{"id":29927,"date":"2017-05-20T14:29:55","date_gmt":"2017-05-20T17:29:55","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=29927"},"modified":"2017-05-20T14:29:55","modified_gmt":"2017-05-20T17:29:55","slug":"maximus-festival-interlagos-sao-paulosp-13052017","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/maximus-festival-interlagos-sao-paulosp-13052017\/","title":{"rendered":"Maximus Festival @ Interlagos &#8211; S\u00e3o Paulo\/SP (13\/05\/2017)"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29115\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/04\/Banner-70000-_ready.jpg\" alt=\"\" width=\"1327\" height=\"349\" \/><\/p>\n<p><strong>Maximus Festival \u2013 A celebra\u00e7\u00e3o do Metal no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>O maior festival de Heavy Metal Brasileiro \u00e9 o <strong>Ro\u00e7a\u2019n\u2019Roll <\/strong>mas aquele que tem seu line up bandas acima de qualquer estilo musical, bandas que representam a cena Metal com sucesso de vendas esse rol\u00ea tem um nome e se chama\u00a0<strong>Maximus Festival<\/strong>, que antes de um lugar com v\u00e1rios shows, proporciona ao p\u00fablico uma experi\u00eancia \u00fanica com cen\u00e1rios e outros pontos onde todo f\u00e3 de Heavy Metal admira e n\u00e3o se cansa de marcar presen\u00e7a.<\/p>\n<p>Quase doze horas de shows, tr\u00eas palcos, sem d\u00favida o <strong>Maximus<\/strong> vem ganhando for\u00e7a a cada ano e\u00a0 tivemos um bom crescimento de p\u00fablico, seja pelas promo\u00e7\u00f5es ou n\u00e3o, o que importa \u00e9 que o p\u00fablico compareceu e foi em peso.<\/p>\n<p>Interlagos era o lugar escolhido, desde a primeira edi\u00e7\u00e3o, quando uma das primeiras imagens no tel\u00e3o j\u00e1 definia essa data de 13 de maio, e l\u00e1 fomos n\u00f3s\u00a0 onde a tarefa seria \u00e1rdua, mas com certeza gratificante.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29945\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Ghost-05.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"469\" \/><\/p>\n<p>Texto: Marcos Almeida\/Geane S. Borges<\/p>\n<p>Fotos: Flavio Santiago (OnStage.mus.br)<\/p>\n<p><strong>Nem Liminha Ouviu<\/strong><\/p>\n<p>Iniciando o Fest no palco que fica a lateral onde ano passado onde todas bandas brasileiras tocaram recebeu a banda formada por\u00a0 Tatola, vocal,\u00a0 Guitarra, Wecko e Gabriel, Marc\u00e3o, no baixo e Jacar\u00e9 na bateria basearam seu set em cl\u00e1ssicos do Rock dos anos 80 come\u00e7ando com a Face de Deus, cover dos Inocentes.<\/p>\n<p>A banda surpreendeu ao colocar duas faixas autorais, j\u00e1 que jamais tinha visto alguma composi\u00e7\u00e3o da banda nos shows que fizemos deles,\u00a0\u00a0 e pelo visto a veia compositora do <strong>Tatola<\/strong>, (radialista conhecido de uma r\u00e1dio de S\u00e3o Paulo e apresentador de um programa dominical falou mais alto) com as faixas \u201c<em>N\u00e3o tem Perd\u00e3o<\/em>\u201d e \u201c<em>Jamais<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A banda tem uma excelente presen\u00e7a de palco e um dos melhores momentos foi a cl\u00e1ssica vers\u00e3o do <strong>365<\/strong>, escrita por <strong>Carlos Finho<\/strong>, \u201c<em>S\u00e3o Paulo<\/em>\u201d que praticamente deveria ser o hino da cidade.<\/p>\n<p>Tatola sempre vai de um lado por outro assim como fazia na banda que participou e fez hist\u00f3ria no underground brasileiro, o <strong>N\u00e3o Religi\u00e3o<\/strong>, e terminou com dois covers dos ga\u00fachos <strong>Replicantes <\/strong>com \u201c<em>Surfista Calhorda<\/em>\u201d e \u201c<em>Nicotina<\/em>\u201d<\/p>\n<ol>\n<li>A Face de Deus (Cover do Inocentes)<\/li>\n<li>N\u00e3o Tem Perd\u00e3o (autoral)<\/li>\n<li>T\u00e3o Perto (Cover do Cabine C)<\/li>\n<li>Jamais (autoral)<\/li>\n<li>S\u00e3o Paulo (Cover do 365)<\/li>\n<li>At\u00e9 Quando Esperar (Cover da Plebe Rude)<\/li>\n<li>Surfista Calhorda (Cover de Os Replicantes)<\/li>\n<li>Nicotina (Cover de Os Replicantes)<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>OIT\u00c3O <\/strong><\/p>\n<p>Chegava a hora que deveria ser de orgulho para o Heavy Metal Nacional, pela primeira vez uma banda brasileira tocava nos palcos principais do <strong>Maximus Festivail<\/strong>, e mod\u00e9stia parte ficamos extremamente felizes por ser o <strong>Oit\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que poucos bangers conhecem o som da banda, mas todos sabem que \u00e9 o vocalista, pelo sucesso no ramo gastron\u00f4mico em S\u00e3o Paulo e pela participa\u00e7\u00e3o no Masterchef na TV brasileira. Como estivemos no show no <strong>Sesc Belenzinho<\/strong> e j\u00e1 conhecemos a destrui\u00e7\u00e3o h\u00e1 muito tempo sab\u00edamos o que ia rolar,e foi muito interessante ver a cara de espanto de muitos quando o massacre sonoro come\u00e7ou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29954\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Oitao-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"467\" \/><\/p>\n<p>De cara \u201c<em>Tiro na R\u00f3tula<\/em>\u201d , e\u00a0 Henrique Foga\u00e7a\u00a0 (vocal), Ciero (guitarra)\u00a0, Ed Chavez(baixo) e Marcelo BA(bateria) representaram nosso Heavy Metal de maneira brilhante, que postura de banda no palco, Foga\u00e7a do jeit\u00e3o dele, transpira a brutalidade presente na nossa m\u00fasica extrema, \u00e9 daqueles vocalista que ao cantar voc\u00ea n\u00e3o consegue perceber o idioma, se fosse portugu\u00eas ou arm\u00eanio,, grego, ningu\u00e9m ve a diferen\u00e7a,\u00a0 apenas no refr\u00e3o,.