{"id":46347,"date":"2011-10-23T01:05:06","date_gmt":"2011-10-23T04:05:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=6060"},"modified":"2011-10-23T01:05:06","modified_gmt":"2011-10-23T04:05:06","slug":"ecliptyka-rotular-nosso-som-sempre-foi-uma-tarefa-muito-complicada-para-nos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/ecliptyka-rotular-nosso-som-sempre-foi-uma-tarefa-muito-complicada-para-nos-2\/","title":{"rendered":"Ecliptyka: &#8220;Rotular nosso som sempre foi uma tarefa muito complicada para n\u00f3s&#8221;"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\">\u00a0<a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2011\/10\/ec.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6062\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2011\/10\/ec.jpg\" alt=\"\" width=\"315\" height=\"210\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>Com mais de dez anos de atividade, o Ecliptyka, banda natural de Jundia\u00ed\/SP, \u00e9 um exemplo de perseveran\u00e7a. Demorou algum tempo at\u00e9 que <em>A Tale of Decadence<\/em>, seu primeiro trabalho, fosse concebido, mas, uma vez lan\u00e7ado, escancarou portas e oportunidades. A banda j\u00e1 apresenta um bom curr\u00edculo, dividindo o palco com nomes internacionais do estilo. A vocalista Helena Martins nos conta detalhes do in\u00edcio, dos desafios em busca de reconhecimento e do aprendizado com m\u00fasicos experientes, ajudando a moldar sua identidade sonora, variante entre o alicerce do metal tradicional ao minimalismo\u00a0do prog. Acompanhe:<\/strong><\/p>\n<p><strong>A Ilha do Metal: Como se deu o in\u00edcio do Ecliptyka?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Helena Martins:<\/strong> A banda come\u00e7ou com os primos Guilherme Bollini e Rodrigo Mathias pela admira\u00e7\u00e3o adolescente, na \u00e9poca, de bandas consagradas de metal, como Iron Maiden e Metallica. A ideia era conquistar o mundo atrav\u00e9s de composi\u00e7\u00f5es pr\u00f3prias com letras agressivas! Mais tarde a ideia evoluiu e passou a ser n\u00e3o s\u00f3 mais um hobby, mas sim uma meta pessoal e profissional. O trabalho sempre foi muito s\u00e9rio e, mesmo no come\u00e7o, coloc\u00e1vamos metas dif\u00edceis de serem alcan\u00e7adas para impulsionar cada vez mais a banda. O reconhecimento foi e est\u00e1 sendo alcan\u00e7ado com o tempo e na medida em que mais pessoas v\u00e3o conhecendo nossa m\u00fasica. \u00c9 um processo cont\u00ednuo de nossa parte em difundir nosso trabalho e tentar fazer com que as pessoas analisem e se identifiquem com a gente.<\/p>\n<p><strong>AIDM: Fale um pouco sobre as influ\u00eancias&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0No que se diz a respeito de influ\u00eancias, n\u00f3s passamos por algumas fases. No come\u00e7o da banda, o que mais nos influenciava eram bandas mais tradicionais, como Iron Maiden, Metallica, Black Sabbath. Depois de um tempo, passamos a ouvir outras bandas mais puxadas para o mel\u00f3dico, como Stratovarius, Helloween, Sonata Arctica, Nightwish, etc.\u00a0 E posteriormente, entramos numa fase prog, na qual escut\u00e1vamos muito Dream Theater e Symphony X . Hoje em dia, ouvimos de tudo, e posso dizer que foi essa \u2018\u2019mistureba\u2019\u2019 de estilos que fez surgir a Ecliptyka atual. Mas com certeza temos bastante influ\u00eancia de estilos mais atuais, como o Metal Core de bandas como Killswitch Engage, Soilwork, In Flames e Deadlock.<\/p>\n<p><strong>AIDM: Se voc\u00ea fosse descrever a m\u00fasica do Ecliptyka para um desconhecedor do som do Ecliptyka, como seria?