{"id":27982,"date":"2016-02-28T16:59:28","date_gmt":"2016-02-28T19:59:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=27982"},"modified":"2016-02-28T16:59:28","modified_gmt":"2016-02-28T19:59:28","slug":"renato-teixeira-entrevistamos-o-musico-e-recebemos-uma-aula","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/renato-teixeira-entrevistamos-o-musico-e-recebemos-uma-aula\/","title":{"rendered":"Renato Teixeira: Entrevistamos  o m\u00fasico e recebemos uma aula"},"content":{"rendered":"<p>Renato Teixeira sem d\u00favida \u00e9 um dos artistas que est\u00e1 acima de qualquer estilo. Ex\u00edmio m\u00fasico e compositor, o artista tem o respeito de toda a classe musical e influencia m\u00fasicos nos mais variados estilos.<\/p>\n<p>O rep\u00f3rter Marcos Cesar, do site A Ilha do Metal, conversou com o m\u00fasico sobre sua carreira, influenciar toda uma gera\u00e7\u00e3o, os tempos da Ditadura Militar e sobre o atual mercado da m\u00fasica .<\/p>\n<div class=\"galeria\">\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"attachment-galeria wp-post-image\" src=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9610-1-920x627.jpg\" alt=\"_MG_9610_1\" width=\"920\" height=\"627\" \/><\/figure>\n<\/div>\n<div class=\"clearfix\">\n<aside class=\"col-xs-3\">\n<div class=\"data\"><span class=\"dia\">Publicado originalmente no site <a href=\"http:\/\/www.midiorama.com\/confira-entrevista-exclusiva-com-renato-teixeira-autor-de-classicos-como-romaria\">Midiorama em 23<\/a><\/span><span class=\"mes-ano\">fev 2016<\/span><\/div>\n<div class=\"autor clearfix\"><\/div>\n<\/aside>\n<div class=\"content\">\n<p>Renato Teixeira \u00e9 um m\u00fasico e compositor como poucos. Comp\u00f4s\u00a0\u201cRomaria\u201d, famosa na voz de Elis Regina, \u201cDad\u00e1 Maria\u201d, que tamb\u00e9m cantou em dueto com Gal Costa, e \u201cFrete\u201d, tema de abertura do seriado \u201cCarga Pesada\u201d, da Rede Globo, entre tantos outros sucessos.<\/p>\n<p>O\u00a0m\u00fasico concedeu uma entrevista exclusiva para A Ilha do Metal, em parceria com a Midiorama, e os detalhes voc\u00eas podem conferir abaixo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9660-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-19191 size-large\" src=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9660-1-1024x683.jpg\" alt=\"_MG_9660_1\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a><\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013 Renato, muito obrigado por nos receber. 46 anos de carreira dedicada \u00e0 m\u00fasica regional. O que voc\u00ea pensa que deixou de legado a m\u00fasica brasileira?<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013\u00a0<\/strong>Toda a m\u00fasica \u00e9 regional, ela vem de alguma regi\u00e3o, de algum lugar do planeta, ent\u00e3o eu nunca pensei de uma maneira regionalista. Acho que nossa fun\u00e7\u00e3o \u00e9 tocar o nosso jeito de viver, nosso jeito de pensar a poesia, o esp\u00edrito do brasileiro\u2026 talvez esse seja o grande legado, porque a qu\u00edmica, a matem\u00e1tica, a constru\u00e7\u00e3o da coisa foi assim: pegar a m\u00fasica caipira, que tem uma linda hist\u00f3ria, que \u00e9, na verdade, a m\u00fasica folk brasileira, aquela m\u00fasica da terra, aquelas coisas de aplicar a MPB na m\u00fasica caipira \u2013 mais ou menos o que o pessoal do jazz fez com o samba e criou a Bossa Nova \u2013 e pegar a MPB\u00a0com a m\u00fasica caipira. Isso cria um produto muito forte, para voc\u00ea poder expressar suas verdades, a gente n\u00e3o cria nada, as m\u00fasicas est\u00e3o a\u00ed no ar para serem compostas. Ent\u00e3o tem aquela m\u00fasica muito cerebral, aquela coisa que voc\u00ea pode fazer , pode armar um \u201ccastelo de cartas\u201d, com solu\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas, caminhos inusitados e tem aquela m\u00fasica natural, como se achasse o fio da meada, que ela vai se desenrolando. Eu sou mais para esse lado de desenrolar a m\u00fasica de maneira natural, que assim o povo tem o que cantar, n\u00e9? \u00c9 mais ou menos isso.