<\/p>\n<p><strong>Ciero<\/strong> impressiona nas palhetadas com riffs perfeitos e claramente a banda queria aproveitar cada momento do set, \u201c <em>Podrid\u00e3o Engravatada<\/em>\u201d\u00a0 e \u201c <em>Doen\u00e7a<\/em>\u201d continuava o massacre, e que banda ao vivo, e o som da banda n\u00e3o \u00e9 nada mainstream.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29955\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Oitao-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"404\" \/><\/p>\n<p>O que diferenciamos de uma banda de verdade e de amigos que ensaiam e gravam disco \u00e9 quando em palcos com qualidade de som e luz, fazem a diferen\u00e7a, e esse detalhe ainda falta em algumas bandas do nosso pa\u00eds, por\u00e9m n\u00e3o com <strong>Oit\u00e3o<\/strong>, aquele impacto de show grandioso no <strong>Sesc Belenzinho<\/strong> se melhorou e a postura da banda no palco, foi de Headliner em qualquer palco do mundo.<\/p>\n<p>J\u00e1 era poss\u00edvel algumas rodas mesmo que ainda bem discretas e o p\u00fablico ia chegando e cada vez mais ia preenchendo o espa\u00e7o da\u00a0 pista.\u201d<em>4\u00b0 Mundo\u201d, <\/em>\u201c<em>Chacina<\/em>\u201d , \u201cMaldito Papa\u201d era uma pancada atr\u00e1s de outra, e pensamos \u00e9 chover no molhado, a qualidade de algumas bandas brasileiras.<\/p>\n<p>O final apote\u00f3tico e perfeito com \u201c<em>Faixa de Gaza<\/em>\u201d\u00a0 do \u00e1lbum de 2010, parafraseando e at\u00e9 brincando com o respeitado Chef, literalmente o Oit\u00e3o mostrou que n\u00e3o \u00e9 nada light ou diet, e que sim ainda tem muito bacon ou churrasco para nos brindar com mais m\u00fasicas cl\u00e1ssicas e excelentes shows como este.<\/p>\n<p><strong>OIT\u00c3O NESSAPORRA E ABRE A RODA!!!!<\/strong><\/p>\n<ol>\n<li>Intro<\/li>\n<li>Tiro na R\u00f3tula<\/li>\n<li>Podrid\u00e3o Engravatada<\/li>\n<li>Doen\u00e7a<\/li>\n<li>4\u00b0 Mundo<\/li>\n<li>Pobre Povo<\/li>\n<li>Chacina<\/li>\n<li>Maldito Papa<\/li>\n<li>Papel<\/li>\n<li>N\u00e3o Me Entrego<\/li>\n<li>Imagem da Besta<\/li>\n<li>Faixa de Gaza<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>RED FANG<\/strong><\/p>\n<p>Chegava a hora de encontras as bandas que entrevistamos para o Festival e a primeira seria o <strong>Red Fang<\/strong>, na verdade todas viriam na sequencia, e a expectativa era grande desde o show no extinto <strong>Inferno Club<\/strong>, considerado pela banda um dos melhores shows da banda.<\/p>\n<p>No palco <strong>Bryan Giles<\/strong> &#8211; Guitarra e vocal, <strong>Aaron Beam<\/strong>, Baixo e Vocal, <strong>David Sullivan<\/strong> na Guitarra e <strong>John Sherman<\/strong> na bateria sobe ao palco do maximus e que seu Stoner, que muito bem podemos colocar como uma evolu\u00e7\u00e3o do grunge, embora como eles disseram, \u201c<em>sem r\u00f3tulos tudo \u00e9 Rock\u2019n\u2019Roll<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29959\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Red-Fang-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>\u201c<em>Blood Like Cream<\/em>\u201d, pesad\u00edssima, come\u00e7ou o show , depois\u201cMalverde\u201d do novo trabalho e \u201c<em>Crows in Swine<\/em>\u201d fechou a primeira trinca, e como disseram a gente no dia anterior era n\u00edtido a felicidade da banda em estar em um palco grande e atingir um p\u00fablico maior.<\/p>\n<p>N\u00e3o estivemos no Inferno Club, mas pens\u00e1vamos que a banda tentava superar aquele show, e claramente a banda recebia um bom feedback vindo da plateia participando bem deste show. Se o tipo de som deles n\u00e3o apresenta muito virtuosismo a atitude da banda no palco era excelente daquela que um bom Rock pode ser feito sem virtuosismo, com pancadas e viradas de bateria, Riffs fortes e vocais agressivos, t\u00e3o caracter\u00edstico no som do <strong>Red Fang<\/strong>.<\/p>\n<p>A banda variou bem no set list curto por\u00e9m diversificado dentro da discografia da banda, \u201cWires\u201d e nessa <strong>John Sherman <\/strong>baixou uma esp\u00e9cie de<strong> \u201cBill Ward\u201d <\/strong>descendo o bra\u00e7o com um precis\u00e3o Sabbattiana nos bons tempos do saudoso e sempre brilhante <strong>Black Sabbath<\/strong>.