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Essa \u00e9 sempre uma quest\u00e3o muito dif\u00edcil para se responder, justamente por termos uma mistura de influ\u00eancias, como disse anteriormente. N\u00e3o conseguimos dizer simplesmente \u2018\u2019tocamos isso \u2018\u2019 ou \u2018\u2019tocamos aquilo\u2019\u2019. Rotular nosso som sempre foi uma tarefa muito complicada para n\u00f3s. Mas quando algu\u00e9m me pergunta o que n\u00f3s tocamos, eu falo algo do tipo \u201cMetal com vocal feminino n\u00e3o-l\u00edrico, sem linhas de teclado muito evidentes, mas com pegada e muito riff de guitarra!\u201d (risos).<\/p>\n<p><strong>AIDM: A banda foi formada em 1998, mas o primeiro disco completo de est\u00fadio foi lan\u00e7ado somente esse ano. Por que demorou tanto para o lan\u00e7amento? Quais dificuldades voc\u00ea v\u00ea em ter uma banda de metal?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Quando come\u00e7amos, \u00e9ramos adolescentes aprendendo a tocar ainda e se divertindo muito com covers cada vez mais dif\u00edceis de serem tocados. Com o tempo, come\u00e7amos a compor nossas primeiras m\u00fasicas usando toda a influ\u00eancia que t\u00ednhamos do metal mel\u00f3dico, power metal e prog metal. Dessas primeiras composi\u00e7\u00f5es surgiu a demo \u201cThe First Petal Falls\u201d. Esse foi o nosso primeiro passo e com certeza um dos mais importantes, que marcou o come\u00e7o de tudo para n\u00f3s. Antes disso, sab\u00edamos apenas que quer\u00edamos fazer tudo aquilo dar certo, mas n\u00e3o sab\u00edamos como. \u2018\u2019The First Petal Falls\u2019\u2019 nos deu uma ideia de como prosseguir dali pra frente. Com tudo que conquistamos a partir da demo, \u201cA Tale of Decadence\u201d nasceu com uma Ecliptyka muito segura sobre seu estilo de som e com letras que refletem exatamente o pensamento de todos os integrantes. N\u00f3s sempre falamos que esse longo per\u00edodo entre a demo e o \u00e1lbum foi um tempo necess\u00e1rio ao amadurecimento da banda. Aprendemos muito, pesquisamos muito, batalhamos muito, e, principalmente, achamos as pessoas certas para finalmente fazer esse nosso primeiro \u00e1lbum, pois passamos por algumas mudan\u00e7as na forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2011\/10\/31899_ecliptyka_a_tale_of_decadence1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6061\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2011\/10\/31899_ecliptyka_a_tale_of_decadence1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" \/>\u00a0<\/a><\/p>\n<p><strong>AIDM: O disco &#8220;A Tale of decadence&#8221; tem a participa\u00e7\u00e3o de Danilo Herbert (Mindflow) e Marcelo Carvalho (Hateful). Como essas participa\u00e7\u00f5es aconteceram?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0O Marcelo \u00e9 nosso amigo h\u00e1 bastante tempo. N\u00f3s e o Hateful tocamos diversas vezes juntos, est\u00e1vamos sempre na mesma batalha por reconhecimento e espa\u00e7o.\u00a0 E sempre admiramos a qualidade do trabalho dele na banda, tanto como vocalista quanto guitarrista. Ele foi a primeira pessoa que pensamos em convidar para fazer uma participa\u00e7\u00e3o no CD, e ele topou na mesma hora! Com o Danilo n\u00e3o foi muito diferente.\u00a0 N\u00f3s conhec\u00edamos o trabalho do Mindflow h\u00e1 bastante tempo, e em 2006 tocamos juntos pela primeira vez. Na \u00e9poca, n\u00e3o t\u00ednhamos nem a demo ainda, e posso dizer que eles foram uma fonte important\u00edssima de inspira\u00e7\u00e3o para n\u00f3s, tanto pela qualidade do trabalho deles quanto pelo profissionalismo e integridade de cada um.