{"id":27174,"date":"2016-11-25T12:58:39","date_gmt":"2016-11-25T14:58:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=27174"},"modified":"2016-11-25T12:58:39","modified_gmt":"2016-11-25T14:58:39","slug":"bmu-brasil-metal-union-tropical-butanta-sao-paulosp-13112016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/bmu-brasil-metal-union-tropical-butanta-sao-paulosp-13112016\/","title":{"rendered":"BMU &#8211; Brasil Metal Union @Tropical Butant\u00e3 &#8211; S\u00e3o Paulo\/SP (13\/11\/2016)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27203 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Tuatha.jpg\" alt=\"tuatha\" width=\"960\" height=\"543\" \/><\/p>\n<p>Resenha e fotos: Tamira Ferreira<\/p>\n<p>Para ver mais fotos, <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pg\/portalailhadometal\/photos\/?tab=album&amp;album_id=1275407229189499\">clique aqui<\/a>!<\/p>\n<p>O \u00faltimo domingo (13\/11) foi dedicado a celebrar o metal nacional. O <strong>Brasil Metal Union<\/strong> foi criado em 2000 com o intuito de divulgar a cena Heavy Metal brasileira e teve seis edi\u00e7\u00f5es ao todo. Terminando suas atividades em 2006.<\/p>\n<p>Em 2016, o <strong>BMU<\/strong> est\u00e1 de volta para uma edi\u00e7\u00e3o especial de comemora\u00e7\u00e3o de dez anos de seu \u00faltimo festival reunindo bandas de todos os lugares do Brasil e de diferentes vertentes do estilo.<\/p>\n<p>Chegamos ao Tropical Butant\u00e3, local que foi realizado o festival, \u00e0s 12h50 e do lado de fora j\u00e1 era poss\u00edvel ouvir o hino nacional brasileiro sendo tocado antes de come\u00e7ar as apresenta\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>A primeira banda a tocar era a <strong>Soulspell<\/strong>. Um projeto de \u00f3pera rock criado pelo baterista <strong>Heleno Vale<\/strong> no interior de S\u00e3o Paulo, mais especificamente em Len\u00e7\u00f3is Paulista.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27175 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15032931_1275411032522452_1207680930561590637_n.jpg\" alt=\"15032931_1275411032522452_1207680930561590637_n\" width=\"960\" height=\"727\" \/><\/p>\n<p>A Soulspell n\u00e3o possui uma forma\u00e7\u00e3o fixa, trocando sempre seus vocalistas. Para o show de S\u00e3o Paulo, estavam: Heleno Vale (bateria), <strong>Daniel Guirado<\/strong> (baixo e vocal), <strong>Leandro Erba<\/strong> (guitarra), <strong>S\u00e9rgio Pusep<\/strong> (guitarra), <strong>Rodrigo Boechat<\/strong> (teclado), <strong>Jefferson Albert<\/strong> (vocalista), <strong>Daisa Munhoz<\/strong> (vocalista), <strong>Talita Quintano<\/strong> (vocalista), <strong>Pedro Campos<\/strong> (vocalista) e <strong>Victor Emeka<\/strong> (vocalista).<\/p>\n<p>Os integrantes esbanjavam simpatia e energia em cima do palco, interagindo o tempo todo com o p\u00fablico que cantava as m\u00fasicas e agitava o tempo durante o show. At\u00e9 mesmo aqueles que n\u00e3o conheciam a banda, estavam satisfeitos com a apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27176 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15073293_1275410685855820_7840102963173317660_n.jpg\" alt=\"15073293_1275410685855820_7840102963173317660_n\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>A sintonia entre vocalistas e m\u00fasicos era marcante durante toda a performance e cada voz possu\u00eda um estilo \u00fanico, casando entre si durante as m\u00fasicas.<\/p>\n<p>Estavam no setlist da Soulspell as m\u00fasicas: &#8220;<strong>The Entrance<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Labyrinth<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Troy&#8221;<\/strong>, &#8220;<strong>Adrift<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Dead Tree<\/strong>, <strong>Age Of Silence<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>A Secret Compartment<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>O ponto forte do festival era a pontualidade. A equipe tinha 20 minutos para trocar os instrumentos enquanto uma cortina branca que ficava \u00e0 frente do palco passava apenas clipes de bandas nacionais para a plateia que esperava a pr\u00f3xima atra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segunda banda a se apresentar foi a paulistana <strong>Sal\u00e1rio M\u00ednimo<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27177 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Salario-1.jpg\" alt=\"salario-1\" width=\"960\" height=\"658\" \/><\/p>\n<p>Criada nos anos 80, a Sal\u00e1rio M\u00ednimo \u00e9 considerada pioneira no cen\u00e1rio Hard\/Heavy nacional.