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29960\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Red-Fang-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"505\" \/><\/p>\n<p>O set curto encerrou com \u201c<em>Dirt Wizard<\/em>\u201d e a pesad\u00edssima \u201c<em>Prehistoric Dog<\/em>\u201d \u00a0e literalmente a banda mostrou que n\u00e3o veio apenas para compor um line up de um Festival querendo sim angariar novos f\u00e3s e mostrar seu trabalho musical, e certamente muitos como n\u00f3s, pensam na volta da banda para um set completo no Brasil, pois o defeito desse show foi realmente o set ser curto demais.<\/p>\n<ol>\n<li>Blood Like Cream<\/li>\n<li>Malverde<\/li>\n<li>Crows in Swine<\/li>\n<li>Wires<\/li>\n<li>Flies<\/li>\n<li>Dirt Wizard<\/li>\n<li>Prehistoric Dog<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>HATEBREED <\/strong><\/p>\n<p>Na data do Fest o<strong> Hatebreed <\/strong>comemorava um ano do \u00faltimo lan\u00e7amento , o pesado<strong>,\u00a0 The Concrete Confessional, Jamey Jasta, <\/strong>vocais<strong> , Frank Novinec <\/strong>e <strong>Lozinak <\/strong>nas guitarras<strong> , Chris Beattie <\/strong>no baixo<strong> , Matt Byrne <\/strong>na bateria entraram no palco a mil por hora com a mistura de hardcore e Metal que a banda faz perfeitamente e de cara\u00a0 com duas do cl\u00e1ssico, <strong>Supremacy<\/strong>, \u201c<em>To the Threshold<\/em>\u201d e \u201cDestroy Everything\u201d seguida pela \u00fanica do no play no set \u201cLooking Down the Barrel of Today\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29948\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Hatebreed-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>O que dizer de um massacre sonoro, feito na melhor qualidade, presen\u00e7a de palco perfeita, e quem j\u00e1 havia ido em algum show da banda com certeza sabia o que esperava, \u201c<em>Empty Promises<\/em>\u201d e \u201c<em>Beholder of Justice<\/em>\u201d seguiu o massacre com uma seguida da outra e sem muita comunica\u00e7\u00e3o, embora isso j\u00e1 fosse previsto,\u00a0 por\u00e9m certa forma fomos surpreendidos com o set , pois achei que ele estaria voltado ao novo \u00e1lbum e ppor\u00e9m ele se baseou nos discos <strong>The Rise of Brutality<\/strong>, <strong>Satisfactions is the Death of Desire<\/strong> e <strong>Supremacy<\/strong><\/p>\n<p>As rodas no Festival j\u00e1 come\u00e7avam a ser mais frequentes, e Interlagos j\u00e1 apresentava um excelente p\u00fablico, sendo que a melhor parte do show ficou para a trinca final com \u201c <em>Honor never dies<\/em>\u201d, \u201c<em>Live for this<\/em>\u201d e \u201c <em>I will be heard<\/em>\u201d deixando o palco visivelmente felizes deixando a plateia com aquele gosto de quero mais&#8230;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29947\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Hatebreed-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<ol>\n<li>To the Threshold<\/li>\n<li>Destroy Everything<\/li>\n<li>Looking Down the Barrel of Today<\/li>\n<li>Empty Promisses<\/li>\n<li>Beholder of Justice<\/li>\n<li>As Diehard as They Come<\/li>\n<li>Driven by Suffering<\/li>\n<li>Tear it Down<\/li>\n<li>This is Now<\/li>\n<li>Last Breath<\/li>\n<li>Honor Never Dies<\/li>\n<li>Live for This<\/li>\n<li>I Will be Heard<\/li>\n<\/ol>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>B\u00d6HSE ONKELZ <\/strong><\/p>\n<p>Chegava a hora da banda que ningu\u00e9m sabia pronunciar o nome, vindo diretamente da Alemanha, essa foi a grande surpresa do Festival, os \u201c Tios mals\u201d que \u00e9 o significado do nome da banda e voc\u00eas ver\u00e3o o carisma da banda em uma entrevista exclusiva que fizemos com eles.<\/p>\n<p>Aqui um fato hist\u00f3rico, ou curiosidade, a banda que come\u00e7ou no estilo punk era considerada de extrema direita, de fazer o Bolsonaro parecer ser uma crian\u00e7a birrenta que quer l\u00edder sindical de esquerda, e com o tempo e problemas a banda que sempre foi apartid\u00e1ria, superou barreiras e preconceitos<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29930\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Bohse-Onkelz-03.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"396\" \/><\/p>\n<p>Tanto \u00e9 que na Alemanha chegando a ser vetada pelo governo germ\u00e2nico de fazer shows, e aos poucos a banda foi mudando seu estilo passando pelo ska e chegando ao som mais heavy Metal que tem hoje em dia.