{"id":25675,"date":"2016-09-13T00:02:01","date_gmt":"2016-09-13T03:02:01","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=25675"},"modified":"2016-09-13T00:02:01","modified_gmt":"2016-09-13T03:02:01","slug":"maximus-festival-interlagos-sao-paulosp-07092016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/maximus-festival-interlagos-sao-paulosp-07092016\/","title":{"rendered":"Maximus Festival @ Interlagos &#8211; S\u00e3o Paulo\/SP (07\/09\/2016)"},"content":{"rendered":"<p>Finalmente o Brasil tem seu Festival dedicado ao Heavy Metal!!!!<\/p>\n<p>Claro que temos nosso Fest Brazuca, que \u00e9 o Ro\u00e7a\u2019n\u2019Roll, mas faltava aquilo de nos termos algo comparado aos Fest da Gringa e o <strong>Maximus Festival<\/strong> realmente preenche essa lacuna e agora anualmente nossa agenda ficou completa.<br \/>\nNuma estrutura animalesca que conforme acompanhamos na coletiva de imprensa com parte da equipe do evento e <strong>Phil Rodriguez<\/strong>, CEO da<strong> Move Concerts<\/strong> , a estrutura lembra muito o Hellfest, com direito a \u00e1rvore trono e tamb\u00e9m um cemit\u00e9rio em homenagem a Lendas do Rock, est\u00e1tuas, tudo voltando ao nosso estilo de vida, e isso enchia os olhos, e certamente quem foi sabe o que estamos falando , pois foi uma experi\u00eancia \u00fanica.<\/p>\n<p>O festival adotou o sistema de <strong>cashless<\/strong>, \u00e9 o uso de uma pulseira com um chip e o dinheiro \u00e9 carregado para ser usado no evento. A Pulseira serviu para dar acesso ao festival, para a compra de alimentos, bebidas e merch oficial. Algo muito bom e r\u00e1pido, facilitando a vida de todos, uma sacada genial!<\/p>\n<p>No aut\u00f3dromo de Interlagos foi usada apenas uma parte, um espa\u00e7o que cabe aproximada de 30 a 40 mil pessoas.<br \/>\n3 palcos divididos em dois setores, onde os shows aconteceram quase sem nenhuma pausa.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25709\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/maximus-festival-palcos.jpg\" alt=\"maximus-festival-palcos\" width=\"700\" height=\"464\" \/><\/p>\n<p><em>(Cr\u00e9dito: Maximus Festival)<\/em><\/p>\n<p>Agora come\u00e7amos aqui a descrever, essa experi\u00eancia \u00fanica que aconteceu no Aut\u00f3dromo de Interlagos e foi a largada para o \u201cNosso Festival\u201d.<br \/>\nInfelizmente chegamos tarde para ver o<strong> Kill Ego Talent<\/strong> mas pelo que ouvimos de alguns f\u00e3s, j\u00e1 com bom p\u00fablico, eles fizeram acontecer no palco.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Woslom<\/strong><br \/>\nO que dizer de Silvano Aguilera (vocais e guitarra), Rafael Iak (guitarra), Andre Mellado(baixo) e Fernando Oster\u00a0 (bateria), ou seja o Woslom, e com um puta \u00e1lbum em divulga\u00e7\u00e3o A Near Life Experience, a arrebenta\u00e7\u00e3o foi insana, come\u00e7ando com \u201cUnderworld of Aggression\u201d, e que show meu.<\/p>\n<p>\u00c9 Fato que eles tem experi\u00eancia internacional, mas era um Fest, onde Todos queriam estar, e ali arrebentaram, que postura de palco, o Woslom \u00e9 uma daquelas bandas brazucas que n\u00e3o deve absolutamente nada para qualquer gringa headliner e era n\u00edtido o sangue no zoio, e vontade de tocar, e ver eles (que podemos chamar de amigos sim!!!) detonando, a emo\u00e7\u00e3o tomava conta da galera, j\u00e1 que havia muitas camisas deles e do Project46 na galera, que j\u00e1 a essa hora estava em muito bom n\u00famero.<\/p>\n<p>Ver Rafael Iak, solando, Andre Mellado detonando no baixo, Fernando Oster, debulhando na bateria, e Silvano com uma postura perfeita de Frontman.<\/p>\n<p>Tocaram m\u00fasicas dos 3 \u00e1lbuns, em um set de quase meia hora, e finalizaram com as m\u00fasicas talvez de maior sucesso deles, com \u201cEvolustruction\u201d e finalizaram com a thrasheira \u201cTime to Rise\u201d.