{"id":39994,"date":"2019-06-30T01:20:07","date_gmt":"2019-06-30T04:20:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=39994"},"modified":"2019-06-30T01:20:07","modified_gmt":"2019-06-30T04:20:07","slug":"baroness-fabrique-club-sao-paulo-sp-23-06-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/baroness-fabrique-club-sao-paulo-sp-23-06-2019\/","title":{"rendered":"BARONESS @ FABRIQUE CLUB \u2013 S\u00c3O PAULO \/ SP (23\/06\/2019)"},"content":{"rendered":"\n<p>O data de 23\/06 foi o dia escolhido pelo Baroness para fazer sua estreia no Brasil. Ap\u00f3s 5 \u00e1lbuns de est\u00fadio, vieram para promover o rec\u00e9m lan\u00e7ado  Gold &amp; Grey que saiu dia 14\/06. Neste giro pela Am\u00e9rica do Sul a banda tocou antes no M\u00e9xico, Chile e Argentina. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2019\/06\/Baroness-America-Latina.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39997\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A casa escolhida pela estreia foi a Fabrique Club que possui\numa boa estrutura para shows. Fica localizada na Barra Funda, pr\u00f3ximo ao metro.\nO hor\u00e1rio escolhido, por ser um domingo, facilitou para quem teria que chegar e\ndeixar o local de transporte p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>A abertura ficou a cargo da banda CARAHTER e foi a escolha certa para aquecer o pessoal que come\u00e7ava e chegar no local. A banda tocou m\u00fasicas que s\u00e3o um misto de Stoner Metal com partes beirando ao Death Metal, principalmente por causa do vocalista Renato Rios que possui um vocal gutural e agressivo. Promovendo o \u00e1lbum TURVO de 2017 e com 18 anos de carreira mostraram muito entrosamento no palco. M\u00fasicas como Ripping Flag e Invisible s\u00e3o de um bom gosto e peso absoluto.&nbsp; Vale a pena conhecer e valorizar.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s uma pequena espera a casa j\u00e1 estava lotada de um\np\u00fablico bem heterog\u00eaneo. Barbudos com camisetas do Black Sabbath e Slayer ao\nlado de casais de namorados mostraram que a m\u00fasica da banda ultrapassou a\nbarreira do estilo e dos r\u00f3tulos.&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Pontualmente as 21:00 os m\u00fasicos entram no palco para come\u00e7ar sua apresenta\u00e7\u00e3o. Primeiro entrou o baixista Nick Jost. Com seu cabelo cortado no melhor estilo mullets , usando camiseta dentro da cal\u00e7a de moletom e um lindo t\u00eanis com cadar\u00e7o vermelho, &nbsp;parece ter vindo diretamente dos anos 80 para fazer o show.&nbsp; N\u00e3o que a vestimenta fa\u00e7a alguma diferen\u00e7a, visto que a m\u00fasica \u00e9 o mais importante. Mas j\u00e1 demonstra que a banda n\u00e3o est\u00e1 se importando muito com sua imagem e nem para o que o p\u00fablico possa achar dela.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <\/p>\n\n\n\n<p>Na sequ\u00eancia entrou o vocalista John Baizley, a guitarrista Gina\nGleason e o baterista Sebastian Thomson. Todos colocaram seus instrumentos,\nplugam os cabos e conferem a afina\u00e7\u00e3o enquanto esperam terminar a introdu\u00e7\u00e3o do\nshow.<\/p>\n\n\n\n<p>O p\u00fablico todo gritando o nome da banda em un\u00edssono, mas entre alguns sorrisos eles estavam mais preocupados em afinar seus instrumentos do que cumprimentar aos outros. E dava para perceber que n\u00e3o era por arrog\u00e2ncia, mas porque a banda realmente n\u00e3o demonstra nenhum estrelismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando come\u00e7a os primeiros acordes de \u201cA Horse Called Golgotha\u201d todos percebemos que o estrelismo da banda est\u00e1 em sua m\u00fasica, que \u00e9 executada com perfei\u00e7\u00e3o e muita, mas muita vontade. Esta m\u00fasica \u00e9 perfeita para iniciar um show pois come\u00e7a com a guitarra e depois cada instrumento vai sendo adicionado. Quando John cantou a primeira estrofe e todo o p\u00fablico cantou junto, o sorriso estampado no rosto do vocalista mostrou que ele percebeu que teria que cantar muito alto para sua voz n\u00e3o sumir.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2019\/06\/baroness1-1-1024x948.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39996\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Sem dar tempo para conversa, a banda\nemendou a pesada Morningstar e March to the Sea que mostrou que o baixista Nick\nJost toca muito melhor do que se veste. <\/p>\n\n\n\n<p>Chegou a hora de uma m\u00fasica do novo \u00e1lbum\ne Borderlines foi a escolhida, pudemos ver que a guitarrista Gina Gleason \u00e9 um\nmusica completa pois al\u00e9m de uma virtuosa na guitarra, agita muito durante as\nm\u00fasicas, faz a segunda voz nos refr\u00e3os e interage muito com o p\u00fablico.