<\/p>\n<p>A banda independente da fase sempre lotou est\u00e1dios, e tanto \u00e9 que na volta da banda depois de dez anos de hiato, tocou em dois dias em um Festival como headliner para nada menos que 100.000 pessoas e por dois dias seguidos e s\u00e3o idolatrados em seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>Quando temos uma mescla bem feita de punk rock e Metal o resultado \u00e9 maravilhoso, e no caso da banda n\u00e3o \u00e9 diferente, e <strong>Stephan Weidner<\/strong>, o baixista, o grandalh\u00e3o <strong>Kevin Russell<\/strong>, na Guitarra <strong>Matt Gonzo Roehr<\/strong>, e na Bateria <strong>Peter Schorowsky<\/strong> entraram no palco do Maximus Festival com 3 cl\u00e1ssicos da banda \u201c<em>10 Jahre<\/em>\u201d, a segunda com uma intro parecida com uma m\u00fasica do Red Hot, por\u00e9m vira um punk\u00e3o em quest\u00e3o de segundos \u201c<em>Hier Sind Die Onkelz<\/em>\u201d e outro hit alem\u00e3o, \u201c<em>Hier Sind Die Onkelz<\/em>\u201d<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29933\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Bohse-Onkelz-06.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>Tr\u00eas hits de cara, a banda j\u00e1 apresentou suas cartas e a banda empolgou o desconfiado p\u00fablico afinal, pouqu\u00edssimos conheciam a banda, e como ela se apresenta ao vivo, <strong>Stephan Weidner<\/strong> e <strong>Matt Gonzo Roehr, <\/strong>agitam muito, indo de um lado ao outro, <strong>Peter<\/strong> <strong>Schorowsky <\/strong>arrebenta na bateria, e j\u00e1 o vocal <strong>Kevin Russell<\/strong> \u00e9 o mais digamos discreto da banda com pouca movimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O show impressionou e n\u00e3o deixaram seu \u00faltimo CD de fora do set list, o excelente <strong>Memento,\u00a0 <\/strong>com duas seguidas<strong> \u201c<\/strong>52 Wochen \u201c e \u201cIrgendwas F\u00fcr Nichts\u201d e terminaram a apresenta\u00e7\u00e3o com \u201cAuf Gute Freunde\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29928\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Bohse-Onkelz-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<ol>\n<li>10 Jahre<\/li>\n<li>Hier Sind Die Onkelz<\/li>\n<li>Finde Die Wahrheit<\/li>\n<li>Danke F\u00fcr Nichts<\/li>\n<li>Bomberpilot<\/li>\n<li>Kirche<\/li>\n<li>52 Wochen<\/li>\n<li>Irgendwas F\u00fcr Nichts<\/li>\n<li>Auf Gute Freunde<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>GHOST<\/strong><\/p>\n<p>Ainda com o sol raiando os mascarados do Ghost<strong>, Papa Emeritus , vocais, <\/strong>e os m\u00fasicos conhecidos como<strong> Nameless <\/strong>Ghouls sendo cinco instrumentistas<strong>, Alchemy fire symbol., <\/strong>guitarrista solo<strong> , Alchemy water, <\/strong>baixista<strong> , Alchemy air, <\/strong>tecladista<strong> , Alchemy earth, <\/strong>baterista<strong> e Aether\u00a0 , guitarrista base .<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s a intro a primeira m\u00fasica<strong>, \u201c<\/strong><em>Square Hammer<\/em><strong>\u201d, <\/strong>do \u00faltimo lan\u00e7amento, o EP <strong>Popestar, <\/strong>com aquela performance que todos esperamos deles, \u201cFrom the Pinnacle to the Pit\u201d veio depois onde os guitarristas ficavam pedindo que a galera agitasse junto.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29946\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Ghost-06.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"408\" \/><\/p>\n<p>Embora muitos aguardavam a banda, o som mais voltado para um Hard Rock, n\u00e3o chegando a ser pesad\u00e3o, a galera curtia o show e realmente foi muito bom, com os m\u00fasicos agitando muito, por\u00e9m a de se mencionar que um show deles de dia, n\u00e3o tem absolutamente nenhum apelo visual tocando de dia, como por exemplo tiveram no <strong>Rock in Rio<\/strong>, quando as luzes fizeram uma grande diferen\u00e7a.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29943\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Ghost-03.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>Embora os f\u00e3s se empolgam muito particularmente achamos o show bem morno, e realmente ele passou bem r\u00e1pido terminando a apresenta\u00e7\u00e3o com as m\u00fasicas \u201c <em>Year Zero<\/em>\u201d, \u201c<em>Absolution<\/em>\u201d e \u201c <em>Mummy Dust<\/em>\u201d<\/p>\n<ol>\n<li><em>Masked Ball (Jocelyn Pook song \u2013 intro)<\/em><\/li>\n<li>Square Hammer<\/li>\n<li>From the Pinnacle to the Pit<\/li>\n<li>Ritual<\/li>\n<li>Cirice<\/li>\n<li>Year Zero<\/li>\n<li>Absolution<\/li>\n<li>Mummy Dust<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>ROB ZOMBIE <\/strong><\/p>\n<p>Uma presen\u00e7a esperad\u00edssima no Brasil, a volta de <strong>Rob Zombie<\/strong>, e junto em sua banda o excelente guitarrista\u00a0 <strong>John 5<\/strong>, o baixista <strong>Piggy D<\/strong>, <strong>Ginger Fish<\/strong> na bateria, e <strong>Zeuss<\/strong> nos teclados, come\u00e7ando muito bem com a faixa que o titulo parece uma letra de m\u00fasca de t\u00e3o longa, \u201cDead City Radio and the New Gods of Supertown\u201d e como todos estavam mascarados, e tem um som mais pesado que o Ghost, o visual mascarado at\u00e9 passou despercebido.