<\/p>\n<p>Formada por <strong>China Lee<\/strong> (vocal), <strong>Daniel Beretta<\/strong> (guitarra),<strong> Junior Muzilli<\/strong> (guitarra e voz), <strong>Diego Lessa<\/strong> (baixo e voz) e <strong>Marcelo Campos<\/strong> (bateria), a banda avisa que naquela tarde as can\u00e7\u00f5es ser\u00e3o apenas dos anos 80, tocando os cl\u00e1ssicos da banda.<\/p>\n<p>Entre uma m\u00fasica e outra, o vocalista brinca com o p\u00fablico dizendo que eles n\u00e3o estavam acostumados a tocar t\u00e3o cedo, ou perguntando se os f\u00e3s j\u00e1 tinham almo\u00e7ado porque a produ\u00e7\u00e3o n\u00e3o tinha dado comida para eles. China tamb\u00e9m explica sobre a composi\u00e7\u00e3o da m\u00fasica \u201c<strong>Dama da Noite<\/strong>\u201d, fazendo todos no lugar rirem das hist\u00f3rias por tr\u00e1s da composi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27178 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Salario.jpg\" alt=\"salario\" width=\"960\" height=\"624\" \/><\/p>\n<p>Por\u00e9m, China tamb\u00e9m comenta da dificuldade de uma banda de manter no metal brasileiro quando as pessoas preferem pagar uma fortuna em shows internacionais \u00e0 pagar pra ver as bandas locais. E ressaltou que quem estava l\u00e1 eram os verdadeiros f\u00e3s.<\/p>\n<p>O show teve duas participa\u00e7\u00f5es especiais, \u2018<strong>Paul X<\/strong>\u2019 da banda <strong>MonsteR<\/strong> e \u2018<strong>Carlinhos Anhaia<\/strong>\u2019 (Guitarrista e diretor musical em S\u00e3o Paulo).<\/p>\n<p>A can\u00e7\u00e3o \u201cNoite de Rock\u201d para um f\u00e3 que veio da Bahia especialmente para o show.<\/p>\n<p>Contavam tamb\u00e9m no setlist da Sal\u00e1rio M\u00ednimo as m\u00fasicas: &#8220;<strong>Del\u00edrio Estelar<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Beijo Fatal<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Anjos Da Escurid\u00e3o<\/strong>&#8221;\u00a0&#8220;<strong>Jogos De Guerra<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Cabe\u00e7a Metal<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>O lugar estava cheio e a cada hora chegavam mais f\u00e3s para o evento. Mais uma vez a cortina se abaixou e todos se preparavam para a entrada da banda <strong>Canga\u00e7o<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27180 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Canga\u00e7o-2.jpg\" alt=\"cangaco-2\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>Quando a cortina subiu, os primeiros a entrarem no palco foram o baterista <strong>Mek Natividade<\/strong> e o baixista <strong>Magno Barbosa Lima<\/strong>, o \u00faltimo a entrar foi o guitarrista <strong>Rafael Cadena<\/strong> segurando um lampi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os m\u00fasicos se apresentaram como \u201c<strong>Canga\u00e7o do Brasil<\/strong>\u201d, deixando de lado o regionalismo e mostrando que a proposta da banda era falar sobre os brasileiros e para os brasileiros. Eles tamb\u00e9m expressaram o prazer de vir do Recife fazer parte daquele evento.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27179 alignnone\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Canga\u00e7o-1.jpg\" alt=\"cangaco-1\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>O baixista e vocalista Magno lembrou ao p\u00fablico que naquele dia fazia um ano da chacina em Paris na casa de shows <strong>Bataclan<\/strong> e comentaram sobre intoler\u00e2ncia religiosa. O m\u00fasico tamb\u00e9m comentou sobre o atual estado pol\u00edtico brasileiro falando que \u201c<em>um pais \u00e9 muito mais que o estado que o governa<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A banda tem um estilo particular, fazendo mistura de ritmos populares brasileiros com o Heavy Metal. Um forte exemplo disso \u00e9 a vers\u00e3o de \u201c<strong>Cavalos do C\u00e3o<\/strong>\u201d de <strong>Z\u00e9 Ramalho<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27204 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15085631_1275417252521830_2247764467488556852_n.jpg\" alt=\"15085631_1275417252521830_2247764467488556852_n\" width=\"960\" height=\"571\" \/><\/p>\n<p>Contavam