\u00a0 Durante o tempo, fomos sempre \u2018\u2019trocando figurinhas\u2019\u2019 e eles sempre nos ajudaram muito. N\u00e3o t\u00ednhamos d\u00favida que quer\u00edamos o Danilo no nosso CD! Quando fizemos o convite a ele, rolou alguns desencontros e quase que a participa\u00e7\u00e3o dele n\u00e3o aconteceu, mas de \u00faltima hora conseguimos conversar e ele topou!\u00a0 Com certeza, o Danilo deu toque especial\u00edssimo em Splendid Cradle e Ber\u00e7o Espl\u00eandido, e o Marcelo deu um \u2018\u2019punch\u2019\u2019 extra que est\u00e1vamos querendo para We Are The Same. Somos muito agradecidos a eles pelas participa\u00e7\u00f5es e temos muito orgulho em t\u00ea-los em nosso CD.<\/p>\n<p><strong>AIDM: Como foi a passagem da banda pela Europa, em 2008?<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Foi \u00f3tima! Um dos momentos mais marcantes da banda, com certeza! Fomos muito bem recebidos por todos, tanto pelo p\u00fablico e organizadores quanto pela cr\u00edtica, e recebemos diversos convites para voltar a tocar por l\u00e1. Sempre falamos que foi durante essa turn\u00ea que realmente constatamos que queremos fazer isso pro resto de nossas vidas. (risos)<\/p>\n<p><strong>AIDM: Conte-nos sobre a experi\u00eancia de ser banda de abertura de bandas internacionais como o Delain, Tarja e The Agonist&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Foi maravilhoso! Esses tr\u00eas shows nos abriram portas important\u00edssimas, e conseguimos atingir um p\u00fablico muito maior! Ser banda de abertura nunca \u00e9 uma tarefa muito f\u00e1cil, muitas das pessoas que est\u00e3o ali s\u00f3 querem ver a banda principal e ponto. N\u00e3o est\u00e3o nem a\u00ed se h\u00e1 alguma outra banda batalhando por um espacinho no meio. \u00c9 compreens\u00edvel. Costumo falar que, de modo geral,\u00a0 quem est\u00e1 no p\u00fablico n\u00e3o tem o dever de saber se aquela banda de abertura batalhou para estar ali, se passou por \u2018\u2019perrengues\u2019\u2019, etc. Eles querem ter uma noite bacana, com som bom e de qualidade. E \u00e9 o que tentamos passar para eles: o nosso melhor, sempre! Se algu\u00e9m ali n\u00e3o curtir, paci\u00eancia, \u00e9 normal, gosto \u00e9 gosto. \u00c9 \u00f3bvio que n\u00e3o agradaremos a todos, isso \u00e9 imposs\u00edvel.\u00a0 Nem bandas grandes e tradicionais agradam a todos. \u00a0Mas sentimos que esses tr\u00eas shows valeram muito a pena para a Ecliptyka!\u00a0 Conquistamos diversos novos f\u00e3s e \u00f3timas resenhas!<\/p>\n<p><strong>AIDM: Conte-nos um pouco sobre sua trajet\u00f3ria enquanto vocalista de metal..<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Na verdade, eu nunca tive essa pretens\u00e3o. At\u00e9 2002, eu cantava em corais e o m\u00e1ximo de Metal que eu conhecia era Iron Maiden, Metallica e Angra. Depois que entrei pra Ecliptyka, me aprofundei mais no estilo e fui achando meu pr\u00f3prio estilo de cantar.\u00a0 Naquela \u00e9poca, as bandas com vocal feminino n\u00e3o eram t\u00e3o famosas, e as que faziam sucesso eram Nightwish e outras muito parecidas. Mas n\u00f3s nunca quisemos ser uma banda g\u00f3tica, e eu queria fugir do vocal l\u00edrico, apesar de ter aprendido a cantar dentro dessa linha.\u00a0 Quer\u00edamos fazer algo diferente. Com o tempo foram surgindo outras bandas com vocal feminino com estilos diferentes, minhas influ\u00eancias pessoais foram crescendo e consegui estabelecer uma identidade da minha voz na banda.