{"id":36495,"date":"2018-09-02T13:07:16","date_gmt":"2018-09-02T16:07:16","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=36495"},"modified":"2018-09-02T13:07:16","modified_gmt":"2018-09-02T16:07:16","slug":"paradise-lost-teatro-rival-rio-de-janeiro-rj-31-08-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/paradise-lost-teatro-rival-rio-de-janeiro-rj-31-08-2018\/","title":{"rendered":"Paradise Lost  @ Teatro Rival &#8211; Rio de Janeiro\/RJ (31\/08\/2018)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center;\"><strong>Paradise Lost emociona p\u00fablico carioca com bel\u00edssima apresenta\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36497\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2018\/09\/Paradise-Lost-Teatro-Rival-2018-photo-by-Luciana-Pires-01.jpg\" alt=\"\" width=\"4807\" height=\"3205\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Texto:\u00a0<strong>Luis Carlos Pires \/\u00a0<\/strong><\/span><span style=\"font-weight: 400;\">Fotos: <strong>Luciana Pires<\/strong><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ao ver o Paradise Lost subir no palco do <strong>Teatro Rival<\/strong> veio na minha mem\u00f3ria aquela banda ainda iniciando sua carreira. Na ocasi\u00e3o, tocavam em um grande palco no evento chamado \u201c<strong>Monstros do Rock<\/strong>\u201d, isso em 1995, e ao lado do <strong>Ozzy Osbourne<\/strong> e <strong>Faith no More<\/strong>. O festival teve no dia anterior a presen\u00e7a de <strong>Alice Cooper<\/strong> e <strong>Megadeth<\/strong>, contando ainda com <strong>Rata Blanca<\/strong>, <strong>Therapy<\/strong> e os brasileiros do <strong>Virna Lisi<\/strong>. O Paradise j\u00e1 possuia um bom n\u00famero de discos, por\u00e9m, ainda era bem desconhecida entre os Brasileiros, isso aconteceu a quase 23 anos em um 2 de setembro de 1995 patrocinado por uma companhia de Eletrodom\u00e9sticos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ali\u00e1s, como \u00e9 peculiar do p\u00fablico do <strong>Paradise Lost<\/strong>, entre os f\u00e3s estavam diversas gera\u00e7\u00f5es no evento, desde aquelas que conheceram a banda a pouco tempo como aquelas que conheceram o Paradise atrav\u00e9s do disco <strong>Gothic<\/strong>, \u00e1lbum lan\u00e7ado no come\u00e7o da d\u00e9cada de 90 e que as bandas do chamado \u201c<em>Doom Metal<\/em>\u201d naquela \u00e9poca. O Paradise sempre me pareceu diferenciado, tanto que eles conseguem atrair desde aquele f\u00e3 de Metal mais extremo \u00e0quele que curte um som mais g\u00f3tico. Antes da apresenta\u00e7\u00e3o fui encontrando velhos amigos daquela \u00e9poca e todos pareciam extasiados por assistir o grupo mais uma vez, assim, como uma garotada que inclusive estava ali para assistir o Paradise pela primeira vez e esperavam ansiosamente pela apresenta\u00e7\u00e3o na frente do palco. Falando dessa \u00e9poca, eles tocaram \u201c<em>Gothic<\/em>\u201d, m\u00fasica que levou o p\u00fablico ao del\u00edrio, inclusive eu, que compartilhei de toda aquela alegria cantando em alto e bom som. A abertura do show ficou a cargo de \u201c<em>From the Gallows<\/em>\u201d, m\u00fasica do novo disco \u201c<strong>Medusa<\/strong>\u201d, assim como tocaram a faixa-t\u00edtulo desse disco. As m\u00fasicas novas s\u00e3o excelentes e continuam mostrando