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29964\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Rob-Zombie-04.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"444\" \/><\/p>\n<p><strong>Rob Zombie<\/strong>, \u00e9 um espet\u00e1culo a parte, com agita, um perfeito frontman e todos seus m\u00fasicos fazem jus a tocarem junto, todos n\u00e3o param um minuto, seja na nova \u201c <em>In the Age of the Consecrated Vampire<\/em>\u201d seja no remake do <strong>White Zombie<\/strong> com \u201c<em>More Human than human<\/em>\u201d ou no melhor momento do show, com \u201c<em>Well, Everybody\u2019s fucking a UFO<\/em>\u201d, onde ele trouxe um Alien infl\u00e1vel, bem parecido com aquele do filme <strong>Paul o Extra terrestre<\/strong>, e fez a galera ficar jogando ele para cima, e o visual criado era bem engra\u00e7ado, afinal de longe parecia um ET fazendo Stage Diving.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29961\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Rob-Zombie-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"434\" \/><\/p>\n<p>O primeiro solo propriamente dito que vimos no festival foi de John 5 que embora curto at\u00e9 serviu para o medley de \u201d<em>Thunder Kiss\u201965<\/em>\u201d e \u201c<em>School\u2019s Out<\/em>\u201d, cl\u00e1ssicos do <strong>White Zombie<\/strong> e <strong>Alice Cooper.<\/strong><\/p>\n<p>O final apote\u00f3tico com a plateia totalmente ganha, e fica sobre aqueles shows que certamente mereciam ter mais tempo, e acabaram com \u201c<em>Dragula<\/em>\u201d uma brilhante apresenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29962\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Rob-Zombie-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"433\" \/><\/p>\n<ol>\n<li>Dead City Radio and the New Gods of Supertown<\/li>\n<li>Superbeast<\/li>\n<li>Demonoid Phenomenon<\/li>\n<li>In the Age of the Consecrated Vampire We All Get High<\/li>\n<li>Living Dead Girl<\/li>\n<li>Scum of the Earth<\/li>\n<li>Well, Everybody\u2019s Fucking in a U.F.O.<\/li>\n<li>More Human Than Human (White Zombie)<\/li>\n<li>Never Gonna Stop (The Red, Red Kroovy)<\/li>\n<li>The Hideous Exhibitions of a Dedicated Gore Whore<\/li>\n<li>House of 1000 Corpses<\/li>\n<li><em>John 5 guitar solo<\/em><\/li>\n<li>Thunder Kiss \u201965 \/ School\u2019s Out (White Zombie \/ Alice Cooper)<\/li>\n<li>The Lords of Salem<\/li>\n<li>Get your Boots on! That\u2019s the End of Rock and Roll<\/li>\n<li>Dragula<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>FIVE FINGER DEATH PUNCH <\/strong><\/p>\n<p>Talvez a banda fosse a mais pedida pelos f\u00e3s para virem no Brasil que estava nesse line up, e quando aos primeiros acordes de \u201cLift me up\u201d a recep\u00e7\u00e3o para Ivan Moody , o vocalista, Zolt\u00e1n B\u00e1thory\u00a0 e Jason Hook\u00a0 nas guitarra, Chris Kael\u00a0 no baixo e Jeremy Spencer na bateria n\u00e3o poderia ter sido melhor.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29935\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Five-Finger-Death-Punch-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>O engra\u00e7ado foi ver uma esp\u00e9cie de m\u00e1scara no vocalista Ivan, e pens\u00e1vamos \u00e9 a terceira banda seguida com m\u00e1scara, daqui a pouco at\u00e9 o Slayer entra mascarado tamb\u00e9m.\u00a0Os show come\u00e7ou de forma absurda, um astral e uma presen\u00e7a de palco impressionante \u201cNever Enough\u201d, \u201cWash it All Away\u201d, \u201cGot your Six\u201d, emu ma velocidade e agito que pensava, value qualquer espera, que show sensacional, ai tivemos o maravilhoso cover de Bad Company , muito bem executado e com aquela adi\u00e7\u00e3o do som pr\u00f3prio da banda ficou muito foda.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29938\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Five-Finger-Death-Punch-04.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>\u201cJekyll and Hyde\u201d tamb\u00e9m deixou o clima l\u00e1 em cima, e meio que um marco foi o solo de bateria, que acabou dando uma esfriada no show, que n\u00e3o voltou a ter a energia do come\u00e7o, nem as ac\u00fasticas, \u201cRemember Everything\u201d, ou \u201cWrong Side of Heaven\u201d, reaqueceram, e embora digamos que o show esfriou, ele estava longe de ser um show ruim, e at\u00e9 quando encheu o palco com mulheres e a galera brincando tamb\u00e9m n\u00e3o surtiu aquele efeito, e finalizaram com \u201cThe Bleeding\u201d o show que tinha para ser espetacular, mas alheio a nosso conhecimento n\u00e3o foi, mas repetimos, foi longe de ser ruim.<\/p>\n<p>Ao final a banda simpaticamente agradeceu a todos e rolava a vers\u00e3o &#8220;<em>House of the rising sun&#8221;<\/em>, que mesmo sendo mec\u00e2nica, esse cl\u00e1ssico do rock sempre merece ser citado.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29940\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Five-Finger-Death-Punch-06.