<\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013 Eu venho do\u00a0rock, mas o som da viola, do seu jeito mais folk, raiz, sempre chamou minha aten\u00e7\u00e3o, principalmente pela sua t\u00e9cnica. Mas se fosse para voc\u00ea indicar um CD e conhecer sua carreira qual seria?<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013 <\/strong>Todos\u2026 qualquer um, qualquer disco, desde que a pessoa tenha capacidade de se posicionar no tempo. Mas voc\u00ea falou, que se diz, \u201ceu venho do rock\u201d, eu n\u00e3o acredito, sabe? O rock vem da gente, a m\u00fasica vem da gente, essas coisas vem da gente, essas refer\u00eancias que eu trabalho, que \u00e9 a m\u00fasica da terra, a m\u00fasica da batida, \u00e9 a mesma refer\u00eancia que o pessoal no resto do mundo usa para desenvolver sua m\u00fasica popular. Ent\u00e3o voc\u00ea fica permanentemente ligado a essas coisas, em todos momentos o que voc\u00ea faz \u00e9 sua verdade. Talvez hoje eu n\u00e3o faria o disco que fiz em 80, entendeu? Mas aquele l\u00e1, naquele momento, se voc\u00ea ouvir\u2026 eu gosto de todos meus discos, gosto de todas as minhas m\u00fasicas, o compositor natural, ele tem um mecanismo que as que voc\u00ea n\u00e3o se identifica voc\u00ea esquece, ent\u00e3o acaba ficando na sua mem\u00f3ria as que voc\u00ea gosta, ent\u00e3o \u00e9 uma rela\u00e7\u00e3o bastante saud\u00e1vel.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<a href=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9576-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-19183 size-large\" src=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9576-1-1024x683.jpg\" alt=\"_MG_9576_1\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013\u00a0Nos anos 70 voc\u00ea gravou um dos jingles que marcou a vida de muitas crian\u00e7as e eu sou uma delas. Como foi a grava\u00e7\u00e3o da Bala de Leite Kids? E voc\u00ea esperava aquele sucesso?<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013\u00a0<\/strong>Foi um momento da Ditadura Militar, que a m\u00fasica entrou num recesso brabo aqui no Brasil e eu fui para a publicidade. Fiquei muitos anos na publicidade e ela, de uma certa forma, me manteve a par dos acontecimentos do planeta. Com a venda da censura e dentro da publicidade consegu\u00edamos ler revistas que vinham de todos os pa\u00edses, tinha acesso a noticias internacionais\u2026 enfim a publicidade pra mim foi uma porta aberta para as modernidades. O trabalho que eu fiz eu me orgulho muito, maior barato. A publicidade \u00e9 uma arte linda e a ideia \u00e9 voc\u00ea fazer, criar um jingle, uma m\u00fasica \u00a0que ajude a vender um produto, e n\u00e3o \u00e9 nada mais que isso. Mas voc\u00ea pode fazer com uma certa arte, com um certo capricho, com uma f\u00f3rmula po\u00e9tica, objetiva, que encante as pessoas tamb\u00e9m. Assim potencializa mais. O \u201cRoda Baleiro\u201d, tem outra tamb\u00e9m, \u201cOrtop\u00e9 Ortop\u00e9 t\u00e3o bonitinho\u201d, s\u00e3o coisas que ficam na mem\u00f3ria afetiva das pessoas e isto \u00e9 muito interessante para mim, pois n\u00e3o se vende mais o produto, nem existe mais, mas ficou no cora\u00e7\u00e3o das pessoas. Isso deixa a vida da gente mais interessante, voc\u00ea se sente mais confort\u00e1vel .