, o m\u00fasico tocou tamb\u00e9m o solo de &#8220;Tornado of Souls&#8221; (<strong>Megadeth<\/strong>) .<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-19399 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty3.jpg\" alt=\"Marty(3)\" width=\"375\" height=\"500\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Na sess\u00e3o de perguntas e respostas, os f\u00e3s que compareceram n\u00e3o economizaram e questionaram sobre t\u00e9cnicas de guitarra, Jap\u00e3o, <strong>Megadeth<\/strong> e v\u00e1rios outros assuntos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre o <strong>Megadeth<\/strong>, <strong>Friedman<\/strong> foi questionado se sente saudades do tempo passado, e sua resposta foi simples: \u201cFuck No!\u201d. Perguntaram tamb\u00e9m se ele foi contatado ap\u00f3s a sa\u00edda de <strong>Chris Broderick<\/strong> para retomar sua posi\u00e7\u00e3o de guitarrista do <strong>Megadeth<\/strong>,e ele desconversou, dizendo apenas que tem uma boa rela\u00e7\u00e3o com os membros do <strong>Megadeth<\/strong>, s\u00e3o amigos, gosta da m\u00fasica, mas neste momento n\u00e3o voltaria para a banda.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um f\u00e3 perguntou sobre o <strong>Hawaii<\/strong>, primeira banda de <strong>Marty Friedman<\/strong>, com uma vertente voltada para o Hard Rock. <strong>Marty<\/strong> disse que teve que se mudar pro Hava\u00ed por causa do emprego de seu pai, e aos 17 anos se uniu com o pessoal para montar o <strong>Hawaii<\/strong>. Mas ele disse que montar uma banda em um local como o Hava\u00ed n\u00e3o \u00e9 nada f\u00e1cil, ele inclusive disse que \u00e9 quase a mesma coisa de querer montar uma banda na Ant\u00e1rtica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre o <strong>Cacophony<\/strong> e o <strong>Jason Becker<\/strong>, <strong>Marty<\/strong> disse que continua trabalhando com <strong>Jason<\/strong>, ele adora o m\u00fasico. Relatou que o primeiro \u00e1lbum do <strong>Cacophony<\/strong> (&#8220;Speed Metal Symphony&#8221;) era pra ser um trabalho solo do m\u00fasico, mas o produtor insistiu para que ele conhecesse <strong>Jason Becker<\/strong>, um m\u00fasico prod\u00edgio que na \u00e9poca tinha 16 anos. Ele disse que n\u00e3o queria conhecer e gravar com nenhum garoto, mas depois que ouviu <strong>Becker<\/strong> tocar, se apaixonou. <strong>Jason Becker<\/strong> teve uma participa\u00e7\u00e3o pequena no primeiro \u00e1lbum, mas o segundo \u00e1lbum do <strong>Cacophony<\/strong> (\u201cGo Off!\u201d) teve 50% de esfor\u00e7o de cada m\u00fasico, comentou <strong>Friedman.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quanto ao sucesso do <strong>Cacophony<\/strong>, <strong>Marty<\/strong> respondeu que na \u00e9poca o \u00e1lbum n\u00e3o foi bem aceito. Foi considerado dissonante, pesado e muito dif\u00edcil de escutar. E que nos dias de hoje, o <strong>Cacophony<\/strong> recebe muito mais m\u00e9rito do que nos anos 80, quando gravaram os \u00e1lbuns.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><strong>Friedman<\/strong> foi questionado tamb\u00e9m sobre a escolha do nome de seu \u00faltimo trabalho, \u201cInferno\u201d. Respondeu que foi uma brincadeira entre os envolvidos na produ\u00e7\u00e3o do \u00e1lbum. Queriam um nome clich\u00ea para um \u00e1lbum de Heavy Metal, algo como \u201cBurn\u201d, \u201cFire\u201d, \u201cInferno\u201d. Mas que seria um nome clich\u00ea para um \u00e1lbum n\u00e3o clich\u00ea, pois as m\u00fasicas e a arte da capa fogem a este conceito.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Um f\u00e3 fez uma pergunta sobre a diferen\u00e7a entre a cena musical no Jap\u00e3o e em pa\u00edses ocidentais, quastionando <strong>Marty<\/strong> sobre por que no Jap\u00e3o uma mesma banda pode ir do Heavy Metal extremo a uma balada pop no mesmo \u00e1lbum sem ser julgado, enquanto nos pa\u00edses ocidentais isso geralmente n\u00e3o \u00e9 visto com bons olhos. <strong>Friedman<\/strong> gostou da pergunta e presenteou o f\u00e3 com uma camiseta por isso. E respondeu que no Jap\u00e3o a cena musical \u00e9 t\u00e3o louca, que voc\u00ea tem que ser extremo para poder se destacar. Por isso, ir de um extremo ao outro no mesmo \u00e1lbum \u00e9 geralmente bem aceito pelos japoneses. No Ocidente, isto n\u00e3o acontece. Se uma banda \u00e9 de Metal, ela tem que