{"id":48649,"date":"2022-10-27T23:32:00","date_gmt":"2022-10-28T02:32:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/?p=48649"},"modified":"2022-10-27T23:32:00","modified_gmt":"2022-10-28T02:32:00","slug":"o-musical-pink-floyd-the-wall-live-chega-ao-brasil-na-proxima-semana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/o-musical-pink-floyd-the-wall-live-chega-ao-brasil-na-proxima-semana\/","title":{"rendered":"O MUSICAL PINK FLOYD &#8211; THE WALL LIVE chega ao Brasil na pr\u00f3xima semana."},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-48650\" src=\"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/58F2E4E3-9682-4DE3-8E6E-C252443D1F10-700x368.jpeg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"368\" srcset=\"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/58F2E4E3-9682-4DE3-8E6E-C252443D1F10-700x368.jpeg 700w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/58F2E4E3-9682-4DE3-8E6E-C252443D1F10-1024x538.jpeg 1024w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/58F2E4E3-9682-4DE3-8E6E-C252443D1F10-768x403.jpeg 768w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/58F2E4E3-9682-4DE3-8E6E-C252443D1F10.jpeg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/><\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pela primeira vez no Brasil, sucesso por mais de 30 anos na Inglaterra,\u00a0 tendo se apresentado para mais de 500 mil pessoas , domiciliado no Pavillion Center de Liverpool, THE WALL, considerado pela cr\u00edtica especializada, uma das mais importantes obras do cen\u00e1rio musical de todos os tempos, para muitos, a verdadeira obra prima da banda brit\u00e2nica Pink Floyd, ser\u00e1 apresentada em forma integral, seguindo o projeto original de como foi concebido, trazendo ao palco atores, m\u00fasicos, cantores, acompanhados por uma super produ\u00e7\u00e3o, envolvendo lasers, ilumina\u00e7\u00e3o primorosa e tecnologias de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o na sonoriza\u00e7\u00e3o. Ser\u00e1 o 5\u00ba e \u00faltimo espet\u00e1culo da S\u00e9rie Cinema no Palco Ao Vivo de 2022, produzido por Top Cat e Vesbim Media Corp. Dirigido por Alan Veste, Co-Produzido por Rachel Barrett, prima de Syd\u00a0 Barrett, fundador e cantor do Pink Floyd antes da grava\u00e7\u00e3o do The Wall. O espet\u00e1culo narra, segundo a concep\u00e7\u00e3o de Alan e Rachell Barrett, a vida de Pink, que por in\u00fameras declara\u00e7\u00f5es de Roger Waters (criador do The Wall) foi intencionalmente inspirado em Syd Barrett.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Filme, originalmente dirigido por Alan Parker e Gerald Scarfe em 1982, ganha vers\u00e3o musical e teatral ao vivo montada com talento e sensibilidade por Alan Vest e Rachel Barrett\u00a0 &#8211; Daily Express 2012 &#8211; S. Masters<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O musical chegar\u00e1 ao Brasil em Novembro de 2022 em diversas cidades brasileiras, como parte do Top Cat Concert Series 2022, s\u00e9rie de shows internacionais promovida por Top Cat Produ\u00e7\u00f5es Art\u00edsticas.\u00a0 O p\u00fablico se emocionar\u00e1 com o musical Pink Floyd UK &#8211; The Wall , num show com todos os personagens do filme, mesclando m\u00fasicos, vocalistas e atores profissionais, reconhecidos no cen\u00e1rio mundial.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A produ\u00e7\u00e3o The Wall Live, conduzida pelo grupo de Pink Floyd UK, apresenta uma performance estimulante, que \u00e9 atemporal, dando ao show, um apelo dram\u00e1tico, que atravessa gera\u00e7\u00f5es, motivo que o tornou um grande sucesso em todo o mundo. Dirigido pelo conceituado diretor Alan Veste, este show traz uma banda de rock poderosa, formada por 15 m\u00fasicos conceituados no cen\u00e1rio mundial, o que permite que o p\u00fablico capture toda a emo\u00e7\u00e3o e a experi\u00eancia do filme THE WALL ao vivo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O filme \u00e9 trazido \u00e0 vida no palco. Com proje\u00e7\u00f5es, imagens emocionantes, e uma ilumina\u00e7\u00e3o incompar\u00e1vel, cada membro do elenco e todos os m\u00fasicos envolvidos prepararam um espet\u00e1culo impec\u00e1vel, feito atentamente para trazer esta obra-prima profissionalmente para audi\u00eancias em todo o mundo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A apresenta\u00e7\u00e3o ao Vivo, segue o roteiro do filme, com &#8220;coment\u00e1rios incidentais&#8221; de Alan e Rachel, que fazem sua pr\u00f3pria leitura do personagem da estrela do rock, Pink, que tem sua alma torturada, por\u00a0 causa de sua inf\u00e2ncia, pois sempre tentou fazer conex\u00f5es emocionais significativas com outras criaturas vivas. Essa inf\u00e2ncia inclui n\u00e3o ter um modelo masculino, pois seu pai, tendo sido morto na guerra e sua m\u00e3e superprotetora, sufocando-o, e um sistema escolar opressivo e repressivo anulando sua criatividade natural, ajudando a construir o processo de insanidade.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Sendo Pink, uma estrela do rock, muitas vezes \u00e9 procurado por pessoas, que buscam a identidade dele como artista e n\u00e3o de realmente quem ele \u00e9! As hist\u00f3rias selvagens em torno do vocalista original do Pink Floyd, Syd Barrett, incluindo suas escapadas drogadas e posterior retirada do mundo, forneceram a Waters, a inspira\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para construir o personagem\u00a0 o rock-star mal-humorado, PINK !