<\/p>\n<p>Eu me sinto muito confort\u00e1vel em ter passado pela publicidade. Eu sa\u00ed da publicidade, mas a publicidade n\u00e3o saiu de mim. Hoje eu sou um cara que pensa publicitariamente, ent\u00e3o os jingles s\u00e3o um dos momentos mais gostosos da minha carreira<\/p>\n<div class=\"fve-max-width-wrapper\">\n<div class=\"fve-video-wrapper fve-image-embed fve-thumbnail-image youtube\"><iframe loading=\"lazy\" frameborder=\"0\" height=\"100%\" src=\"http:\/\/www.youtube.com\/embed\/IptSDxS248c?wmode=transparent&amp;modestbranding=1&amp;autohide=1&amp;showinfo=0&amp;rel=0\" width=\"100%\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/div>\n<\/div>\n<p><em><strong>E n\u00f3s s\u00f3 temos a te agradecer que tivemos uma\u00a0inf\u00e2ncia\u00a0melhor.<\/strong><\/em><\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013\u00a0O que voc\u00ea acha da m\u00fasica sertaneja de hoje, o sertanejo universit\u00e1rio?<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013\u00a0<\/strong>N\u00e3o, Eu n\u00e3o entro por esse lado, n\u00e3o. Eu n\u00e3o costumo analisar a qualidade do conte\u00fado, porque isso depende muito da situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, da situa\u00e7\u00e3o cultural, do ensino\u2026 enfim, depende de uma s\u00e9rie de circunst\u00e2ncias, at\u00e9 a seguran\u00e7a interfere na qualidade musical. Se hoje n\u00e3o t\u00e1 bom, outras vezes tamb\u00e9m n\u00e3o esteve. N\u00e3o h\u00e1 nada de novo acontecendo. S\u00f3 existe uma coisa nova que est\u00e1 acontecendo e isso, sim, me interessa muito: a m\u00fasica est\u00e1 plena, muito trabalho, muitos shows, muita gente assistindo, o mercado movimentado muito dinheiro, muito emprego, enfim uma industria cultural muito saud\u00e1vel. A quest\u00e3o de conte\u00fado j\u00e1 \u00e9 outro problema, outra hist\u00f3ria, que n\u00e3o vem ao caso. N\u00f3s j\u00e1 tivemos momentos ruins na m\u00fasica, teve um momento nos anos 50, outra um pouquinho antes da bossa nova\u2026 a m\u00fasica tem uma coisa que \u00e9 muito interessante, que define tudo, ela acompanha os momentos, os momentos s\u00f3cio-pol\u00edticos.\u00a0Na \u00e9poca do Get\u00falio tinha um tipo de m\u00fasica, a\u00ed veio o Juscelino, veio a bossa nova, a\u00ed vem a \u00e9poca da Ditadura Militar e a MPB, que \u00e9 mais engajada. Foi a primeira vez que os artistas come\u00e7aram a emitir opini\u00f5es pol\u00edticas, assumindo o papel de formador de opini\u00e3o que antes n\u00e3o tinha e a\u00ed depois acaba esse neg\u00f3cio, vem esse outro momento populista, que esta acontecendo no Brasil. Logicamente a m\u00fasica tem que ser populista tamb\u00e9m. A qualidade musical que se ouve no Brasil representa a qualidade cultural do nosso pa\u00eds tamb\u00e9m. \u00a0E isso que vamos fazer, \u00e9 lutar contra isso, ajudar o pa\u00eds a crescer, fazer escola, educa\u00e7\u00e3o, \u00e9 por a\u00ed que resolve isso. N\u00e3o \u00e9 questionando, nem pichando. N\u00e3o se pode falar mal desses meninos que est\u00e3o a\u00ed, eles est\u00e3o fazendo o trabalho deles, eu conhe\u00e7o a maioria deles, pessoal trabalha s\u00e9rio, s\u00e3o dedicados, todos os meninos de fam\u00edlias boas, s\u00e3o meninos ajuizados, eles fazem esse mercado girar. Olha a quantidade de dinheiro que esses meninos fazem girar! Isso n\u00e3o tem import\u00e2ncia? Acho que tem muita import\u00e2ncia.