no setlist as m\u00fasicas: &#8220;<strong>Na\u00e7\u00e3o<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Arcabuzado<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Al Rasif<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Rondon<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Arretado<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Bombardeio<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Corpus<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Cantar \u00e0s Excel\u00eancias<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>O Canga\u00e7o termina o show com a frase: \u201c<em>Viva o Brasil, viva a uni\u00e3o!<\/em> \u201d<\/p>\n<p>Entre o p\u00fablico do BMU estavam m\u00fasicos de v\u00e1rias outras bandas paulistanas para representar o metal nacional e apreciar os shows daquele dia. Como a dos curitibanos do <strong>Semblant<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27182 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Semblant-1.jpg\" alt=\"semblant-1\" width=\"960\" height=\"658\" \/><\/p>\n<p>Muitos f\u00e3s estavam usando a camiseta oficial da banda e demonstravam ansiedade enquanto os m\u00fasicos se preparavam para subir ao palco.<\/p>\n<p>Os integrantes <strong>Thor Sikora<\/strong> (bateria), <strong>J. Augusto<\/strong> (teclado) e <strong>Sol Perez<\/strong> (guitarra) j\u00e1 come\u00e7avam a tocar a primeira can\u00e7\u00e3o quando uma dan\u00e7arina interpretava a can\u00e7\u00e3o. Logo ap\u00f3s foi a vez dos vocalistas <strong>Sergio Mazul<\/strong> e <strong>Mizuho Lin<\/strong> entrarem ao palco, para del\u00edrio do p\u00fablico.<\/p>\n<p>Sergio agradece a todos que estavam ali e diz que era muito importante para eles aquele momento de comemorar os dez anos de BMU e de Semblant. Tamb\u00e9m agradeceu a oportunidade de tocar em S\u00e3o Paulo, que n\u00e3o eram muitas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27183 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Semblant.jpg\" alt=\"semblant\" width=\"710\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>A banda estava lan\u00e7ando seu mais recente \u00e1lbum &#8220;<strong>Lunar Manifesto<\/strong>&#8221; e mostrando as can\u00e7\u00f5es principais para o p\u00fablico presente.<\/p>\n<p>Estavam presentes no setlist: &#8220;<strong>Dark Of The Day<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Mists Over The Future<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Ode To Rejection<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>The Shrine<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>What Lies Ahead<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Bursting Open<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Incinerate<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>Antes de tocar &#8220;What Lies Ahead&#8221;, a banda explica que \u00e9 uma m\u00fasica que conseguiu 7 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es do clipe no youtube, de forma independente e sem forte divulga\u00e7\u00e3o. O vocalista Sergio Mazul explica que isso pode parecer pouco para algumas m\u00fasicas duvidosas que ouvimos por a\u00ed, mas \u00e9 uma grande conquista para o rock nacional.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27184 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Bruno-1.jpg\" alt=\"bruno-1\" width=\"690\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>A pr\u00f3xima apresenta\u00e7\u00e3o da noite era a banda solo de <strong>Bruno Sutter<\/strong>. Conhecido nacionalmente como o <strong>Detonator<\/strong> da banda <strong>Massacration<\/strong> e como integrante do programa <strong>Hermes e Renato<\/strong> da <strong>MTV<\/strong>, Sutter estava apresentando seu mais novo trabalho e primeiro \u00e1lbum solo autointitulado.<\/p>\n<p>Estavam com Sutter, o m\u00fasicos <strong>Christian Oliveira<\/strong> (bateria), <strong>Attilio Negri<\/strong> (guitarra),<strong> Matheus<\/strong> (guitarra), e <strong>Luis Mariutti<\/strong> (baixo).