{"id":27004,"date":"2016-11-14T16:45:10","date_gmt":"2016-11-14T18:45:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=27004"},"modified":"2016-11-14T16:45:10","modified_gmt":"2016-11-14T18:45:10","slug":"guns-n-roses-allianz-park-sao-paulosp-11112016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/guns-n-roses-allianz-park-sao-paulosp-11112016\/","title":{"rendered":"Guns n&#8217; Roses @ Allianz Park &#8211; S\u00e3o Paulo\/SP (11\/11\/2016)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>\u00a0&#8211; Axl, quando voc\u00ea voltar\u00e1 a tocar com Slash?<\/strong> \u201c<em>N\u00e3o nessa vida<\/em>\u201d disse Axl.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27006 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/14963325_1270541539676068_2731779572730287596_n.jpg\" alt=\"14963325_1270541539676068_2731779572730287596_n\" width=\"960\" height=\"640\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Resenha:<\/strong> Marcos Bullino<br \/>\n<strong>Fotos\/Divulga\u00e7\u00e3o:<\/strong> Katarina Benzova<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E por essa simples resposta em uma entrevista mil\u00eanios atr\u00e1s que tivemos o nome desta tour. A frase, \u201c<strong>Not in this Lifetime<\/strong>\u201d marcou a ent\u00e3o inacredit\u00e1vel\u00a0reuni\u00e3o de Axl, Duff e Slash.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desde o an\u00fancio de uma das turn\u00eas mais improv\u00e1veis da hist\u00f3ria (a mais improv\u00e1vel\u00a0certamente foi do <strong>Dokken<\/strong>), com sua estreia no <strong>Festival Coachela<\/strong>, era aguardando com muita ansiedade o anuncio de datas no Brasil. Quando finalmente confirmaram shows no Brasil em novembro, as vendas foram concorrid\u00edssimas, acarretando at\u00e9 um show extra em SP, com ingressos praticamente esgotados em ambos os dias.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A ansiedade era monstruosa principalmente ap\u00f3s os relatos de como foi o show em Porto Alegre, parecia que os dias n\u00e3o passavam e que chegaria o final de ano, mas n\u00e3o os dias 11 e 12 de novembro, e quando finalmente a data chegou, todos os f\u00e3s chegaram o mais cedo poss\u00edvel no Allianz Parque, o que causou um grande congestionamento na Regi\u00e3o da Pomp\u00e9ia em S\u00e3o Paulo, mas a entrada do p\u00fablico ocorreu dentro da normalidade prevista e em eventos deste porte no mesmo lugar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A abertura contou com a mesma banda da turn\u00ea passada, o <strong>Plebe Rude<\/strong>, que mesmo sendo historicamente \u201cpunk\u201d e completando 35 anos de carreira e tamb\u00e9m 30 anos do lan\u00e7amento do excepcional &#8220;<strong>O Concreto j\u00e1 Rachou<\/strong>&#8220;, n\u00e3o deixou os &#8220;t\u00edtulos&#8221; atrapalharem a incr\u00edvel performance. A banda come\u00e7a o show com \u201c<strong>Brasilia<\/strong>\u201d, que tem em sua letra o nome do primeiro disco e mesmo com um est\u00e1dio j\u00e1 bem cheio a banda n\u00e3o se intimida e faz o show explosivo, como j\u00e1 presenciamos algumas vezes. Os cl\u00e1ssicos continuam firmes sendo tocados pela banda com a mesma atitude desde os anos 80 e assim a banda manda, \u201c<strong>Johny vai a Guerra outra vez<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Minha Renda<\/strong>\u201d. E mesmo sem muita comunica\u00e7\u00e3o com a plat\u00e9ia, o vocalista <strong>Phelipe Seabra<\/strong> manda para o p\u00fablico: &#8220;<em>S\u00f3 lembrando do quanto hoje em dia a sociedade est\u00e1 bipolarizada e para unir isso, uma das armas mais fortes seria a m\u00fasica para fazer um mundo melhor<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tradicional <em>medley<\/em> de \u201c<strong>Prote\u00e7\u00e3o<\/strong>\u201d com a m\u00fasica \u201c<strong>Patria Amada<\/strong>\u201d dos <strong>Inocentes<\/strong> que o guitarrista <strong>Clemente<\/strong> toca em ambas as\u00a0bandas (Plebe Rude\/Inocentes), e o final claro que foi com \u201c<strong>At\u00e9 quando Esperar<\/strong>\u201d e levantou a galera, afinal a m\u00fasica \u00e9 dos grandes hits da banda que merece sim muito destaque, pois \u00e9 uma das poucas que n\u00e3o se vendeu as r\u00e1dios nos anos 80, e mesmo com isso continua fiel a seu som e aos seus ideais, fazendo bons shows, como esse que mesmo n\u00e3o tendo nada caracter\u00edstico com o <strong>Guns n&#8217; Roses<\/strong> a apresenta\u00e7\u00e3o foi impec\u00e1vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Setlist Plebe Rude<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">1. Brasilia<br \/>\n2. Johny vai a Guerra outra vez<br \/>\n3. Minha Renda<br \/>\n4. Prote\u00e7\u00e3o\/Patria Amada<br \/>\n5. At\u00e9 quando Esperar<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27005 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/14962719_1270545313009024_5017029437444203812_n.jpg\" alt=\"14962719_1270545313009024_5017029437444203812_n\" width=\"960\" height=\"627\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ap\u00f3s o show da Plebe Rude, muitos pensavam, qual seria o atraso do Guns \u2018n \u2018 Roses, t\u00e3o cl\u00e1ssico em seus shows, mas para surpresa de todos, a banda tem sido um reloginho, e normalmente entra cerca de 20 ou 25 minutos do hor\u00e1rio previsto e ao apagar das luzes, os gritos de<em>\u00a0&#8220;Guns&#8230;. and&#8230; Roses&#8221;<\/em>, os primeiros acordes de<strong> Duff McKagan<\/strong> para \u201c<strong>It\u2019s so easy<\/strong>\u201d o est\u00e1dio chegou a vibrar. \u201c<strong>Mr. Brownstone<\/strong>\u201d na sequencia, e cerca de quase 45 mil vozes cobriam a voz do <strong>Axl Rose<\/strong>, uma cena mais comuns quando vemos um show do <strong>Iron Maiden <\/strong>no Brasil\u00a0por exemplo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Direto e reto, <strong>Slash<\/strong> j\u00e1 manda o riff de \u201c<strong>Chinese Democracy<\/strong>\u201d, e como a m\u00fasica ganha peso, nesta vers\u00e3o! Embora n\u00e3o seja da considerada da fase cl\u00e1ssica da banda e chegue bem perto do estilo grunge, mas ali Slash come\u00e7ava a mostrar a diferen\u00e7a entre as fases dos Guns, (vale destacar, que mesmo achando pobre tecnicamente, o Guns realizava bons shows, sem Duff e Slash,) mas parece que quando eles est\u00e3o no palco tudo soa diferente, soa maior do que somar cada um individualmente, e chegava a grande hora, Axl a frente da bateria de <strong>Frank Ferrer<\/strong>, anuncia a pr\u00f3xima faixa do jeito mais cl\u00e1ssico poss\u00edvel, \u201c<em>You know where you are, You&#8217;re in the jungle baby, You&#8217;re gonna dieeeee<\/em>\u201d e ali n\u00e3o teve quem ficasse parado, execu\u00e7\u00e3o perfeita, embora n\u00e3o exista baterista no mundo que toque essa m\u00fasica como <strong>Steven Adler<\/strong>, penso que s\u00f3 ele consegue fazer aquela virada fenomenal ap\u00f3s o solo, mas a cr\u00edtica t\u00e9cnica desta forma\u00e7\u00e3o fica a Frank Ferrer, sendo ele o menos t\u00e9cnico dos que j\u00e1 empunharam as baquetas no Guns, mas isto \u00e9 apenas uma posi\u00e7\u00e3o pessoal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27008 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15032660_1270547339675488_7405516527497080197_n.jpg\" alt=\"15032660_1270547339675488_7405516527497080197_n\" width=\"960\" height=\"640\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sem d\u00favida um dos melhores shows da carreira do Guns foi no <strong>Rock in Rio<\/strong> em 1991 e ouvir \u201c<strong>Double Talkin\u2019 Jive<\/strong>\u201d com o riff de Slash, realmente era o saudosismo que todos do est\u00e1dio aguardavam, e que presen\u00e7a de palcos todos da banda possui, as tr\u00eas estrelas da noite Axl, Duff e Slash n\u00e3o param um minuto, e Slash com sua caracter\u00edstica de trocar sempre de guitarra, temos todos aqueles modelos cl\u00e1ssicos que passam pela nossa mente sendo usadas no show, e vamos aqui detalhar um a um come\u00e7ando com Slash, um show a parte, solos perfeitos, posi\u00e7\u00e3o de palco com a guitarra sobre sua coxa, executando seu feeling, e mostra que como ele em atividade hoje existe poucos, tocar r\u00e1pidos muitos o fazem, mas daquele jeitos com riffs poderosos, realmente s\u00e3o poucos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Duff McKagan<\/strong>, a base perfeita ou o mais rocker dos gunners, no palco homenageando <strong>Prince<\/strong> com o s\u00edmbolo do m\u00fasico em seu instrumento e a camisa do <strong>Lemmy<\/strong> e mesmo com o semblante mais fechado, o palco parece que \u00e9 sua casa, agita muito e exatamente neste show, percebi uma qualidade que antes n\u00e3o tinha reparado, seus backing vocals s\u00e3o perfeitos e isto ficou claro a partir da faixa \u201c<strong>Better<\/strong>\u201d, com ele cantando os refr\u00f5es ganham muito em harmonia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27011 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15068395_1270546656342223_8230556379760239071_o.jpg\" alt=\"15068395_1270546656342223_8230556379760239071_o\" width=\"760\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Axl Rose, simplesmente o cara, como agita no palco, vai de um lado\u00a0a outro, sobe nos retornos, levanta seu pedestal com um volante de base&#8230;, se j\u00e1 n\u00e3o canta como no passado, na sexta n\u00e3o importava muito pois a plat\u00e9ia cantou muito alto mesmo, e eu destacaria o que Axl cantou em \u201c<strong>Estranged<\/strong>\u201d, na complexa m\u00fasica foi tecnicamente perfeito, ali\u00e1s perfeito em todo o show.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E a\u00a0sequencia de sucesso que tivemos depois? Nada menos que \u201c<strong>Live and Let Die<\/strong>\u201d, \u201c<strong>Rocket Queen<\/strong>\u201d e \u201c<strong>You Could Be Mine<\/strong>\u201d, e chegava a primeira hora de Axl deixar o palco deixando os vocais para Duff executar a cl\u00e1ssica \u201c<strong>Attitude<\/strong>\u201d dos Misfits, (ali\u00e1s, outra banda que se reuniu com uma forma\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica e ainda se encontra sem data para o Brasil), mostrando a pegada mais punk, que a banda sempre teve!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201c<strong>Civil War<\/strong>\u201d, n\u00e3o ficou de fora, nem \u201c<strong>Coma<\/strong>\u201d, preferida por muitos daquele que curte um som mais\u00a0metal da banda. E, ap\u00f3s tivemos a aula de como tratar uma guitarra, com Slash, onde tocou tudo e mais um pouco, sem ser em nenhum momento enjoativo, e tivemos conforme esperado por todos o tema do filme <strong>O Poderoso Chef\u00e3o<\/strong>, para na sequencia o maior hit radiof\u00f4nico do Guns, \u201c<strong>Sweet Child of Mine<\/strong>\u201d em um momento que certamente ficou tatuado em todos. Logo ap\u00f3s conforme eu tinha pesquisado viria \u201c<strong>Wish you are here<\/strong>\u201d, e pensava que seria apenas um trecho ou algo parecido, mas qual foi minha surpresa quando Slash e <strong>Richard Fortus<\/strong>, v\u00e3o ao centro do palco, e tocam ela instrumentalmente deixando o vocal para o bel\u00edssimo coro das vozes presentes em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27007 