{"id":35873,"date":"2018-06-24T19:05:33","date_gmt":"2018-06-24T22:05:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=35873"},"modified":"2024-07-19T10:15:30","modified_gmt":"2024-07-19T13:15:30","slug":"call-the-police-vivo-rio-rio-de-janeiro-23-06-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/call-the-police-vivo-rio-rio-de-janeiro-23-06-2018\/","title":{"rendered":"Call The Police @ Vivo Rio &#8211; Rio de Janeiro (23\/06\/2018)"},"content":{"rendered":"<p>CALL THE POLICE<br \/>\nDIA: 23\/06\/2018<br \/>\nLocal: Vivo Rio<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-53815\" src=\"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2018\/06\/Call-the-Police.jpg\" alt=\"\" width=\"650\" height=\"432\" \/><\/p>\n<p>Texto por Luis Carlos<\/p>\n<p>Quando esse projeto passou pela primeira vez no Brasil eu n\u00e3o pude assistir. N\u00e3o me lembro o motivo, mas a de que lamentei muito pela oportunidade perdida. Quando foi anunciado que isso novamente aconteceria eu fiquei muito feliz, pois sou f\u00e3 do<strong> The Police<\/strong>, e como todos, ou a grande maioria deve saber, esse projeto homenageia o trio tocando algumas de suas can\u00e7\u00f5es mais cl\u00e1ssicas, e ainda, contando com o guitarrista original da banda: Andy Summers.<\/p>\n<p>Liderado pelo baixista e vocalista <strong>Rodrigo Santos<\/strong>, um dos m\u00fasicos mais atuantes e ativos do Rock Brasileiro, o \u201c<strong>Call the Police<\/strong>\u201d (um nome excelente diga-se de passagem) tamb\u00e9m conta com o baterista <strong>Jo\u00e3o Barone<\/strong>, que \u00e9 um dos maiores em seu instrumento no Brasil, e tamb\u00e9m, membro da banda mais \u201cThe Police\u201d do nosso pa\u00eds, o Paralamas do Sucesso. Com esse trio maravilhoso, fica imposs\u00edvel que um projeto como esse n\u00e3o seja bom, e foi assim, com tanto talento e musicalidade, que o trio esbanjou a boa m\u00fasica no palco do <strong>Vivo Rio<\/strong>, uma casa que eu curto, por\u00e9m, como j\u00e1 disse em outras resenhas, situada em um lugar de dif\u00edcil acesso para quem n\u00e3o tem carro (e pagando estacionamento caro), fazendo com que a pessoa dependa e muito de um t\u00e1xi ou Uber.<\/p>\n<p>Mas como o papo aqui \u00e9 m\u00fasica, assim que a \u201cpol\u00edcia musical\u201d foi chamada, n\u00f3s fomos autuados a ter que ouvir por uma hora e vinte minutos de boa m\u00fasica por meio de cl\u00e1ssicos e mais cl\u00e1ssicos do The Police. A apresenta\u00e7\u00e3o aconteceu ap\u00f3s 20 minutos do hor\u00e1rio marcado, e enquanto a banda n\u00e3o entrava no palco e as pessoas ainda chegavam no local e se sentavam em suas mesas reservadas, o ambiente era animado por um DJ local tocando <strong>Deep Purple, Legi\u00e3o Urbana, Bar\u00e3o Vermelho, Led Zeppelin<\/strong>, etc. Ap\u00f3s uma breve introdu\u00e7\u00e3o, o trio subiu ao palco para animar o p\u00fablico, que aos poucos foi se soltando ao ponto de alguns deles sa\u00edrem de suas mesas e irem para a lateral das mesas para curtir o show. Come\u00e7aram de cara com uma m\u00fasica que eu adoro: \u201cSynchonicity II\u201d e da\u00ed foram cl\u00e1ssicos atr\u00e1s de cl\u00e1ssicos, como \u201cSpirits in the Material World\u201d e \u201cWalking in the Moon\u201d, e tudo como muita personalidade, ainda que tivesse prestando um tributo ao The Police. Andy Summers era a felicidade estampada no palco por tocar com dois grandes m\u00fasicos Brasileiros:<strong> Rodrigo Santos<\/strong> e <strong>Jo\u00e3o Barone<\/strong>. Falando em Rodrigo, de fato, \u00e9 hoje um dos m\u00fasicos mais brilhantes do Rock Brasileiro que voc\u00ea pode admirar, mesmo sem curtir uma m\u00fasica do cara (o que n\u00e3o \u00e9 o meu caso), tamanho o carisma e o talento que ele tem para se meter em tantos outros projetos musicais e dos mais variados estilos sem perder a simplicidade e a identidade de quem ama o que faz. Falar do Barone na bateria \u00e9 \u201cchover no molhado\u201d, j\u00e1 que o m\u00fasico \u00e9 praticamente o \u201cStewart Copeland\u201d (baterista do The Police) Brasileiro. Toca muito! Falando nisso, n\u00e3o sei se da equipe, mas por curiosidade tinha algu\u00e9m muito parecido com o Copeland no local.