<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27185 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Bruno-2.jpg\" alt=\"bruno-2\" width=\"855\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>Vale ressaltar entre os integrantes de Sutter o baterista Christian Oliveira, filho de <strong>Rodrigo Oliveira<\/strong> da <strong>Korzus<\/strong>, e grande m\u00fasico mesmo com apenas 18 anos. E Luis Mariutti, um dos maiores baixistas brasileiros e membro de grandes bandas do metal nacional como <strong>Angra<\/strong> e <strong>Shaman<\/strong>. Sutter fazia quest\u00e3o de ressaltar a qualidade de seus m\u00fasicos e sua felicidade de ter Mariutti, seu grande \u00eddolo, no palco com ele. Ali\u00e1s, o baixista teve apenas uma semana e meia para aprender todas as m\u00fasicas do setlist.<\/p>\n<p>Praticamente todos que estavam no BMU, sabem que \u00e9 Bruno Sutter, por\u00e9m era a primeira vez vendo seu projeto solo para muitos. Bruno diz que \u00e9 foda ouvir m\u00fasicas que n\u00e3o conhece, mas esperava que o p\u00fablico gostasse e depois do show fosse comprar o CD na banquinha de merchandising.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27186 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Bruno-Sutter.jpg\" alt=\"bruno-sutter\" width=\"636\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>Ali\u00e1s, ao fundo do Tropical Butant\u00e3 havia um espa\u00e7o dedicado a vender camisetas e CDs das bandas presentes nos shows, al\u00e9m das oficiais do BMU. Bruno Sutter ficou grande parte do tempo do festival naquela \u00e1rea para atender os f\u00e3s e vender seus produtos oficiais.<\/p>\n<p>Durante o show, o vocalista explica que para fazer metal no Brasil \u00e9 preciso ser de forma independente e sem gravadora. E quem j\u00e1 sofreu muito com os \u201chaters\u201d e coment\u00e1rios maldosos de pessoas achando que ele s\u00f3 levava o Heavy Metal na brincadeira, mas que para ele aquilo era muito s\u00e9rio e que ele ama o metal e estar no palco.<\/p>\n<p>As m\u00fasicas tocadas durante o show foram: &#8220;<strong>My Boss Is A Corpse<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>GrAttitude<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Stalker<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Socorro<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Provoke Yourself<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Haters Gonna Hate<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Best Singer<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Galopeira<\/strong>&#8220;. A \u00faltima sendo um cl\u00e1ssico da m\u00fasica sertaneja tocada em vers\u00e3o Heavy Metal.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27187 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Head-1.jpg\" alt=\"head-1\" width=\"615\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>J\u00e1 era por volta das 18h quando o <strong>HeadHunter DC<\/strong> subia ao palco.<\/p>\n<p>Banda criada na Bahia tem em sua forma\u00e7\u00e3o os m\u00fasicos: <strong>Daniel Brand\u00e3o<\/strong> (bateria), <strong>Zulbert Buery<\/strong> (baixo), <strong>George Lessa<\/strong> (guitarra), <strong>Paulo Lisboa<\/strong> (guitarra) e <strong>Sergio Baloff Borges<\/strong> (vocal).<\/p>\n<p>A banda \u00e9 pioneira no Death Metal brasileiro e j\u00e1 entra ao palco com uma introdu\u00e7\u00e3o e a voz do vocalista gritando: \u201c<em>Salve o Metal da morte<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27189 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Head.jpg\" alt=\"head\" width=\"960\" height=\"648\" \/><\/p>\n<p>Os m\u00fasicos n\u00e3o queriam que os f\u00e3s ficassem parados, agitando o tempo todo e pedindo para todos baterem cabelo e abrirem uma roda.<\/p>\n<p>No meio do show, Sergio pede para o p\u00fablico gritar \u201c<em>hey<\/em>\u201d, o mais alto que eles puderem e \u00e9 atendido pela plateia, por\u00e9m o vocalista rebate: \u201c<em>t\u00e1 legal, mas d\u00e1 para melhorar<\/em>\u201d. O coro do p\u00fablico gritando \u201c<em>hey<\/em>\u201d preenche todo o Tropical Butant\u00e3 e satisfaz o pedido do m\u00fasico.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27181 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Canga\u00e7o.jpg\" alt=\"cangaco\" width=\"858\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>O frontman expressa as dificuldades de uma banda de metal nacional se manter na cena, entretanto, ressalta que o HeadHunter est\u00e1 a 30 anos na estrada sem nunca ter acabado e completa com: \u201c<em>Se depender de cada um de voc\u00eas a gente consegue fazer o metal acontecer<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>Faziam parte do setlist os maiores cl\u00e1ssicos da HeadHunter como: &#8220;<strong>Death Of Heresy<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Stillborn Messiah<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>&#8230;And The Sky Turns To Black&#8230;, Am I Crazy?