um <strong>Paradise Lost<\/strong> muito produtivo e como muita coisa boa para mostrar por muito tempo ainda, pois n\u00e3o deixaram o pique cair e ainda que eu n\u00e3o conhe\u00e7a o disco inteiro, pelo jeito me parece que mais uma vez eles acertaram em cheio. Desse disco tocaram ainda \u201c<em>The Longest Winter<\/em>\u201d. Falando em pique, tocaram m\u00fasicas que os f\u00e3s mais radicais n\u00e3o aceitam (ou n\u00e3o aceitavam, como eu ouvi de alguns f\u00e3s mais antigos que se desculpavam pela idade quanto ao radicalismo) daquela fase, digamos, mais pop e leve, que o <strong>Paradise Lost<\/strong> produziu em alguns discos, mas, que o grupo mostrou maturidade e profissionalismo de quem faz o que gosta acima de tudo para provar que aquelas m\u00fasicas e aqueles discos eram e ainda s\u00e3o muito bons. Can\u00e7\u00f5es como \u201c<em>One Second<\/em>\u201d e \u201c<em>Erased\u201d<\/em> foram exemplos disso. Era at\u00e9 meio engra\u00e7ado ver as pessoas batendo cabe\u00e7a e outros quase dan\u00e7ando. Com a qualidade que o <strong>Paradise Lost<\/strong> possui, \u00e9 claro que a gente vai sentir sempre a falta uma m\u00fasica ou outra (&#8220;<em>The Last Time&#8221;, &#8220;True Belief&#8221;\u00a0<\/em>e &#8220;<em>Eternal &#8221; s<\/em>\u00e3o algumas), mas o set list foi excelente e os caras detonaram em uma apresenta\u00e7\u00e3o de uma hora e meia. \u201c<em>Embers Fire<\/em>\u201d foi sensacional, lembro de que quando ouvi essa m\u00fasica pela primeira vez me assustei com o vocal diferenciado de <strong>Nick Holmes<\/strong>. Ali\u00e1s, como esse cara canta! Al\u00e9m de maravilhosas can\u00e7\u00f5es como \u201cFo<em>rever Failure<\/em>\u201d e \u201c<em>As I Die<\/em>\u201d.<\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-36496\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2018\/09\/Paradise-Lost-Teatro-Rival-2018-photo-by-Luciana-Pires-02.jpg\" alt=\"\" width=\"4957\" height=\"3305\" \/><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O p\u00fablico foi muito bom, e se n\u00e3o encheu a casa, tamb\u00e9m fez bonito marcando uma boa presen\u00e7a. Quanto a produ\u00e7\u00e3o, esteve impec\u00e1vel durante todo tempo, inclusive no som do palco que estava muito bacana. A<strong> MGB<\/strong> mais uma vez provou que est\u00e1 fazendo um excelente trabalho, inclusive acreditando no p\u00fablico carioca que muitas vezes precisa fazer mais a sua parte, afinal, os shows s\u00e3o feitos para ele, e que ao lado da <strong>No Class<\/strong> vem mostrando que \u00e9 poss\u00edvel fazer bons eventos na cidade sem que sejam apenas eventos com medalh\u00f5es ou em grandes festivais pela cidade. Parceria de sucesso!<\/span><\/p>\n<p>Setlist<\/p>\n<p>From the Gallows<br \/>\nGothic<br \/>\nOne Second<br \/>\nErased<br \/>\nForever Failure<br \/>\nRequiem<br \/>\nMedusa<br \/>\nAn Eternity of Lies<br \/>\nFaith Divides Us &#8211; Death Unites Us<br \/>\nBlood and Chaos<br \/>\nAs I Die<br \/>\nBeneath Broken Earth<br \/>\nEmbers Fire<\/p>\n<p>Encore:<br \/>\nNo Hope in Sight<br \/>\nThe Longest Winter<br \/>\nSay Just Words<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paradise Lost emociona p\u00fablico carioca com bel\u00edssima apresenta\u00e7\u00e3o. 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