<\/p>\n<p>No meio do set, o trio tocou umas m\u00fasicas, digamos, mais tranquilas, o que deu uma acalmada no p\u00fablico com seus improvisos, mas n\u00e3o demoraram muito para voltar as m\u00fasicas mais animadas, como em \u201cDe do do do, De da da da\u201d e Roxanne. Essa \u00faltima, uma das minhas preferidas do grupo, mas que confesso que senti falta de um backing vocal no refr\u00e3o. Foi a partir da\u00ed que o p\u00fablico come\u00e7ou a se levantar das cadeiras e deixar o evento \u201cmenos social\u201d, respondendo sempre com muita alegria os pedidos do baixista e vocalista Rodrigo. Nem mesmo a calma \u201cEvery Breath you Take\u201d baixou os \u00e2nimos do p\u00fablico, que come\u00e7ou a dan\u00e7ar cada vez mais, principalmente quando tocaram \u201cMessage in the Bottle\u201d.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s um pequeno intervalo para o bis, o Trio subiu ao palco para arrematar ainda mais tr\u00eas cl\u00e1ssicos do grupo: \u201cSo Lonely\u201d, \u201cCan`t Stand Losing You\u201d e \u201cEvery Little Thing she does it Magic\u201d. Sensacional, pois para quem curte The Police, n\u00e3o saiu dali com as m\u00e3os abanando. N\u00e3o faltou nenhum cl\u00e1ssico, h\u00e1 tempos que eu n\u00e3o me divertia tanto como nesse show, e se o intuito do grupo era realmente esse, conseguiram com sobras, inclusive a de fazer esse desengon\u00e7ado jornalista dessa resenha arriscar uns pulos, e quanto ao trio, at\u00e9 arriscaria dizer que eles poderiam lan\u00e7ar um disco autoral. Qualidade e talento n\u00e3o faltam! Chamem a pol\u00edcia, fomos todos presos pela boa m\u00fasica !!!<\/p>\n<p>THE POLICE<\/p>\n<p>Banda inglesa de rock, formada pelo baixista e vocalista Sting, o guitarrista Andy Summers e o baterista Stewart Copeland na cidade de Londres em 1976-1977. A banda, que teve influ\u00eancias do reggae, punk e do jazz, \u00e9 considerada uma das melhores bandas da hist\u00f3ria do rock com uma enorme influ\u00eancia no Rock da d\u00e9cada de 1980.<br \/>\nEm 1976, o jovem Gordon Summer (Sting), tocava com uma banda de jazz rock chamada Last Exit em sua cidade natal, Newcastle. Numa noite, Stewart Copeland, que era o baterista do Curved Air (uma banda de rock progressivo), viu a performance de Sting durante um show e logo que o Last Exit encerrou suas atividades, os dois m\u00fasicos decidiram formar a uma banda contando com mais um guitarrista: Henry Padovani. Mudaram de nome assim que Padovani saiu e da\u00ed a hist\u00f3ria do grupo mudou para sempre. O grupo lan\u00e7ou apenas 5 discos na carreira, encerrando suas atividades em 1983 e voltando esporadicamente para algumas reuni\u00f5es. Em uma delas, a turn\u00ea passou pelo Brasil tocando em algumas cidades.<\/p>\n<p>O The Police chegou a se reunir para uma grava\u00e7\u00e3o, onde lan\u00e7aram \u201cEvery Breath you Take\u201d, que saiu como \u00fanica faixa in\u00e9dita em uma colet\u00e2nea e da\u00ed a banda nunca mais voltou. O que se fala \u00e9 que a rela\u00e7\u00e3o entre os integrantes ainda n\u00e3o \u00e9 boa e que isso dificulta o retorno do grupo, fazendo com que o lan\u00e7amento de um novo disco seja imposs\u00edvel.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CALL THE POLICE DIA: 23\/06\/2018 Local: Vivo Rio Texto por Luis Carlos Quando esse projeto passou pela primeira vez no Brasil eu n\u00e3o pude assistir. N\u00e3o me lembro o motivo, mas a de que lamentei muito pela oportunidade perdida. 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