<\/p>\n<p>Orgulho e como sempre dizemos nos shows #Woslomnessaporra<\/p>\n<p>1. Underworld of Aggression<br \/>\n2. New Faith<br \/>\n3. Unleash your Violence<br \/>\n4. Purgatory<br \/>\n5. Evolustruction<br \/>\n6. Time To Rise<\/p>\n<p>Fomos dar uma volta e conhecer os palcos\/publico, acabamos perdendo o <strong>Far From Alaska<\/strong>, que at\u00e9 pensamos que a banda destoou um pouco da proposta do Festival, mas l\u00e1 est\u00e1vamos para a pr\u00f3xima atra\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>Project 46<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25710\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Project-46.jpg\" alt=\"project-46\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/p>\n<p>(Cr\u00e9dito foto: Est\u00fadio Gaveta)<\/p>\n<p>Project46&#8230; S\u00e3o Paulo&#8230; Brasil&#8230;<\/p>\n<p>A intro fodatisca de \u201cErro+55\u201d da inicio a uma das melhores apresenta\u00e7\u00f5es do Festival e como sempre Caio MacBeserra (Voz) , Vini Castellari (Guitarra) , Jean Patton (Guitarra e voz) , <span class=\"UFICommentBody\">Baffo<\/span> (Novo Baixista) , Henrique Pucci (Bateria) fazem um dos shows mais en\u00e9rgicos que o Brasil possui e tamb\u00e9m \u00e9 outra banda que n\u00e3o perde nada pras gringas e poderia muito bem ser Co-Headliner deste Festival.<br \/>\nA quantidade de Roda que se abriu era energia pura, dava gosto de ver, e relembrando aqui enquanto escrevo essas porcas linhas chega a arrepiar a lembran\u00e7a de ver tanta gente curtindo o Metal Brasileiro e chegando a esse patamar t\u00e3o foda sempre desejado por\u00e9m nunca consumado, e essa gera\u00e7\u00e3o de hoje colhe os frutos daquela que iniciou tudo isso 30 anos atr\u00e1s.<br \/>\n&#8220;Capa de Jornal&#8221;, &#8220;Impunidade&#8221;, e via ali aquela caracter\u00edstica pura de qualquer apresenta\u00e7\u00e3o do Project46, show bem feito, com m\u00fasicos experientes que se comportam no palco com muita postura. Perfeito como sempre.<br \/>\nA tradicional frase \u201c Se depender de n\u00f3s&#8230;. \u201cFoda-se\u201d e n\u00e3o cantada berrada por todos, s\u00f3 foi o aperitivo para a ultima faixa, \u201cAcorda pra vida\u201d que todos cantaram o Riff do final, como sempre \u00e9 feito em todos os shows, foi \u00e9pico.<br \/>\n1. Erro +55<br \/>\n2. Viol\u00eancia gratuita<br \/>\n3. Capa de jornal<br \/>\n4. Impunidade<br \/>\n5. Foda se<br \/>\n6. Acorda pra Vida<br \/>\n\u201c Dedicamos essa resenha ao nosso fotografo Wallace Andrade que entrou numa roda num show deles, e acabou fraturando a \u201cpatinha\u201d e ficando de molho&#8230; s\u00f3 podemos te dizer \u201cperdeu playboy\u201d<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Hellyeah<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25711\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/HellYeah.jpg\" alt=\"hellyeah\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/p>\n<div class=\"owl-item active\">\n<figure><figcaption>\n<div class=\"table\">\n<div class=\"vAlign\">(Cr\u00e9dito foto: Est\u00fadio Gaveta)<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Paralelo o Project 46 o Hellyeah come\u00e7ava sua apresenta\u00e7\u00e3o e com a equipe divida fomos l\u00e1 ver a banda do Ex-Pantera Vinnie Paul, pode parecer que n\u00e3o, mas uma das bandas que era tamb\u00e9m a mais aguardadas por todos ali presentes e que s\u00e3o f\u00e3s de Pantera. Vimos v\u00e1rias pessoas falando que estavam empolgados por este show!<\/p>\n<p>Uma apresenta\u00e7\u00e3o pra ningu\u00e9m botar defeito, performance de palco dez, muito peso,\u00a0 pedal duplo, riffs pesad\u00edssimos, com direito ate um circle pit em &#8220;Say When&#8221; pra deixar bem lembrado e marcado a apresenta\u00e7\u00e3o no fest.<\/p>\n<p>1.X<br \/>\n2.Demons In The Dirt<br \/>\n3.Sangre Por Sangre (Blood For Blood)<br \/>\n4.Moth<br \/>\n5.Startariot<br \/>\n6.Human<br \/>\n7.Say When<br \/>\n8.Hellyeah!