<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Death Vomit<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>God\u2019s Spreading Cancer<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Hail The Metal Of Death<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27188 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Head-2.jpg\" alt=\"head-2\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>BMU decidiu apostar em uma forma diferente de composi\u00e7\u00e3o de festival. As bandas v\u00eam de v\u00e1rios estados do Brasil, tendo cada uma o mesmo hor\u00e1rio para todo mundo e sendo todas conhecidas pelo p\u00fablico, mas nem tanto. Ent\u00e3o era poss\u00edvel ver bandas consagradas do meio e conhecer outras. O ambiente, o som e a ilumina\u00e7\u00e3o estava muito boa, cerveja barata, espa\u00e7o agrad\u00e1vel para o p\u00fablico e as bandas, o \u00fanico ponto negativo a ser ressaltado era que o food truck estava na \u00e1rea de fumante.<\/p>\n<p>Um dos momentos mais esperado da noite era a reuni\u00e3o da banda <strong>MonsteR<\/strong>. Depois de oito anos do t\u00e9rmino, eles decidiram se encontrar para tocar especialmente para o BMU e os f\u00e3s mal podiam esperar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27190 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Monster-1.jpg\" alt=\"monster-1\" width=\"960\" height=\"542\" \/><\/p>\n<p>Mesmo antes da cortina subir, muitos j\u00e1 gritavam pelo nome da banda e dos m\u00fasicos. Ou cantavam m\u00fasicas compostas pela MonsteR para conter a ansiedade.<\/p>\n<p>Com a cortina fechada, o vocalista pergunta: \u201c<em>tem algu\u00e9m a\u00ed?<\/em> \u201d. A plateia responde o mais alto poss\u00edvel. \u00c9 quando ele anuncia que tinham uma introdu\u00e7\u00e3o para o show, mas deu problema, ent\u00e3o ele pediu para os f\u00e3s gritarem enquanto a cortina subia. Foram prontamente atendidos.<\/p>\n<p>A cortina subiu e l\u00e1 estavam <strong>E.V.Sword<\/strong> (bateria), <strong>Luiz Portinari<\/strong> (guitarra) e Paul X (vocal e baixo).<\/p>\n<p>Antes de come\u00e7ar o show, o vocalista disse: \u201c<em>Ol\u00e1 BMU, faz oito anos que eu n\u00e3o digo isso<\/em>\u201d e \u201c<em>n\u00f3s somos a MonsteR e faz oito anos que eu tamb\u00e9m n\u00e3o digo isso<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27191 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Monster.jpg\" alt=\"monster\" width=\"755\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>O show come\u00e7ou e tinha aquele clima de show internacional, todos os f\u00e3s cantavam as m\u00fasicas e era poss\u00edvel ver a anima\u00e7\u00e3o geral para cada can\u00e7\u00e3o tocada. S\u00f3 quem estava l\u00e1 consegui sentir a emo\u00e7\u00e3o de f\u00e3s e artistas ao estarem juntos. Teve at\u00e9 um momento que uma f\u00e3 diz para o amigo: \u201c<em>sente essa m\u00fasica, s\u00f3 sente<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>\u00c9 uma mostra que o metal nacional tem qualidade e salva\u00e7\u00e3o, s\u00e3o f\u00e3s dedicados como os do MonsteR que far\u00e1 o rock crescer.<\/p>\n<p>O vocalista conversava o tempo todo com os f\u00e3s e estava emocionado por estar ali. Ele chorou algumas vezes ao falar com o p\u00fablico.<\/p>\n<p>No meio do show ele disse que estava com um problema no ouvido e precisava que os f\u00e3s gritassem o mais alto poss\u00edvel para ver se consegui limp\u00e1-lo.<\/p>\n<p>O vocalista volta a explicar que tinha outra introdu\u00e7\u00e3o que seria uma m\u00fasica bem ruim que est\u00e1 fazendo sucesso atualmente e depois algu\u00e9m gritando \u201c<em>shut the fuck up<\/em>\u201d (\u201ccala a boca, porra\u201d em tradu\u00e7\u00e3o livre). Ent\u00e3o pediu para os f\u00e3s come\u00e7arem a gritar \u201c<em>shut the fuck up<\/em>\u201d o mais alto poss\u00edvel. Fazendo a alegria do p\u00fablico ao gritar junto.