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi ent\u00e3o que a dupla de guitarrista\ncome\u00e7a a mudar a afina\u00e7\u00e3o das guitarras para tocar a pr\u00f3xima m\u00fasica. Algo comum\ndurante todo o show, visto que as m\u00fasicas variam muito a afina\u00e7\u00e3o. Normalmente\nas bandas trocam de guitarra nesta hora por outra j\u00e1 afinada. Mas como j\u00e1\ndisse, o Baroness n\u00e3o t\u00e1 nem ai pra isso.<\/p>\n\n\n\n<p>Afina\u00e7\u00e3o trocada \u00e9 hora da Instrumental\nGreen Theme, que fez o p\u00fablico cantar o solo e os riffs. Mais duas do \u00e1lbum\nnovo, \u201c I\u2019m Already Gone\u201d&nbsp; que \u00e9 uma\nbalada com \u00f3timo trabalho de baixo e \u201cTourniquet\u201d que n\u00e3o chega a ser uma\nbalada mais tem um andamento mais devagar dando uma acalmada nos \u00e2nimos. S\u00f3 uma\nacalmada por que ver os guitarristas tocando os solos juntos foi\nimpressionante.<\/p>\n\n\n\n<p>Interessante notar que a cada m\u00fasica\nexecutada a ilumina\u00e7\u00e3o do palco era com a cor referente ao \u00e1lbum equivalente.\nJ\u00e1 que os \u00e1lbuns da banda levam nomes de cores. Algo simples de se fazer, mas\ndemostra o cuidado e a inten\u00e7\u00e3o de se fazer um show bem feito. <\/p>\n\n\n\n<p>E o p\u00fablico cantou \u201cShock Me \u201c do come\u00e7o ao fim e literalmente foram as lagrimas nas baladas pesada \u201cEula\u201d&nbsp; e \u201cChlorine &amp; Wine\u201d. Mas realmente s\u00e3o dois cl\u00e1ssicos da banda com muita melodia em seus refr\u00e3os. Teve gente que desidratou nessa hora. Ponto alto da noite.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2019\/06\/IMG_20190623_222827801-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-39998\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Mais duas do \u00e1lbum novo, a instrumental \u201c\nCan Oscura\u201d e \u201cSeasons\u201d que foi recebia com tanto entusiasmo pelo p\u00fablico que\ndeixou a banda impressionada por ser uma m\u00fasica de um \u00e1lbum que acabou de ser\nlan\u00e7ado. A banda agradeceu de tocando com tanta vontade que estourou a corda da\nguitarra dos dois guitarristas. Algo in\u00e9dito nas palavras de John. <\/p>\n\n\n\n<p>A m\u00fasica \u201c The Gnashing\u201d que o Rush esqueceu de compor, marca o fim do show com a banda toda saindo. Engra\u00e7ado que era t\u00e3o evidente que a banda iria voltar que o publico nem se eu o trabalho de cham\u00e1-los de volta.<\/p>\n\n\n\n<p>Tanto que n\u00e3o deu 5 minutos a banda voltou\npara finalizar com mais tr\u00eas m\u00fasicas. A instrumental&nbsp; \u201cOgeechee Hymnal\u201d, a&nbsp; pesada \u201cIsak\u201d e &nbsp;\u201cTake My Bones Away\u201d que tamb\u00e9m \u00e9 perfeita\npara finalizar o show pois possui um refr\u00e3o cativante e seu final \u00e9 bem\napote\u00f3tico. <\/p>\n\n\n\n<p>A banda se despede com um simples Bye e\nsai do palco como entrou, sem fazer estardalha\u00e7o nem festa. <\/p>\n\n\n\n<p>Mas ningu\u00e9m reclamou, todos haviam acabado de presenciar uma\nexperi\u00eancia incr\u00edvel. A banda veio e mostrou que, ao vivo, sua musica \u00e9 elevada\na outro n\u00edvel. Tudo se potencializa, se torna mais pesado e en\u00e9rgico. Por isso ningu\u00e9m\nesperava, por mais que j\u00e1 se tenha visto a banda em v\u00eddeos, pessoalmente \u00e9\noutro sentimento. Por outro lado, a banda tamb\u00e9m compartilhou deste sentimento,\n&nbsp;pois era vis\u00edvel a alegria ao palco.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, Agradecemos a Liberation Music por ter nos\nproporcionado este momento.<\/p>\n\n\n\n<p>SET-LIST CARAHTER<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>Descending<\/li><li>Ripping Flags<\/li><li>Turvo<\/li><li>The Cult<\/li><li>Invisible<\/li><li>Full Being<\/li><li>Hydra<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Facebook &#8211; <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/carahter\/\">https:\/\/www.facebook.com\/carahter\/<\/a><br>Site &#8211; <a href=\"https:\/\/carahter.bandcamp.com\/\">https:\/\/carahter.bandcamp.com\/<\/a><br><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2019\/06\/setlist-876x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-40000\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p><br><\/p>\n\n\n\n<p>SET- LIST BARONESS<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\"><li>A Horse Called Golgotha<\/li><li>Morningstar<\/li><li>March to the Sea<\/li><li>Borderlines<\/li><li>Green Theme<\/li><li>I\u2019m Already Gone<\/li><li>Tourniquet<\/li><li>Shock Me<\/li><li>Eula<\/li><li>Chlorine &amp; Wine<\/li><li>Can Oscura<\/li><li>Seasons<\/li><li>The Gnashing<\/li><li>Ogeechee Hymnal<\/li><li>Isak<\/li><li>Take My Bones Away<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Facebook- <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/YourBaroness\/\">https:\/\/www.facebook.com\/YourBaroness\/<\/a> <br>Site- <a href=\"https:\/\/yourbaroness.com\/\">https:\/\/yourbaroness.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O data de 23\/06 foi o dia escolhido pelo Baroness para fazer sua estreia no Brasil. 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