<\/p>\n<p><strong>Black Stone Cherry<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25712\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Black-Stone-Cherry.jpg\" alt=\"black-stone-cherry\" width=\"700\" height=\"467\" \/><\/p>\n<p>(Cr\u00e9dito foto: Est\u00fadio Gaveta)<br \/>\nO legal de um fest com v\u00e1rias bandas, \u00e9 que sempre tem algumas que vc n\u00e3o viria normalmente, nunca ouviu falar, e qualquer etc.. nessa linha.<\/p>\n<p>E Chris Robertson\u00a0 (Vocal\/guitarra), Ben Wells (guitarra), Jon Lawhon (baixo\/vocal) e John Fred Young (bateria\/vocal) vindos diretamente do Kentucky nos EUA foi literalmente a revela\u00e7\u00e3o do Festival, pela parte que assistimos, um showza\u00e7o, do verdadeiro Rock\u00b4n\u00b4Roll sujo e muito bem feito na sua Carnival of Madness tour.<br \/>\nA presen\u00e7a de palco da banda foi monstruosa, destacando o batera John que fazia todos os trejeitos de um grande baterista de hard rock, e desde quando come\u00e7aram com &#8220;Me and Mary Jane&#8221; at\u00e9 o final com &#8220;Lonely Train&#8221;, o show encheu os olhos de todos.<br \/>\nO vocalista Chris Robertson lembrou que a banda tem quase 15 anos e aquela era a primeira vez que tocavam no Brasil e estavam realizando um sonho e elogiou muito a plateia. No final tivemos a grande surpresa com um cover de &#8220;Ace of Spades&#8221; em homenagem ao Lemmy e sa\u00edram aplaudid\u00edssimos.<\/p>\n<p>1. Me and Mary Jane<br \/>\n2. Blind Man<br \/>\n3. In My Blood<br \/>\n4. Cheaper to Drink Alone<br \/>\n5. Soul Machine<br \/>\n6. Blame It on the Boom Boom<br \/>\n7. Lonely Train<br \/>\n8. Ace of Spades<br \/>\n<strong>Halestorm<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25714\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Halestorm.png\" alt=\"halestorm\" width=\"596\" height=\"596\" \/><\/p>\n<p>(Cr\u00e9dito foto: Maximus Festival instagram)<br \/>\nFinalmente de volta a S\u00e3o Paulo depois do show hist\u00f3rico junto com o Adrenaline MOb no Carioca Club, e uma passagem pelo Rio no ultimo Rock in Rio, la estavam eles, Lzzy Hale (vocal), Joe Hottinger (guitarra solo), Josh Smith (baixo) e Arejay Hale (bateria) e de cara entram com Love Btes (So Do I) e como j\u00e1 era muito esperada o bicho pegou na galera.<br \/>\nShow fant\u00e1stico, dentro do esperado sem nenhuma surpresa para quem acompanha a banda, Lzzy foi um show a parte, com sua forte voz e presen\u00e7a de palco, agita muito e grande parte do estrondoso sucesso da banda se deve a ela.<br \/>\nPerguntando a todos, quantos j\u00e1 assistiram Halestorm ao vivo e quantos est\u00e3o ali pela primeira vez, gostei da resposta ao ver que mais pessoas j\u00e1 tinha os vistos ao vivo e disse que gostou e gostando disso apresentou &#8220;I Like It Heavy&#8221;.<br \/>\nO Hard Rock com uma base forte do Blues e com aquele vozeir\u00e3o soa perfeito, independente da faixa ser mais lenta ou mais r\u00e1pida, e que banda entrosada, perfeita, e que final de show onde todos, inclusive a banda claramente queriam mais.<br \/>\n1. Love Bites (So Do I)<br \/>\n2. Mz. Hyde<br \/>\n3. Apocalyptic<br \/>\n4. Amen<br \/>\n5. I Like It Heavy<br \/>\n6. Drum Solo<br \/>\n7. I Am the Fire<br \/>\n8. I Get Off<br \/>\n9. Freak Like Me<br \/>\n10. Mayhem<br \/>\n11. I Miss the Misery<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Bullet for My Vallentine<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25715\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/bullet-for-my-valentine-.jpg\" alt=\"bullet-for-my-valentine\" width=\"700\" height=\"437\" \/><\/p>\n<p><em>(foto: Flavio Moraes\/G1)<\/em><\/p>\n<p>\u201cMatt\u201d Tuck (vocais e guitarra) Michael \u201cPadge\u201d Paget (guitarra) Michael \u201cMoose\u201d Thomas (Bateria),\u00a0 Jamie Mathias (Baixo), voltam ao Brasil na Tour do excelente \u00e1lbum \u201cVenom\u201d um pouco mais de um ano depois, do estrondoso show no Via Marqu\u00eas.