{"id":27473,"date":"2016-12-12T21:25:09","date_gmt":"2016-12-12T23:25:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=27473"},"modified":"2016-12-12T21:25:09","modified_gmt":"2016-12-12T23:25:09","slug":"freedom-call-manifesto-bar-sao-paulosp-02122016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/freedom-call-manifesto-bar-sao-paulosp-02122016\/","title":{"rendered":"Freedom Call @Manifesto Bar &#8211; S\u00e3o Paulo\/SP (02\/12\/2016)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27474\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/143.jpg\" alt=\"143\" width=\"2488\" height=\"2832\" \/><\/p>\n<p>Para mais fotos, clique <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/107045272692373\/photos\/?tab=album&amp;album_id=1299889386741283\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Resenha<\/strong>: Tamira Ferreira<\/p>\n<p><strong>Fotos<\/strong>: Tamira Ferreira<\/p>\n<p>Passava-se das 21h quando o p\u00fablico entrava no Manifesto Bar numa sexta \u00e0 noite para presenciar um momento importante para o heavy metal mel\u00f3dico. A estreia da banda alem\u00e3 <strong>Freedom Call<\/strong> em solo brasileiro.<\/p>\n<p>Enquanto os f\u00e3s esperavam pelo show, tomando uma cerveja, ou conversando, os m\u00fasicos entraram no Manifesto e passaram pelo meio do p\u00fablico recebendo uma salva de palma.<\/p>\n<p><strong>Freedom Call<\/strong> se classifica como uma banda de \u201chappy metal\u201d, com letras positivas e can\u00e7\u00f5es animadas. Formada por: <strong>Chris Bay<\/strong> (vocal, guitarra), <strong>Lars Rettkowitz<\/strong> (guitarra, backing vocal), <strong>Ilker Ersin<\/strong> (baixo, backing vocal) e <strong>Ramy Ali<\/strong> (bateria, backing vocal).<\/p>\n<p>Era por volta das 22h quando a banda entrava ao palco, para a alegria dos f\u00e3s, em sua maioria homens.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27475\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/085.jpg\" alt=\"085\" width=\"4256\" height=\"2832\" \/><\/p>\n<p>O show come\u00e7ou com \u201c<strong>Union of the Strong<\/strong>\u201d e seu forte refr\u00e3o pedindo para o p\u00fablico erguer as m\u00e3os e pular. Todos cantavam juntos com o vocalista cada palavra da m\u00fasica. A uni\u00e3o entre f\u00e3s e banda se consolidava desde o come\u00e7o da apresenta\u00e7\u00e3o e a cada can\u00e7\u00e3o tocada.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima do setlist era \u201c<strong>The Eyes of the World<\/strong>\u201d do \u00e1lbum \u201c<strong>Eternity<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>O mais legal de um show no Manifesto Bar \u00e9 o clima intimista e o contato direto entre banda e p\u00fablico.<\/p>\n<p>Uma caracter\u00edstica marcante da <strong>Freedom Call<\/strong> s\u00e3o as introdu\u00e7\u00f5es das m\u00fasicas. A plateia fazia um coro un\u00edssono a cada uma e n\u00e3o foi diferente com <strong>Farewell<\/strong>, terceira can\u00e7\u00e3o da noite.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27476\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/286.jpg\" alt=\"286\" width=\"4256\" height=\"2832\" \/><\/p>\n<p>Vocalista, <strong>Chris Bay<\/strong>, arriscou algumas palavras em portugu\u00eas como: \u201cOi, como voc\u00eas est\u00e3o?\u201d, \u201cObrigado\u201d, \u201cTudo bem?\u201d e \u201cFalo portugu\u00eas perfeitamente\u201d. Seu sotaque forte levava os f\u00e3s ao riso a cada tentativa em falar nosso idioma.<\/p>\n<p>A noite continuava com \u201c<strong>Island Of Dreams<\/strong>\u201d do \u00e1lbum \u201c<strong>Eternity<\/strong>\u201d e \u201c<strong>The Quest<\/strong>\u201d do \u00e1lbum \u201c<strong>Crystal Empire<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Era vis\u00edvel a satisfa\u00e7\u00e3o no olhar dos m\u00fasicos que interagiam e conversavam com o p\u00fablico o tempo todo. O vocalista at\u00e9 contou sobre a expectativa de estar no Brasil.