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27209 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/15073477_1275424522521103_5129493044763581025_n.jpg\" alt=\"15073477_1275424522521103_5129493044763581025_n\" width=\"960\" height=\"574\" \/><\/p>\n<p>Com o tempo acabando, Paul explica que n\u00e3o poder\u00e1 tocar a \u00faltima m\u00fasica, mas que estava de alma lavada. Depois completou: \u201c<em>n\u00e3o sei se a gente volta, mas foi um dos melhores shows que n\u00f3s fizemos<\/em>\u201d. Por\u00e9m, os f\u00e3s n\u00e3o se contentaram com o fim do show e pediram mais uma m\u00fasica. Ap\u00f3s muita insist\u00eancia, a banda volta ao palco para tocar a \u00faltima m\u00fasica.<\/p>\n<p>Estavam no setlist da MonsteR as m\u00fasicas: &#8220;<strong>Why Don\u2019t You Wake Up<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>If You Can\u2019t Trust Me<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Fire (Burn)<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>At Last<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>The Show Is Not Over<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Shut The Fuck Up<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Monster<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>\u00c9 fato que o Heavy Metal \u00e9 dominado pelo sexo masculino, seja entre as bandas e o p\u00fablico. Por\u00e9m esse espa\u00e7o vem sendo conquistado pelo p\u00fablico feminino, que vem mostrando garra e paix\u00e3o quando se trata de m\u00fasica.<\/p>\n<p>No BMU, tivemos a SoulSpell com duas vocalistas mulheres, a Semblant com uma vocalista e a oitava atra\u00e7\u00e3o da noite.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27192 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Nervosa-1.jpg\" alt=\"nervosa-1\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>A <strong>Nervosa<\/strong> \u00e9 um trio de trash metal formada apenas por integrantes do sexo feminino. Em sua forma\u00e7\u00e3o est\u00e3o: <strong>Luana Dametto<\/strong> (bateria), <strong>Prika Amaral<\/strong> (guitarra) e <strong>Fernanda Lira<\/strong> (vocal e baixo).<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de palco da banda \u00e9 muito marcante e elas expressavam o tempo todo estarem muito feliz por tocar no BMU.<\/p>\n<p>Era o primeiro show da Nervosa em S\u00e3o Paulo em 2016 e a banda estava fazendo o lan\u00e7amento de seu mais novo \u00e1lbum, \u201c<strong>Agony<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27194 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Nervosa.jpg\" alt=\"nervosa\" width=\"960\" height=\"660\" \/><\/p>\n<p>A plateia n\u00e3o deixou por menos e abria uma roda a cada m\u00fasica da Nervosa, cantando e batendo cabe\u00e7a o tempo todo. Era not\u00e1vel a admira\u00e7\u00e3o de todos pela banda.<\/p>\n<p>O setlist da Nervosa era composto por: &#8220;<strong>Hypocrisy, Arrogance, Death!<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Surrounded By Serpents<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Intolerance Means War<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Masked Betrayer<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Hostages<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Theory Of Conspiracy<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Into Moshpit<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>A pen\u00faltima atra\u00e7\u00e3o do festival era a banda <strong>Hibria<\/strong> que tocou na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do BMU, dez anos atr\u00e1s, e estava de volta no domingo para alegria dos f\u00e3s.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27195 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Hibria-1.jpg\" alt=\"hibria-1\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>Com uma s\u00f3lida carreira internacional, os m\u00fasicos de Porto Alegre demonstravam estar muito animados em tocar em S\u00e3o Paulo e no BMU.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o do Hibria conta com: <strong>Eduardo Baldo<\/strong> (bateria), <strong>Ivan Beck<\/strong> (baixo), <strong>Renato Osorio<\/strong> (guitarra), <strong>Abel Camargo<\/strong> (guitarra) e <strong>Iuri Sanson<\/strong> (vocal).<\/p>\n<p>O vocalista agitava o p\u00fablico para cantar junto e se empolgarem a cada m\u00fasica. Quando pediu para os f\u00e3s pularem junto com ele, Iuri desceu para o meio da plateia para pular com todos eles.<\/p>\n<p>Haviam pessoas que estavam ali para ver, principalmente, o Hibria. A expectativa, a alegria de ver a banda e cantar as m\u00fasicas era vis\u00edvel durante os 40 minutos que eles estiveram no palco.