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"476\" \/><\/p>\n<p><strong>Five Fingers Death Punch<\/strong>, um recado a voc\u00eas, VOLTEM LOGO<\/p>\n<ol>\n<li>Lift me Up<\/li>\n<li>Never Enough<\/li>\n<li>Wash it All Away<\/li>\n<li>Got your Six<\/li>\n<li>Bad Company (Cover do Bad Company)<\/li>\n<li>Jekyll and Hyde<\/li>\n<li><em>Solo de bateria<\/em><\/li>\n<li>Burn MF<\/li>\n<li>Remember Everything (ac\u00fastica)<\/li>\n<li>Wrong Side of Heaven (ac\u00fastica)<\/li>\n<li>Coming Down<\/li>\n<li>Under and Over it<\/li>\n<li>The Bleeding<\/li>\n<li><em>The House of the Rising Sun (outro \u2013 som mec\u00e2nico)<\/em><\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>SLAYER <\/strong><\/p>\n<p><strong>Chegava a hora que separou os homens dos meninos.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Kerry King, Tom Araya, Paul Bostaph, Gary Holt <\/strong>n\u00e3o foram aclamados mas sim reverenciados, e de cara \u201c<em>Repentless<\/em>\u201d, faixa t\u00edtulo do novo \u00e1lbum, seguida pela primeira surpresam\u00a0 \u201c<em>Disciple<\/em>\u201d, aquela faixa do <strong>God Hate us all<\/strong>, que tem na letra essas palavras que d\u00e3o nome ao CD.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29969\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Slayer-03.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>\u201c<em>Postmortem<\/em>\u201d do <strong>Reign in Blood <\/strong>foi outra surpresa e daquelas mais felizes, e j\u00e1 t\u00ednhamos a primeira considera\u00e7\u00e3o a ser feita, o som estava perfeito, independente da banda, do Slayer todos os instrumentos eram percept\u00edveis e tudo no volume adequado.<\/p>\n<p><strong>Araya<\/strong>, pergunta, se est\u00e1vamos prontos a nos divertir, ora claro que est\u00e1vamos, no palco era o Slayer, e s\u00f3 coisa boa no set, a apresenta\u00e7\u00e3o caracter\u00edstica de \u201c<strong>War Essemble<\/strong>\u201d, magistral, e era interessante, que ningu\u00e9m conversava ou olhava para o lado, todos, focados e atentos curtindo o show a sua maneira, headbangiando, cantando, dublando, ou o que fosse, e ao nosso lado, estavam a banda <strong>Oit\u00e3o<\/strong>, o guitarrista Jean Patton do <strong>Project46, Marcus D\u2019Angelo <\/strong>do<strong> Claustrofobia, <\/strong>e todos completamente hipnotizados pelo som que vinha do palco.<\/p>\n<p><strong>Gary Holt<\/strong> se encaixou com uma luva e ver o respeito ao<strong> Exodus, s\u00f3 o engrandeceu <\/strong>j\u00e1 que sua munhequeira vinha com o logo cl\u00e1ssico da sua banda e muitos se atentaram a isso quando apareceu no tel\u00e3o, pouco antes daquela m\u00fasica que cr\u00edtica o servi\u00e7o militar obrigat\u00f3rio, a c\u00e9lebre \u201c<em>Mandatory Suicide<\/em>\u201d.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29973\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Slayer-07.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>A trinca \u201cSeasons in the Abyss\u201d, \u201cHell Awaits\u201d e \u201cSouth of Heaven\u201d foi absurda, uma perfei\u00e7\u00e3o poucas vezes vista, e a banda naquela postura Slayer que conhecemos deixava o show mais perfeito, a dobradinha \u201cRaining Blood\u201d\/\u201cBlack Magic\u201d, mesmo sendo de discos diferentes, realmente se encaixam quando tocadas desta maneira, e \u201cAngel of Death\u201d terminou o massacre.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29971\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Slayer-05.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que mesmo faltando ainda dois shows importantes o Festival acabava ali, at\u00e9 a postura da banda ao cumprimentar todos dava a impress\u00e3o de que o Festival havia acabado, para muitos, o melhor show do <strong>Slayer<\/strong> em S\u00e3o Paulo, mas amigos que estiveram presentes tamb\u00e9m no de Porto Alegre, disseram que os ga\u00fachos presenciaram um show ainda melhor.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29968\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Slayer-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"473\" \/><\/p>\n<ol>\n<li><em>Delusions Of Saviour (Introdu\u00e7\u00e3o mec\u00e2nica)<\/em><\/li>\n<li>Repentless<\/li>\n<li>Disciple<\/li>\n<li>Postmortem<\/li>\n<li>Hate Worldwide<\/li>\n<li>War Ensemble<\/li>\n<li>When the Stillness Comes<\/li>\n<li>Mandatory Suicide<\/li>\n<li>Fight Till Death<\/li>\n<li>Dead Skin Mask<\/li>\n<li>Seasons in the Abyss<\/li>\n<li>Hell Awaits<\/li>\n<li>South of Heaven<\/li>\n<li>Raining Blood<\/li>\n<li>Black Magic<\/li>\n<li>Angel of Death<\/li>\n<\/ol>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29967\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Slayer-01.