<br \/>\nAs letras B, F. M e V em bras\u00f5es de fundo de palco, eu diria atr\u00e1s ainda sob a forte luz do dia quando come\u00e7aram com &#8220;No way Out&#8221;, e &#8220;Skin&#8221; direto, com o peso caracter\u00edstico da banda, e que peso, a banda sofre um certo preconceito, seja pelo nome, ou visual daqueles chatinhos dos teclados, mas ao vivo, o bicho pega e muito, e algumas rodas se formava, ainda bem t\u00edmidas, e o pau pegando com &#8220;Your Betrayal&#8221;.<br \/>\nTamb\u00e9m perguntou quem estava vendo a banda pela primeira vez, ou j\u00e1 amigo de longa data e mencionou que lembraria do primeiro \u00e1lbum Poison e temos &#8220;4 Words&#8221; na sequencia, &#8220;You want a Battle&#8221;, e que show, com Matt agitando muito, Michael, tamb\u00e9m e talvez pelo palco ser maior achei eles mais animados em tocar para aquele mar de gente que naquele momento aquele seria o \u00fanico palco que estava com som.<\/p>\n<p>Assim como o Halestorm a banda fez seu solo de bateria, o que j\u00e1 foi uma obriga\u00e7\u00e3o no passado, hoje em dia qualquer solo soa bem entediante, e independente da qualidade, a maioria, fica com aquela cara de paisagem sem o devido entusiasmo, e nos dois shows aconteceu a mesma sensa\u00e7\u00e3o.<br \/>\nO Final pelo menos na minha opini\u00e3o foi marcante com &#8220;Worthless&#8221;, e as solicitadas, &#8220;Tears Don&#8217;t Fall&#8221; e &#8220;Waking the Demon&#8221; finalizando uma das grandes apresenta\u00e7\u00f5es do Festival.<br \/>\n1. No Way Out<br \/>\n2. Your Betrayal<br \/>\n3. 4 Words (To Choke Upon)<br \/>\n4. You Want a Battle? (Here&#8217;s a War)<br \/>\n5. The poison<br \/>\n6. Scream Aim Fire<br \/>\n7. Alone<br \/>\n8. Venom<br \/>\n9. Worthless<br \/>\nEncore:<br \/>\n10. Tears Don&#8217;t Fall<br \/>\n11. Waking the Demon<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Disturbed<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25716\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Disturbed.jpg\" alt=\"disturbed\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/p>\n<p>(Cr\u00e9dito foto: Est\u00fadio Gaveta)<br \/>\nDesde que foi anunciado no Brasil a expectativa foi bem parecida com a de 2011 quando tocaram em S\u00e3o Bernardo do Campo, o Disturbed formado por, David Draiman (vocais) Dan Donegan ( guitarra) Mike Wengren ( bateria )e John Moyer (baixo) entraram impressionando com a faixa &#8220;Ten Thousand Fists&#8221;.<br \/>\nO vocalista David impressiona por sua performance vocal, mesmo n\u00e3o tendo um vocal de impressionar, o que ele canta tecnicamente chama a aten\u00e7\u00e3o, cantando muito, como nas faixas, &#8220;Prayer&#8221; ou &#8220;Liberate&#8221;, e o mais legal quanto melhor o vocal canta, melhor a banda se porta no palco, com muito conhecimento entre eles, foram adicionando cl\u00e1ssico ap\u00f3s cl\u00e1ssico.<br \/>\nEngra\u00e7ado \u00e9 que mesmo com uma banda bem conhecida, com grandes m\u00fasicas apostaram no festival com covers, o que seria previsto j\u00e1 que a banda regravou o cl\u00e1ssico de Simon &amp; Garfunkel &#8220;The Sound of Silence&#8221;, mas a surpresa veio quase na sequencia com m\u00fasica do U2, &#8220;I still have found what I&#8217;m Looking for&#8221;, &#8220;Baba O\u2019Rilley&#8221; do The Who, que achei a melhor vers\u00e3o e &#8220;Killing in The Name&#8221; do Rage Against The Machine, agitando todo o Festival em qualquer uma dessas m\u00fasicas.<br \/>\nNa faixa &#8220;The Light&#8221;, pediram que a galera presente no refr\u00e3o acendesse os celulares, para que o visual ficasse com as luzes referente o nome da m\u00fasica, o que realmente trouxe um visual bem interessante.<br \/>\nAo ouvir faixas como &#8220;Indestructible&#8221; eu pensava por que essa banda n\u00e3o vem mais vezes ao Brasil, j\u00e1 que a banda tem muito p\u00fablico e sempre faz grandes apresenta\u00e7\u00f5es no Brasil.