ser Metal 100% do tempo, sen\u00e3o come\u00e7am as cr\u00edticas. Ele aproveitou para elogiar o <strong>Metallica<\/strong>, que mudou seu estilo mesmo com todos os riscos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">E sobre sua m\u00fasica, t\u00e9cnicas de guitarra e evolu\u00e7\u00e3o pessoal como m\u00fasico, <strong>Marty<\/strong> foi questionado sobre o uso da escala japonesa, uma escala ex\u00f3tica que o m\u00fasico supostamente gosta de usar. <strong>Friedman<\/strong> disse que algu\u00e9m, em algum momento publicou numa revista que ele usava esta tal escala, e isso virou uma maldi\u00e7\u00e3o na sua vida. Na opini\u00e3o dele, n\u00e3o existe uma t\u00e9cnica a ser seguida, ele n\u00e3o usa nenhuma escala. Vai compondo unindo diferentes melodias, at\u00e9 chegar em sua m\u00fasica. Ele tem sim influ\u00eancia da m\u00fasica japonesa, mas n\u00e3o segue nenhuma escala especial.<br \/>\nSobre o modo diferente como <strong>Marty<\/strong> segura a palheta, ele explicou, em tom de brincadeira, que come\u00e7ou a ter aquela palhetada diferenciada de tanto ter que repetir o solo de &#8220;Tornado of Souls&#8221;, do <strong>Megadeth<\/strong>, que ele tinha acabado de tocar para os f\u00e3s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quanto aos conselhos que ele daria aos aspirantes a guitarrista, ele disse que primeiro o guitarrista tem que saber o que ele quer: se ele quer ser um m\u00fasico ou se quer ser um artista. Se quiser ser um m\u00fasico, tem que aprender a tocar, conhecer diversas t\u00e9cnicas, mas somente aquelas que interessam para o estilo dele. Segundo o m\u00fasico, n\u00e3o adianta querer aprender tudo o que existe no mundo da guitarra, \u00e9 imposs\u00edvel. Muita coisa \u00e9 in\u00fatil e voc\u00ea nunca vai usar, ent\u00e3o o importante \u00e9 se concentrar naquilo que voc\u00ea realmente quer, no seu objetivo. Ele deu o pr\u00f3prio exemplo, dizendo que toca muito bem suas pr\u00f3prias m\u00fasicas e as m\u00fasicas de outros artistas que gosta de tocar. Mas tirando isso, ele n\u00e3o sabe quase nada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Quando perguntaram se existia um m\u00fasico com quem ele gostava de tocar e dividir o palco, ele disse que geralmente gosta de tocar com todos com quem j\u00e1 teve oportunidade, mas que tocar com o guitarrista <strong>Keshav Dahr<\/strong>, da banda indiana <strong>Skyharbor<\/strong>, funcionou muito bem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Finalmente, <strong>Marty<\/strong> foi questionado sobre o fato de declarar que \u00e0s vezes, ao tocar uma m\u00fasica que ele mesmo comp\u00f5e, n\u00e3o se reconhece tocando, e como ele encara esta situa\u00e7\u00e3o. O m\u00fasico respondeu que isso \u00e9 muito bom. Criar uma m\u00fasica e depois n\u00e3o se reconhecer nela \u00e9 uma sinal de evolu\u00e7\u00e3o musical. Ele atestou que \u00e9 muito f\u00e1cil tocar o que voc\u00ea j\u00e1 sabe e j\u00e1 est\u00e1 acostumado, mas quando voc\u00ea cria algo novo e demora para se reconhecer naquilo, significa um crescimento, uma evolu\u00e7\u00e3o musical, o\u00a0que \u00e9 muito bom.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty11.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"  wp-image-19400 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2015\/03\/Marty11.jpg\" alt=\"Marty(1)\" width=\"563\" height=\"422\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Depois de 1 hora e 45 minutos, o workshow chegou ao fim. Se por um lado ningu\u00e9m queria que aquela noite acabasse, por outro todos estavam com um grande sorriso no rosto. Mais uma noite memor\u00e1vel para os ga\u00fachos.<\/p>\n<p>Setlist:<\/p>\n<p>Ballad of the Barbie bandits<br \/>\nHyper Doom<br \/>\nAmagi Goe<br \/>\nStigmata Addiction<br \/>\nMeat hook<br \/>\nInferno<br \/>\nDevil take tomorrow<br \/>\nUndertow<br \/>\nAmazing grace<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Agradecimentos a Pisca Produtora e Furia Music.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O guitarrista Marty Friedman (ex-Megadeth) esteve no Brasil para uma serie de workshows, que come\u00e7ou no dia 06 de mar\u00e7o na cidade de Volta Redonda (RJ) e termina\u00a0hoje, dia 31\/03, quando o m\u00fasico encerra sua passagem pelo Brasil em Barra Mansa (RJ). 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