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"406\" \/><\/p>\n<p><strong>PROPHETS OF RAGE<\/strong><\/p>\n<p>A dif\u00edcil tarefa de tocar depois do<strong> Slayer <\/strong>ficou para o<strong> Prophet of Rage, <\/strong>banda formada por membros do<strong> Public Enemy, Cypress Hill e Rage Against the Machine e Audioslave, <\/strong>e sendo grandes bandas de sucesso nos anos 90 essa uni\u00e3o tocando cl\u00e1ssicos das bandas fica mais f\u00e1cil esse trabalho que j\u00e1 haviam feito na edi\u00e7\u00e3o de Buenos Aires.<\/p>\n<p>A introdu\u00e7\u00e3o fica por conta do <strong>Dj Lord<\/strong> do <strong>Public Enemy<\/strong> e entram com outra da mesma banda \u201c<em>Prophets of Rage<\/em>\u201d que d\u00e1 o nome desse projeto. Tom Morello faz aqueles riffs caracter\u00edsticos do <strong>Rage Agains the Machine<\/strong> e tivemos uma trinca deles com<em>\u00a0&#8220;Testify&#8221;<\/em>, a potente &#8220;<em>Take the Power Back<\/em>&#8220;, \u00a0&#8220;<em>Guerrilla Radio<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29957\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Prophets-of-Rage-04.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"438\" \/><\/p>\n<p>Claro que com a divulga\u00e7\u00e3o que teve <strong>Tom Morello<\/strong> tinha os dizeres Fora Temer, (Que por sinal t\u00e1 demorando muito pra sair mesmo), mas como brincamos , que ele \u00e9 um <em>Socialista de Ibanez, <\/em>j\u00e1 que o mesmo n\u00e3o fez nenhuma a\u00e7\u00e3o social no Brasil, ou reclamou do governo que seu pa\u00eds natal est\u00e1 tendo e complicando a paz mundial, mas isso \u00e9 outro assunto e deixa pra l\u00e1.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29956\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Prophets-of-Rage-03.jpg\" alt=\"\" width=\"619\" height=\"640\" \/><\/p>\n<p>Dois \u00a0destaques dessa apresenta\u00e7\u00e3o foi um cover do <strong>MC5<\/strong> com &#8220;<em>Kick out the Jams&#8221;<\/em> que teve a participa\u00e7\u00e3o <strong>Tim Mcllrath e Zach Blair<\/strong> do <strong>Rise Against<\/strong> e um \u00a0medley de Hip Hop com sucessos dos anos 90, onde a galera \u201cmetalhead\u201d respeitou e muito o outro estilo sendo tocando em um evento dedicado ao som mais pesado.<\/p>\n<p>A bada mencionou que o primeiro CD de m\u00fasicas pr\u00f3prias sair\u00e1 em setembro e tocaram o primeiro single, a in\u00e9dita \u201c <em>Unfuck the World<\/em>\u201d, seguido por um trecho de \u201c<em>Seven Nation Army<\/em>\u201d do <strong>White Stripes.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29958\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Prophets-of-Rage-05.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>O final aquele que todos queriam com \u201c <em>Killing in the Name<\/em>\u201c terminando uma baita apresenta\u00e7\u00e3o, por\u00e9m sendo ela ap\u00f3s ao que foi a do <strong>Slayer <\/strong>ainda o impacto era grande<\/p>\n<ol>\n<li><em>Dj Lord (Intro)<\/em><\/li>\n<li>Prophets of Rage (Public Enemy)<\/li>\n<li>Testify (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Take the Power Back (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Guerrila Radio (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>How I Could Just Kill A Man (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Bombtrack (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>People of the Sun (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Fight the Power (Public Enemy)<\/li>\n<li>Kick Out the Jams (Cover do MC5, com Tim Mcllrath e Zach Blair do Rise Against)<\/li>\n<li>Hand on the Pump \/ Can\u2019t Truss it \/ Insane in the Brain \/ Bring the Noise \/ I Ain\u2019t Goin\u2019 Out Like That \/ Welcome to the Terrordome \/ Jump Around<\/li>\n<li>Sleep Now in the Fire (Rage Against the Machine) \/ Cochise (trecho do cover para o Audioslave)<\/li>\n<li>Bullet in the Head (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Know your Enemy (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Unfuck the World<\/li>\n<li>Seven Nation Army (The White Stripes, trecho)<\/li>\n<li>Bulls on Parade (Rage Against the Machine)<\/li>\n<li>Killing in the Name (Rage Against the Machine)<\/li>\n<\/ol>\n<p><strong>LINKIN PARK <\/strong><\/p>\n<p>A \u00faltima apresenta\u00e7\u00e3o da noite, era outra que gerou muita expectativa, e a banda j\u00e1 n\u00e3o tocava no Brasil h\u00e1 alguns anos e claro a expectativa era grande ainda mais pela discografia da banda, muito boa principalmente at\u00e9 o <strong>Metereora.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29951\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Link-Park-02-2.