<\/p>\n<p><strong>AIDM: Indo al\u00e9m, conte quais s\u00e3o os desafios em ser uma presen\u00e7a feminina no rock pesado, fale do aprendizado, o que superou, e qual a mensagem que voc\u00ea passa para as meninas que est\u00e3o come\u00e7ando a trajet\u00f3ria musical.<br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0Quando eu comecei a cantar na Ecliptyka, n\u00e3o existiam muitas bandas com vocal feminino. Pelo menos, elas n\u00e3o eram t\u00e3o famosas. E, por conta disso, eu sofri muito preconceito por parte do p\u00fablico machista. Ouvia coisas do tipo &#8221;Onde j\u00e1 viu, uma mina querendo cantar metal?&#8221; (risos) . Hoje j\u00e1 est\u00e1 muito mais tranquilo. Preconceito ainda rola um pouco, principalmente nos shows. Mas creio que isso \u00e9 algo que se deva ter na cabe\u00e7a quando voc\u00ea \u00e9 uma mulher que canta heavy metal: preconceito sempre existir\u00e1 e ponto. A quest\u00e3o \u00e9 saber relevar esse tipo de coisa. Tamb\u00e9m j\u00e1 aprendi a ignorar coment\u00e1rios dizendo que sou bonita e por isso a banda \u00e9 &#8221;boa&#8221;. N\u00e3o gosto desse tipo de coisa, pois se eu quisesse ser reconhecida pela minha apar\u00eancia eu teria me tornado modelo. Mas creio que esse tipo de coisa role com toda banda de vocal feminino. Sinto que as coisas seriam mais f\u00e1ceis sim se eu fosse homem, mas tudo bem, eu gosto de desafios. A mensagem que eu deixo \u00e0s meninas que querem come\u00e7ar a cantar Metal \u00e9: seja diferente! O mundo j\u00e1 tem muitas bandas com vocal feminino, e bandas muito boas, por sinal! O caminho \u00e9 se destacar de alguma maneira, e ter autenticidade \u00e9 a chave! E n\u00e3o desistir, nunca! Dificuldades e obst\u00e1culos surgir\u00e3o, mas podem ter certeza que nada daquilo que realmente vale a pena na vida vem f\u00e1cil. Deve-se batalhar e suar muito a camisa para colhermos bons resultados.<\/p>\n<p><strong>AIDM: Para terminar, escolha tr\u00eas m\u00fasicas para tocar na programa\u00e7\u00e3o e fale um pouco sobre elas.<\/strong><\/p>\n<p><strong>HM:<\/strong>\u00a0 We Are The Same \u2013 a letra dessa m\u00fasica resume bem a id\u00e9ia conceitual do CD como um todo. Ela fala de como estamos acabando com o nosso planeta e a indiferen\u00e7a do ser humano em rela\u00e7\u00e3o a isso. Fala tamb\u00e9m que agir como se o \u2018\u2019problema n\u00e3o fosse nosso\u2019\u2019 n\u00e3o ir\u00e1 fazer com que as consequ\u00eancias desapare\u00e7am, e que n\u00f3s somos todos iguais, nem melhores nem piores, e que devemos agir.<\/p>\n<p>Splendid Cradle &#8211; essa m\u00fasica fala a respeito dos problemas que temos em nosso pa\u00eds, como a corrup\u00e7\u00e3o, descaso dos pol\u00edticos e como todo esse sistema podre conseguiu cegar toda a popula\u00e7\u00e3o, a ponto de rirmos de nossa pr\u00f3pria desgra\u00e7a.<\/p>\n<p>Unnatural Evolution \u2013 escolho essa m\u00fasica devido \u00e0 maior exposi\u00e7\u00e3o que estamos tendo agora sobre a crueldade que acontece em rodeios e touradas. Essa m\u00fasica fala sobre como a vida n\u00e3o \u00e9 mais importante para n\u00f3s, sobre como achamos gra\u00e7a e nos entretemos com a morte e sofrimento de outros seres vivos nesses eventos rid\u00edculos e covardes.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0 Com mais de dez anos de atividade, o Ecliptyka, banda natural de Jundia\u00ed\/SP, \u00e9 um exemplo de perseveran\u00e7a. Demorou algum tempo at\u00e9 que A Tale of Decadence, seu primeiro trabalho, fosse concebido, mas, uma vez lan\u00e7ado, escancarou portas e oportunidades. 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