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/14993392_1270543893009166_7599184875312597855_n.jpg\" alt=\"14993392_1270543893009166_7599184875312597855_n\" width=\"960\" height=\"749\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quantos relacionamentos foram marcados por <strong>\u201cNovember Rain<\/strong>\u201d? E no show em S\u00e3o Paulo teve um show com bal\u00f5es rosa e luzes de celular que deu um ar mais que especial e com a chuva caindo, ficando m\u00e1gico mesmo. E chegava ao fim a \u00a0primeira parte do show, que termina com \u201c<strong>Knocking on Heavens Door<\/strong>\u201d, m\u00fasica de <strong>Bob Dylan<\/strong> que o Guns popularizou e praticamente hoje em dia muita gente pensa que essa m\u00fasica \u00e9 deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O bis veio at\u00e9 de forma r\u00e1pida, com a pancadona \u201c<strong>Nightrain<\/strong>\u201d, seguida por \u201c<strong>Don\u2019t Cry<\/strong>\u201d, o cover \u201c<strong>The Seeker<\/strong>\u201d do <strong>The Who<\/strong>, e claro que o final mais que apote\u00f3tico com aquela intro de bateria, seguida pelo dedilhado clamando, dava o in\u00edcio para \u201c<strong>Paradise City<\/strong>\u201d que se n\u00e3o encerra o show do ano, certamente encerrou um dos shows mais aguardados dos \u00faltimos anos no Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27010 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15055781_1270544249675797_1715637524061394533_n.jpg\" alt=\"15055781_1270544249675797_1715637524061394533_n\" width=\"805\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um evento fant\u00e1stico que faz lembrar uma \u00e9poca de ouro do rock, mais precisamente no hard rock, com o que talvez seja a \u00faltima lenda do estilo, j\u00e1 que depois deles nada igual ou surpreendente quanto eles surgiu e todo esse borborinho por essa reuni\u00e3o far\u00e1 que seja lan\u00e7ado um DVD desta tour, e tomara que algo in\u00e9dito seja lan\u00e7ado j\u00e1 que todos compondo certamente coisa boa vir\u00e1.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E fica a dica e talvez uma das m\u00fasicas que faltou&#8230; \u201c<strong>Nice Boys, Don\u2019t play Rock \u2018n\u2018 Roll<\/strong>\u201d!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27009 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15037215_1270541846342704_8146840285521454138_n.jpg\" alt=\"15037215_1270541846342704_8146840285521454138_n\" width=\"960\" height=\"814\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Setlist Guns n&#8217; Roses<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">It&#8217;s So Easy<br \/>\nMr. Brownstone<br \/>\nChinese Democracy<br \/>\nWelcome to the Jungle<br \/>\nDouble Talkin&#8217; Jive<br \/>\nBetter<br \/>\nEstranged<br \/>\nLive and Let Die<br \/>\nRocket Queen<br \/>\nYou Could Be Mine<br \/>\nAttitude<br \/>\nThis I Love<br \/>\nCivil War<br \/>\nComa<br \/>\nSpeak Softly Love (Love Theme From The Godfather)<br \/>\nSweet Child O&#8217; Mine<br \/>\nWish You Were Here<br \/>\nNovember Rain<br \/>\nKnockin&#8217; on Heaven&#8217;s Door<br \/>\nNightrain<br \/>\nDon&#8217;t Cry<br \/>\nThe Seeker<br \/>\nParadise City<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Everybody Knows<br \/>\n(<strong>Leonard Cohen Song<\/strong>)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0&#8211; Axl, quando voc\u00ea voltar\u00e1 a tocar com Slash? \u201cN\u00e3o nessa vida\u201d disse Axl. Resenha: Marcos Bullino Fotos\/Divulga\u00e7\u00e3o: Katarina Benzova E por essa simples resposta em uma entrevista mil\u00eanios atr\u00e1s que tivemos o nome desta tour. A frase, \u201cNot in this Lifetime\u201d marcou a ent\u00e3o inacredit\u00e1vel\u00a0reuni\u00e3o de Axl, Duff e Slash. 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