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9557-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-19174 size-large\" src=\"http:\/\/www.midiorama.com\/wp-content\/uploads\/2016\/01\/mg-9557-1-1024x683.jpg\" alt=\"_MG_9557_1\" width=\"640\" height=\"427\" \/><\/a><\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013 A sua parceria com\u00a0S\u00e9rgio\u00a0Reis e Almir Sater ainda poder\u00e1 nos\u00a0render outros trabalhos ou turn\u00eas?<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013\u00a0<\/strong>Agora, a partir de maio, a gente come\u00e7a nosso show, que vai chamar <em>Comitiva<\/em>, eu o Almir e o S\u00e9rgio. N\u00f3s conseguimos formar um publico, ter um espa\u00e7o dentro do mercado da m\u00fasica. Eu e o S\u00e9rgio fazemos meio que um trabalho de curadoria dentro do repert\u00f3rio da cultura caipira, mostrando os seus valores. Quando junta com o Almir, a ideia \u00e9 colocar no mercado essas coisas que tem um lado mais cult, eu falo assim\u2026 eu venho do lado mais acad\u00eamico da m\u00fasica caipira. O meu caipirismo \u00e9 o caipirismo do Lobato, do Mario de Andrade, do Guimar\u00e3es Rosa, da Tarsila, que \u00e9 um pessoal que me identifico muito com a cabe\u00e7a deles, com o pensar deles, porque eu tive oportunidade de ler e conhecer, tive acesso a esse neg\u00f3cio. Eu estou lan\u00e7ando esse disco com o Almir, o <em>Ar<\/em>, que a gente gostou muito e est\u00e1 muito bonito, inclusive estamos fazendo o segundo, com o S\u00e9rgio Reis, e eu tenho o projeto <em>Amizade Sincera<\/em>, que j\u00e1 est\u00e1 no segundo disco. Inclusive este ano ganhamos o Grammy de\u00a0melhor disco, somando tudo eu fa\u00e7o, uma media de 120 shows por ano, o Almir e o S\u00e9rgio tamb\u00e9m (o S\u00e9rgio faz at\u00e9 mais), a gente canta para p\u00fablicos enormes, com 20, 30 mil pessoas cantando com a gente. O mais importante \u00e9 aquele carinho no ego, que voc\u00ea canta e tem um sil\u00eancio teatral, que as pessoas curtem. Est\u00e1 tudo certo! E antes de questionar o trabalho da mo\u00e7ada, que faz o sertanejo universit\u00e1rio, que faz a roda girar, os movimentos que os puristas chamam de oportunistas, tentando mesclar com esse lado que sou eu, o Almir, o S\u00e9rgio, o Boldrin, somos n\u00f3s que\u00a0damos um pouco do lastro, a gente vai e fala \u201c<em>perai,<\/em>n\u00e3o \u00e9 bem assim\u201d (risos). E uma coisa posso garantir pra voc\u00eas: n\u00f3s quatro que citei, eu, Almir, S\u00e9rgio e Boldrin, n\u00f3s somos, sim, refer\u00eancia para esses meninos, eu sei porque eles chegam na gente, nos procuram e s\u00e3o boas pessoas, ent\u00e3o t\u00e1 tudo certo. A grande noticia \u00e9 que apesar do Brasil estar vivendo um momento dif\u00edcil, a nossa m\u00fasica vive um momento glorioso, como sempre.<\/p>\n<h4><strong>A Ilha do Metal \u2013\u00a0Obrigado e envie uma mensagem aos leitores do Midiorana.com<\/strong><\/h4>\n<p><strong>Renato Teixeira \u2013\u00a0<\/strong>Pessoal , um grande abra\u00e7o pra voc\u00eas e muita m\u00fasica na veia.<\/p>\n<p>Agradecimento Especial a Poliana e Erica, do Sesc Pinheiros, por toda a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Renato Teixeira sem d\u00favida \u00e9 um dos artistas que est\u00e1 acima de qualquer estilo. Ex\u00edmio m\u00fasico e compositor, o artista tem o respeito de toda a classe musical e influencia m\u00fasicos nos mais variados estilos. 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