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27197 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Hibria-3.jpg\" alt=\"hibria-3\" width=\"960\" height=\"638\" \/><\/p>\n<p>O vocalista pede para o p\u00fablico abrir uma roda e \u00e9 atendido na mesma hora.<\/p>\n<p>No setlist do Hibria estavam: &#8220;<strong>Silent Revenge<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Lonely Fight<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Steel Lord On Wheels<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Blinded By Faith<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Leading Lady<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Pain<\/strong>&#8221; , &#8220;<strong>Shoot Me Down<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>Tiger Punch<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>Ao final, Iuri agradece as outras bandas, a produ\u00e7\u00e3o do festival, o p\u00fablico e disse que aquele era um dia que iria entrar para a hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>\u00c9 de se esperar que depois de nove horas de show, os f\u00e3s estariam cansados e desanimados. Entretanto, o p\u00fablico do BMU estava pronto para receber a \u00faltima banda da noite.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27201 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Tuatha-2.jpg\" alt=\"tuatha-2\" width=\"639\" height=\"960\" \/><\/p>\n<p>Muitos gritavam pelo <strong>Tuatha de Danann<\/strong> e estavam prontos para dan\u00e7ar e cantar todas as m\u00fasicas. At\u00e9 mesmo m\u00fasicos de outras bandas estavam na expectativa para a apresenta\u00e7\u00e3o. Fernanda Lira da Nervosa comentava o tempo todo que n\u00e3o via a hora de dan\u00e7ar com os f\u00e3s as m\u00fasicas do Tuatha.<\/p>\n<p>Mesmo com a cortina fechada, cada som dos instrumentos tocados era motivo para aumentar a ansiedade entre os f\u00e3s.<\/p>\n<p>Todos come\u00e7aram a se reunir o mais pr\u00f3ximo do palco poss\u00edvel e quando a cortina subiu para come\u00e7ar o show, uma galera estava concentrada ao centro, pulando e dan\u00e7ando da primeira m\u00fasica \u00e0 \u00faltima.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27202 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Tuatha-3.jpg\" alt=\"tuatha-3\" width=\"960\" height=\"732\" \/><\/p>\n<p>A banda \u00e9 formada por: <strong>Rodrigo Abreu<\/strong> (bateria), <strong>Alex Navar<\/strong> (uilleann Pipes), <strong>Edgard Brito<\/strong> (teclado), <strong>Giovani Gomes<\/strong> (baixo e vocal), <strong>Rodrigo Berne<\/strong> (guitarra e vocal) e <strong>Bruno Maia<\/strong> (vocal, flautas, guitarra, bandolim e banjo).<\/p>\n<p>O vocalista explica que tocaram em quase todas as edi\u00e7\u00f5es do BMU, faltando em apenas uma e estar ali para fechar aquele evento t\u00e3o especial era muito gratificante para eles.<\/p>\n<p>Estavam no setlist: &#8220;<strong>We\u2019re Back<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Rhymes Against&#8230;<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Land Of Youth<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>Tanpingaratan<\/strong>&#8220;, &#8220;<strong>The Brave<\/strong>&#8220;, <strong>&#8220;Dance Of The Little Ones<\/strong>&#8221; e &#8220;<strong>US<\/strong>&#8220;.<\/p>\n<p>O p\u00fablico ainda teve a chance de conhecer, conversar e tirar foto com todos os m\u00fasicos ali presente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27200 aligncenter\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/11\/Tuatha-1.jpg\" alt=\"tuatha-1\" width=\"960\" height=\"641\" \/><\/p>\n<p>A Ilha do Metal agradece \u00e0s bandas que estiveram no festival, a organiza\u00e7\u00e3o, o Tropical Butant\u00e3 e ao <strong>Richard Navarro<\/strong> pelo credenciamento.<\/p>\n<p>N\u00f3s esperamos que o festival tenha atingido o sucesso esperado e volte ano que vem com mais bandas da nossa cena Heavy Metal.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Resenha e fotos: Tamira Ferreira Para ver mais fotos, clique aqui! O \u00faltimo domingo (13\/11) foi dedicado a celebrar o metal nacional. O Brasil Metal Union foi criado em 2000 com o intuito de divulgar a cena Heavy Metal brasileira e teve seis edi\u00e7\u00f5es ao todo. Terminando suas atividades em 2006. 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