<\/p>\n<blockquote><p>\u201cN\u00f3s estivemos no M\u00e9xico e foi bem legal, ent\u00e3o estivemos na Col\u00f4mbia, foi muito legal. N\u00e3o acredit\u00e1vamos como o p\u00fablico podia cantar mais alto que n\u00f3s. Mas algumas pessoas nos diziam: &#8216;Hey! Vai pra Argentina e depois para o Brasil!&#8217; Voc\u00eas conseguiram derrubar a Col\u00f4mbia, a Argentina e o M\u00e9xico.\u201d<\/p><\/blockquote>\n<p>O sentimento de uni\u00e3o entre banda e p\u00fablico se consolida ainda mais quando Chris explica para o p\u00fablico que o Heavy Metal \u00e9 para todos, n\u00e3o importa sua cor ou origem, dando a deixa para tocar um dos cl\u00e1ssicos da <strong>Freedom Call<\/strong>, \u201c<strong>Metal is for Everyone<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27477\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/265.jpg\" alt=\"265\" width=\"2832\" height=\"4256\" \/><\/p>\n<p>Antes de tocarem \u201c<strong>Power and Glory<\/strong>\u201d, a banda queria ver se o p\u00fablico conseguia gritar o mais alto poss\u00edvel quando Chris terminasse de contar, em portugu\u00eas. Ap\u00f3s ter o pedido, todos come\u00e7aram a cantar o refr\u00e3o da m\u00fasica. Chris agradeceu, mas queria que todos se aproximassem do palco para cantar junto e ainda disse que estava muito animado por aquele momento.<\/p>\n<p>E o show continuava com m\u00fasicas que fazem parte dos quase 20 anos de banda, performando \u201c<strong>Tears of Babylon<\/strong>\u201d e \u201c<strong>We Are One<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Uma f\u00e3 perguntou se <strong>Chris Bay<\/strong> aceitava se casar com ela, o vocalista de uma risada e disse: \u201cVoc\u00ea \u00e9 rica?\u201d.<\/p>\n<p>O p\u00fablico continuava querendo mais e gritando o nome da banda. Ent\u00e3o era hora de tocar a m\u00fasica \u201c<strong>Freedom Call<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27478\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/360.jpg\" alt=\"360\" width=\"3679\" height=\"2757\" \/><\/p>\n<p>Por volta das 23h, os m\u00fasicos deixam o palco, por\u00e9m a plateia n\u00e3o se mexia e continuava a chamar pela banda e os integrantes.<\/p>\n<p>Quando eles voltam, o vocalista olhou para os f\u00e3s e disse, em tom de brincadeira: \u201cVoc\u00eas ainda est\u00e3o aqui?\u201d.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima m\u00fasica do setlist era \u201c<strong>Bleeding Heart<\/strong>\u201d e foi dedicada a todas as vidas perdidas no acidente com o avi\u00e3o da Chapecoense. Segundo a banda, eles estavam em Buenos Aires quando ficaram sabendo do ocorrido.<\/p>\n<p>Foi um momento muito emocionante para todos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27479\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2016\/12\/084.jpg\" alt=\"084\" width=\"3892\" height=\"2468\" \/><\/p>\n<p>O fim do show estava pr\u00f3ximo quando o vocalista pergunta para os f\u00e3s se ali haviam \u201cguerreiros da luz\u201d, ainda arriscando no portugu\u00eas. Ent\u00e3o as duas \u00faltimas m\u00fasicas da noite foram tocadas, \u201c<strong>Warriors<\/strong>\u201d e \u201c<strong>Land Of Light<\/strong>\u201d.<\/p>\n<p>Ao t\u00e9rmino, os m\u00fasicos abra\u00e7aram alguns f\u00e3s, distribu\u00edram palhetas e baquetas. E assim acabava a apresenta\u00e7\u00e3o da <strong>Freedom Call<\/strong>, uma banda que transborda simpatia, talento e heavy metal.<\/p>\n<p>Essa foi a primeira vez da banda no Brasil, mas tenho certeza que os f\u00e3s desejam que n\u00e3o seja a \u00faltima.<\/p>\n<p>Agradecimentos \u00e0 <strong>The Ultimate Music Press<\/strong> e a <strong>Dark Dimensions Produtora<\/strong>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para mais fotos, clique aqui. Resenha: Tamira Ferreira Fotos: Tamira Ferreira Passava-se das 21h quando o p\u00fablico entrava no Manifesto Bar numa sexta \u00e0 noite para presenciar um momento importante para o heavy metal mel\u00f3dico. A estreia da banda alem\u00e3 Freedom Call em solo brasileiro. 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