<br \/>\nO final sensacional com &#8220;Voices&#8221; e &#8220;Down With the Sickness&#8221; finalizaram uma boa apresenta\u00e7\u00e3o que teve seus momentos marcantes em cover e n\u00e3o com as pr\u00f3prias m\u00fasicas e tomara que a banda volte logo para apresentar seu show Solo em alguma grande Casa do pa\u00eds.<br \/>\n1. Ten Thousand Fists<br \/>\n2. The Game<br \/>\n3. The Vengeful One<br \/>\n4. Prayer<br \/>\n5. Liberate<br \/>\n6. Another Way to Die<br \/>\n7. Stupify<br \/>\n8. The Sound of Silence<br \/>\n9. Inside the Fire<br \/>\n10. I Still Haven&#8217;t Found What I&#8217;m Looking For<br \/>\n11. Baba O&#8217;Riley<br \/>\n12. Killing in the Name<br \/>\n13. The Light<br \/>\n14. Stricken<br \/>\n15. Indestructible<br \/>\n16. Voices<br \/>\n17. Down With the Sickness<\/p>\n<p><strong>Marilyn Manson<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25707\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Marilyn-manson.jpg\" alt=\"marilyn-manson\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/p>\n<div class=\"owl-item animated owl-animated-out fadeOut\">\n<figure><figcaption>\n<div class=\"table\">\n<div class=\"vAlign\">(Cr\u00e9dito: Manuela Scarpa \/ Brazil News)<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Era a t\u00e3o esperada hora para um dos headliners do evento, ent\u00e3o mesmo antes de acabar o Disturbed come\u00e7a a musica \u201cBitch Better Have My Money\u201dda Rihanna, e sim isso j\u00e1 fazia parte da apresenta\u00e7\u00e3o do Marilyn Manson, quem segue ele e seus \u00faltimos shows sabe do que estamos dizendo.<\/p>\n<p>A galera da plateia do Disturbed gritava &#8220;Ole, Ole, Ole, Oleee, Distur-bede&#8221; e n\u00f3s na parte da plateia do Manson gritava &#8220;Ole, ole, ole, oleee Manson,Manson&#8221; a ansiedade tomava conta de cada um ali naquele instante, foram minutos que pareciam n\u00e3o ter fim.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o as luzes se apagam do palco Rockatansky, e come\u00e7a a introdu\u00e7\u00e3o e a banda vai entrando. A galera j\u00e1 enlouquecida gritando muito, afinal 9 anos de espera da ultima apresenta\u00e7\u00e3o aqui no Brasil em 2007, que coincid\u00eancia ou n\u00e3o, foi no mesmo m\u00eas e mesmo dia da Semana (26\/09\/2007).<\/p>\n<p>Era dada a &#8220;largada&#8221; daquela apresenta\u00e7\u00e3o com &#8220;Angel With the Scabbed Wings&#8221; (Antichrist Superstar, 1996).<br \/>\nO publico caro indo ao del\u00edrio, cantando junto, gritando, aquele &#8220;fuzu\u00ea&#8221; todo.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia &#8220;Disposable Teens&#8221; (Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death, 2000) e &#8221; No Reflection&#8221; (Born Villain, 2012), nesta musica ele canta com um microfone como se estivesse segurando uma faca\/fac\u00e3o.<\/p>\n<p>Em um determinado momento Manson diz &#8220;\u00c9 bom estar de volta, voc\u00eas s\u00e3o lindos&#8221;, e a galera ficou muito feliz com o coment\u00e1rio!<\/p>\n<p>Manson fez uma homenagem ao David Bowie tocou um trecho de &#8221; &#8220;Moonage Daydream&#8221;.<br \/>\nNa Sequ\u00eancia come\u00e7ou &#8220;mOBSCENE&#8221; (The Golden Age of Grotesque,2003), fazendo todos pular do inicio ao fim.<\/p>\n<p>Quase um cinquent\u00e3o Manson ainda est\u00e1 super ativo, nao como no inicio da carreira a quase 30 anos atr\u00e1s, at\u00e9 porque a idade chega pra todos n\u00e3o \u00e9 mesmo caros leitores? inclusive para ele! Mas ele sempre dando aten\u00e7\u00e3o ao publico e fazendo suas performances, n\u00e3o como antigamente, mas algumas de sempre, alguns dizem que bizarro, penso eu, que ousado e autentico.<\/p>\n<p>O show continuou com &#8220;Cupid Carries a Gun&#8221; do mais novo trabalho ( The Pale Emperor, 2015), &#8220;Irresponsible Hate Anthem&#8221; (Antichrist Superstar, 1996) e &#8220;Deep Six&#8221; do The Pale Emperor.