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>A expectativa era um set bem voltado a agitar a galera, por\u00e9m a banda come\u00e7ou com \u201c<em>The Catalyst<\/em>\u201d\u00a0 , n\u00e3o t\u00e3o impactante como outras que a banda possui, seguidas por \u201c<em>Wastelands<\/em>\u201d e a nova \u201c<em>Talking to myself<\/em>\u201d e s\u00f3 \u00a0\u00a0peso com \u201c <em>Burn it Down<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A presen\u00e7a de palco da banda, claro que \u00e9 boa, mas o som n\u00e3o chegava perto ao do Slayer, e por mais que a banda se esfor\u00e7asse n\u00e3o impactava, s\u00f3 de verdade, quando tocaram na sequencia, \u201c<em>New Divide<\/em>\u201d, \u201c<em>Breaking the Habit<\/em>\u201d e uma vers\u00e3o ao piano de \u201c<em>Crawling<\/em>\u201d.<\/p>\n<p>A banda fez tudo o que podia, para agitar a galera, elogiou a plateia brasileira, que se sentem em casa quando tocam por aqui, correram , pularam, mas boa parte da plateia, mesmo atenta n\u00e3o empolgou.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29953\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Link-Park-03.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>A banda deixou os maiores sucessos para o final numa boa sequencia, que gostar\u00edamos que tivesse sido no inicio, com \u201c<em>Somewhere I Belong<\/em>\u201d, \u201c<em>What I\u2019ve Done\u201d, \u201cIn the End\u201d, \u201cFaint\u201d e \u201cNumb\u201d, <\/em>que talvez a hist\u00f3ria desse show tivesse sido um pouco diferente.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-29952\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2017\/06\/Maximus-Festival-OnStage-Foto-Flavio-Santiago-Link-Park-02.jpg\" alt=\"\" width=\"640\" height=\"424\" \/><\/p>\n<p>O final com \u201cBleed it out\u201d simbolizou bem a apresenta\u00e7\u00e3o que mesmo sendo boa, a banda poderia ter melhorado e muito o setlist, com faixas que agitassem mais a plateia e colocado aos poucos as novas, o que convenhamos n\u00e3o aconteceu e n\u00e3o deu liga.<\/p>\n<ol>\n<li><em>Fallout \/ Roads Untraveled (Intro mec\u00e2nica)<\/em><\/li>\n<li>The Catalyst<\/li>\n<li>Wastelands (com \u201cWar\u201d de sample)<\/li>\n<li>Talking to Myself<\/li>\n<li>Burn it Down<\/li>\n<li>One Step Closer<\/li>\n<li>Castle of Glass<\/li>\n<li>Good Goodbye<\/li>\n<li>Lost in the Echo (vers\u00e3o curta)<\/li>\n<li>Battle Symphony<\/li>\n<li>New Divide<\/li>\n<li>Breaking the Habit (with a capella outro)<\/li>\n<li>Crawling (vers\u00e3o curta ao piano)<\/li>\n<li>Leave Out All the Rest<\/li>\n<li>Somewhere I Belong<\/li>\n<li>What I\u2019ve Done<\/li>\n<li>In the End<\/li>\n<li>Faint<\/li>\n<li>Numb<\/li>\n<li>Heavy<\/li>\n<li>Papercut<\/li>\n<li>Bleed it Out<\/li>\n<\/ol>\n<p>O saldo do Festival foi o melhor poss\u00edvel, tivemos, um palco destinado ao Hardcore, tivemos banda brasileira no palco principal, tivemos uma excelente p\u00fablico, e um Festival que merece uma continuidade, pois ali n\u00e3o se trata apenas de m\u00fasica, mas sim uma experi\u00eancia de vida, com v\u00e1rias cen\u00e1rios e atra\u00e7\u00f5es al\u00e9m do palco.<\/p>\n<p>Resumindo, os shows que marcaram, , <strong>Slayer, Rob Zombie, Bohse Onkelz, nosso Oit\u00e3o e Five Fingers Death Punch,<\/strong> os mornos <strong>Ghost<\/strong>, pelo hor\u00e1rio, e os p\u00f3s <strong>Slayer, \u00a0Prophets of Rage, <\/strong>e<strong> Link Park<\/strong><\/p>\n<p><strong>MAXIMUS FESTIVAL O FESTIVAL QUE CELEBRA O HEAVY METAL NO BRASIL.<\/strong><\/p>\n<p>N da R:Tivemos aquelas conversinhas de f\u00e3s do Slayer x F\u00e3s do Link Park, a verdade \u00e9 o sujo falando do mal lavado, que ao inv\u00e9s de curtirem o som, tinham que desrespeitar quem estava ali por outra banda. Respeitar o pr\u00f3ximo e entender a diferen\u00e7a faz parte da evolu\u00e7\u00e3o humana, e se todo mundo se organizar, todo mundo se diverte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Maximus Festival \u2013 A celebra\u00e7\u00e3o do Metal no Brasil O maior festival de Heavy Metal Brasileiro \u00e9 o Ro\u00e7a\u2019n\u2019Roll mas aquele que tem seu line up bandas acima de qualquer estilo musical, bandas que representam a cena Metal com sucesso de vendas esse rol\u00ea tem um nome e se chama\u00a0Maximus Festival, que antes de um [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":29973,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[2574,2575,2462,1525,2576,2489,2375,2168,2577,2578,97],"class_list":["post-29927","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria","tag-bohse-onkelz","tag-five-fingers-death-punch","tag-ghost","tag-hatebreed","tag-link-park","tag-maximus-festival","tag-nem-liminha-ouviu","tag-oitao","tag-prophets-of-rage","tag-red-fang","tag-slayer"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29927","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29927"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29927\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29927"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29927"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29927"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}