<\/p>\n<p>Em seguida Manson fala com a plateia &#8220;Quantas pessoas aqui est\u00e3o drogadas? Vou pedir para prenderem voc\u00eas&#8221;, brincou Manson.<br \/>\nEnt\u00e3o era a hora de &#8220;The Dope Show&#8221; (Mechanical Animals, 1998) todos cantando do inicio ao fim tamb\u00e9m.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o um momento que ningu\u00e9m esperava,\u00a0 mas era pra del\u00edrio de todos &#8220;Tourniquet&#8221; (Antichrist Superstar, 1996) quem acompanha a anos a banda sabe que essa musica dificilmente \u00e9 tocada ao vivo, e Manson deu essa alegria pra todos os f\u00e3s, que por sinal ficaram muito surpresos e emocionados.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o Manson sai do palco e volta com os primeiros riffs de &#8220;Sweet Dreams (Are Made of This) &#8211; Eurythmics cover&#8221; e a perna mec\u00e2nica, sim minha gente, ele usou a perna mec\u00e2nica pra alegria de muitos, afinal \u00e9 uma das performances mais legais dele! Todos cantando em bom e alto som esse cl\u00e1ssico que muitos curtem tanto a vers\u00e3o original, quanto a vers\u00e3o cover.<\/p>\n<p>Na sequencia mais uma que n\u00e3o era t\u00e3o esperada e que surpreendeu muitos ali, &#8220;Cruci-Fiction in Space&#8221; (Holy Wood (In the Shadow of the Valley of Death, 2000). Manson entra com uma b\u00edblia &#8220;pegando fogo&#8221; e n\u00e3o podemos negar, quem estava na grade e viu a cara dos seguran\u00e7as, foi muito divertido, a cara de assustados, isso porque eles nao viram shows de antigamente&#8230; hahaha Foi um dentre tantos os momentos marcantes deste lindo show.<\/p>\n<p>Na sequencia colocaram um pedestal cheio de flores vermelhas, e Manson entrou com uma blusa preta e um capuz tampando praticamente todo o seu rosto&#8230; um dos momentos mais emocionantes do show &#8220;Coma White&#8221; (Mechanical Animals, 1998), muitas pessoas chorando, cantando, gesticulando com as m\u00e3os, realmente um momento que ficar\u00e1 marcado e guardado na mem\u00f3ria de todos f\u00e3s ali presentes.<\/p>\n<p>E como tudo que \u00e9 bom dura pouco e passa voando, o tempo de espera para esse show come\u00e7ar foi eterno, mas a dura\u00e7\u00e3o dele foi muito r\u00e1pida, passou em um piscar de olhos, era a hora da &#8220;despedida&#8221;, Manson pega as baquetas e come\u00e7a a fazer uns sons em parte da percuss\u00e3o\/tambor, que fica com o Daniel Fox, ent\u00e3o era a hora de &#8220;The Beautiful People&#8221; (Antichrist Superstar,1996). Em um determinado momento todos param de tocar, e s\u00f3 o Twiggy Ramirez (Baixista) fica tocando e Manson cantando o refr\u00e3o e toda a plateia cantando junto, ent\u00e3o come\u00e7a chuva de papeis picados e notas de d\u00f3lar personalizadas com o rosto do Manson, com o valor de 666 d\u00f3lares, o mesmo que \u00e9 o fundo do palco. (Qualquer semelhan\u00e7a com a musica da Rihanna, n\u00e3o era mera coincid\u00eancia! hahaha)<\/p>\n<p>Muita gente a car\u00e1ter da banda, muita gente emocionada, alguns reclamando achando que iria ver aquele &#8220;louco&#8221; de uns 30 anos atr\u00e1s, mas como j\u00e1 falamos, a idade chega para todos, ele n\u00e3o tem a mesma disposi\u00e7\u00e3o de antigamente, isso \u00e9 fato, est\u00e1 um pouco acima do peso? e dai?! Todos n\u00f3s mudamos, o que importa que a ess\u00eancia e o talento continua intacto! Vida longa ao Manson, ainda queremos ver muitos e muitos shows!!!<\/p>\n<p>Setlist:<\/p>\n<p>1.Angel With the Scabbed Wings<br \/>\n2.Disposable Teens<br \/>\n3.No Reflection<br \/>\n4.mOBSCENE<br \/>\n(with &#8216;Moonage Daydream&#8217; (David Bowie) intro)<br \/>\n5.Cupid Carries a Gun<br \/>\n6.Irresponsible Hate Anthem<br \/>\n7.Deep Six<br \/>\n8.The Dope Show<br \/>\n9.Tourniquet<br \/>\n10.Sweet Dreams (Are Made of This) &#8211; (Eurythmics cover)<br \/>\n11.Cruci-Fiction in Space<br \/>\n12.Coma White<br \/>\n13.The Beautiful People<\/p>\n<p>Bom, as atra\u00e7\u00f5es do palco Rockatansky estavam encerradas, corremos para o Lounge para ver a apresenta\u00e7\u00e3o da banda mais esperada da noite, os alem\u00e3es do Rammstein!<\/p>\n<p><strong>Rammstein<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-25708\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/09\/Rammstein.jpg\" alt=\"rammstein\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/p>\n<div class=\"owl-item active\">\n<figure><figcaption>\n<div class=\"table\">\n<div class=\"vAlign\">(Cr\u00e9dito foto: Est\u00fadio Gaveta)<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n<p>Primeiro, a Reden\u00e7\u00e3o, 17 anos depois, a banda volta ao mesmo lugar onde foi execrados e praticamente expulsos do palco quando abriram para o Kiss, em 1999, a gloria n\u00e3o poderia ter sido maior!<\/p>\n<p>A banda veio ao Brasil para sua terceira apresenta\u00e7\u00e3o, ( a segunda solo), a ultima apari\u00e7\u00e3o em solo brazuca foi em dezembro de 2010.<\/p>\n<p>Todos sabemos a qualidade e performance de palco da banda, ent\u00e3o estava por vir uma grande apresenta\u00e7\u00e3o, diria que a mais aguardada da noite&#8230;<\/p>\n<p>O tel\u00e3o come\u00e7ou a contagem regressiva, quando o tel\u00e3o marcou o numero zero, ent\u00e3o come\u00e7ava os primeiros acordes\/riffs de &#8220;Ramm 4&#8221;, ent\u00e3o desce um estilo de &#8220;elevador&#8221; suspenso com Paul Landers e Richard Kruspe encontrando com Oliver Riedel que j\u00e1 estava no palco, e explodiu uns fogos e em seguida entra Till Lindemann fazendo um &#8220;Sapateado&#8221; e usando um chap\u00e9u e uma roupa toda branca, esta musica \u00e9 nova e traz em suas letras combina\u00e7\u00f5es de t\u00edtulos de v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es antigas da banda, tais como &#8220;Sonne&#8221;, &#8220;Stein um Stein&#8221;, &#8220;Amerika&#8221;, &#8220;Engel&#8221;, etc.<\/p>\n<p>A galera alucinada estava agitando sem parar um segundo, e quase todos com o celular erguido filmando, ent\u00e3o no fim da musica Till fala &#8220;Curtam o show, por favor, n\u00e3o se preocupem em film\u00e1-lo&#8221;, mas nao adiantou muito, todos querem registrar o momento&#8230;<\/p>\n<p>Na sequencia &#8220;Reise, Reise&#8221; (Reise Reise,2004), depois &#8220;Hallelujah&#8221; (Mutter,2001), &#8220;Zerst\u00f6ren&#8221; (Rosenrot,2005), esta musica Till como sempre com suas performances e mudan\u00e7a de &#8220;figurino&#8221; abre o casaco e mostra um colete de explosivos. \u00c9 uma cr\u00edtica aos homens-bomba, e termina com Till &#8220;simbolicamente&#8221; se explodindo, com muita fa\u00edscas voando para todo lado. Na sequencia, &#8220;Keine Lust&#8221; (Reise, Reise,2004).<\/p>\n<p>E a t\u00e3o aguardada hora de &#8220;Feuer frei!&#8221; (Mutter, 2001), o show deles sempre \u00e9 marcado por muito fogo e pirofagia, ent\u00e3o j\u00e1 era de se esperar bastante fogo neste musica, e todos cantando juntos e batendo muita cabe\u00e7a, cabelo pra todos os lados.<\/p>\n<p>A banda \u00e9 uma referencia em cativar e interagir com o publico, ent\u00e3o sab\u00edamos que seria um dos melhores shows da noite e com o maior numero de pessoas assistindo.<\/p>\n<p>O set seguia com &#8220;Seemann&#8221; ( Rammstein,1994), &#8220;Ich tu dir weh&#8221; (Liebe ist f\u00fcr alle da,2009) alguns fogos e o som segue ate que na metade da musica, como todos que acompanham a banda sabe, rola a &#8220;zoeira&#8221; do Till com o Flake (Tecladista), faz andar de quatro e coloca dentro de uma esp\u00e9cie de banheira, ent\u00e3o Till subiu naquele elevador e jogou um balde de fogo dentro da banheira com o Flake, no final da musica Flake sai intacto de dentro da &#8220;banheira&#8221; e com aquela roupa colorida cheia de brilhos, era a hora de,\u00a0 &#8220;Du riechst so gut&#8221; (Herzeleid, 1995), pra todos que acompanham a banda, sabe que nessa musica eles usam o arco e flecha, com faiscas pra todos os lados, e o flake fica na esteira tocando e fazendo umas gracinhas.<\/p>\n<p>Na sequencia a trinca do album Mutter de 2001 &#8220;Mein Herz brennt&#8221;, &#8220;Links 2-3-4&#8221; um estouro no palco e muita fuma\u00e7a e os riffs de guitarra, a galera enlouquecendo, batendo palmas, e tudo que tem direito. seguida de &#8220;Ich will&#8221;.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o era a hora de uma das musicas mais conhecidas e esperadas daquela noite, &#8220;Du Hast&#8221; (Sehnsucht, 1997), todos cantando, pulando, batendo palma e cantando em coro do inicio ao fim, interagindo 100% banda e plateia.<\/p>\n<p>A ultima musica antes do\u00a0 encore, foi o cover do Depeche Mode com &#8220;Stripped&#8221;.<\/p>\n<p>A trinca do primeiro encore e talvez o ultimo ficou por conta de &#8220;Sonne&#8221; (Mutter,2001), mais um cl\u00e1ssico que a galera pira e na sequencia outro cl\u00e1ssico que n\u00e3o tem como ficar parado &#8220;Amerika&#8221; (Reise, Reise, 2004), todos cantam o refr\u00e3o e agitam como se n\u00e3o houvesse amanha! Ao terminar &#8220;Amerika&#8221; Till sai do palco e ent\u00e3o Richard fica em foco na ilumina\u00e7\u00e3o e come\u00e7a a assobiar, era a introdu\u00e7\u00e3o de &#8220;Engel&#8221; (Sehnsucht,1997) , Till assume os vocais e em um determinado momento surge asas em suas costas e ele fica suspenso no ar pelas asas, um momento muito bonito, afinal al\u00e9m da banda ter uma \u00f3tima performance instrumental, existe todo um teatro tamb\u00e9m, que \u00e9 a marca registrada deles.<br \/>\nMuitos sa\u00edram achando que o show tinha acabado, e outros gritavam muito &#8220;Rammstein, Rammstein&#8221;, mais alguns minutos a banda volta para o palco no encore final, ent\u00e3o muitos que estavam indo embora achando que o show tinha acabado voltou correndo, para ver a saideira, era hora de se despedir com &#8220;Te quiero Puta&#8221; (Rosenrot,2005), a n\u00edvel de curiosidade, esta \u00e9 uma musica que eles costumam tocar apenas na America latina devido o idioma da musica ser o espanhol, ADELANTE AMIGOS!<\/p>\n<p>Setlist:<\/p>\n<p>1.Ramm 4<br \/>\n2.Reise, Reise<br \/>\n3.Hallelujah<br \/>\n4.Zerst\u00f6ren<br \/>\n5.Keine Lust<br \/>\n6.Feuer frei!<br \/>\n7.Seemann<br \/>\n8.Ich tu dir weh<br \/>\n9.Du riechst so gut<br \/>\n10.Mein Herz brennt<br \/>\n11.Links 2-3-4<br \/>\n12.Ich will<br \/>\n13.Du hast<br \/>\n14.Stripped &#8211; (Depeche Mode cover)<\/p>\n<p>Encore:<br \/>\n15.Sonne<br \/>\n16.Amerika<br \/>\n17.Engel<\/p>\n<p>Encore 2:<br \/>\n18.Te quiero puta!<br \/>\nConclus\u00f5es finais: Sensacional, \u00e9 a palavra chave e que resume o Maximus Festival.<br \/>\nOrganiza\u00e7\u00e3o, seguran\u00e7a, praticidade, estrutura, pontualidade, line up, tudo estava sensacional, a \u00fanica reclama\u00e7\u00e3o que escutamos por parte do publico era sobre a quantidade de banheiros, que poderia ter mais, pois ficaram muito tempo na fila esperando para utilizar, mas de resto tudo muito bom!<\/p>\n<p>j\u00e1 vai se programando, anota ai na agenda, dia 20 de maio de 2017, ser\u00e1 a segunda edi\u00e7\u00e3o do festival! Fiquem ligados!!!<\/p>\n<p>E que o Festival se solidifique e este seja o sonho de todo f\u00e3 de Heavy metal No Brasil.<br \/>\nN\u00d3S O SAUDAMOS MAXIMUS FESTIVAL. LONGA VIDA A NOSSO FESTIVAL!!!! \\m\/<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Finalmente o Brasil tem seu Festival dedicado ao Heavy Metal!!!! Claro que temos nosso Fest Brazuca, que \u00e9 o Ro\u00e7a\u2019n\u2019Roll, mas faltava aquilo de nos termos algo comparado aos Fest da Gringa e o Maximus Festival realmente preenche essa lacuna e agora anualmente nossa agenda ficou completa. 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