<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O fracasso mais recente nessa verdadeira conex\u00e3o com algu\u00e9m \u00e9 seu pr\u00f3prio casamento, quando em turn\u00ea, ele descobre que sua esposa em casa est\u00e1 o traindo, Pink Floyd fica paranoico e louco, construindo um muro entre o mundo em sua mente e o mundo real. Construindo um muro figurativo ao seu redor para se isolar do resto do mundo, mas n\u00e3o antes de mostrar graficamente, em desenhos geniais, seus sentimentos. A quest\u00e3o \u00e9 se ele ou qualquer outra pessoa pode fazer qualquer coisa para derrubar a parede de uma forma significativa.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Durante in\u00fameras incurs\u00f5es para buscar respostas para suas paranoias, em uma delas, Pink traz uma f\u00e3 disposta a ir a seu quarto de hotel, (seu Mundo Moment\u00e2neo), apenas para que ela o provoque e tente destru\u00ed-lo, provocando uma raiva violenta, fazendo com que ele se irrite profundamente. Logo ele entende e se arrepende de ter constru\u00eddo o muro e entende que sua viol\u00eancia pode torn\u00e1-lo\u00a0 um ditador fascista e violento, acompanhado de seus soldados imagin\u00e1rios,\u00a0 come\u00e7am a atacar todas\u00a0 as pessoas a seu redor, gritando e demandando : PARE E VAMOS LEVAR TODOS A JULGAMENTO para que todos sejam julgados em suas mentes pelo que ele fizeram, onde consequentemente Pink rasga a PAREDE (THE WALL) como se fosse um peda\u00e7o de algod\u00e3o!<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Pink Floyd The Wall \u00e9 um dos \u00e1lbuns mais intrigantes e imaginativos da hist\u00f3ria do rock. Desde o lan\u00e7amento do \u00e1lbum de est\u00fadio em 1979, a turn\u00ea de 1980-81, e o filme subsequente de 1982, The Wall tornou-se sin\u00f4nimo, se n\u00e3o a pr\u00f3pria defini\u00e7\u00e3o do termo &#8220;\u00e1lbum conceitual&#8221;.\u00a0 Explosivo e complexo de se repetir nos palcos, Alan e Rachell Barrett retratam esta trajet\u00f3ria, repleta de interven\u00e7\u00f5es curiosas e cuidadosamente interpretadas, dando uma conota\u00e7\u00e3o \u00fanica a esta pe\u00e7a antol\u00f3gica. Pink \u00e9 um astro do rock que consome drogas para poder fazer uma imers\u00e3o e alimentar suas paranoias, e assim, construir uma parede imagin\u00e1ria que o separe do mundo real. Ele recorda sua rela\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia materna, a morte de seu pai e os castigos de seus professores, construindo e demolindo definitivamente uma parede metaf\u00f3rica. Embora o simbolismo do filme esteja aberto \u00e0 interpreta\u00e7\u00e3o, a parede em si, reflete claramente uma sensa\u00e7\u00e3o de isolamento e aliena\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Roteiro<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O Musical inicia sua trajet\u00f3ria, mostrando Pink como um jovem ingl\u00eas crescendo no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950, demonstrando claramente sua car\u00eancia da figura paterna (&#8220;Another Brick in the Wall, Part I&#8221;).\u00a0 Certa ocasi\u00e3o,\u00a0\u00a0 mexendo nas coisas do seu pai, descobre um pergaminho do &#8220;carism\u00e1tico e gentil Rei George&#8221; e muitas rel\u00edquias do servi\u00e7o militar e pertences (&#8220;When the Tigers Broke Free, Part 1&#8221;). Um destes itens \u00e9 uma bala de rifle, e est\u00e1 colocada cuidadosamente no trilho de um trem, e nele percebe pessoas desconhecidas andando dentro dos vag\u00f5es. J\u00e1 na escola, ele \u00e9 pego escrevendo poemas em sala de aula e se v\u00ea constantemente humilhado pelo professor, que revela-se abusivo com os alunos. Isto ocorre em consequ\u00eancia de sua esposa ser igualmente abusiva com ele! (&#8220;The Happiest Days Of Our Lives&#8221;), que l\u00ea um poema (parte do vers\u00edculo 2 da can\u00e7\u00e3o &#8220;Money&#8221;).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0 Em sua paranoia, recheada de met\u00e1foras, Pink percebe um sistema escolar opressivo no qual as crian\u00e7as caem em um moedor de carne. As crian\u00e7as ent\u00e3o se rebelam e destroem a escola, excluindo o professor enviando-o para\u00a0 um destino desconhecido (&#8220;Another Brick in the Wall (Parte 2).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pink tamb\u00e9m \u00e9 afetado negativamente por sua m\u00e3e superprotetora (&#8220;Mother&#8221;). In\u00fameras experi\u00eancias traum\u00e1ticas s\u00e3o representadas como (&#8220;bricks&#8221;) na parede criada metaforicamente, em torno de si, afastando-o da sociedade (&#8220;Empty Spaces&#8221;).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Adulto, Pink se casa, mas ele e sua esposa rapidamente se separam, pois Pink descobre que sua esposa est\u00e1 tendo um caso (&#8220;Young Lust&#8221;). Ele ent\u00e3o se volta para uma f\u00e3 (Jenny Wright), e a leva para seu quarto de hotel apenas para provoc\u00e1-lo e destru\u00ed-lo, provocando uma raiva violenta, aterrorizando a f\u00e3 e colocando-a para fora do quarto (&#8220;One of My Turns&#8221;).\u00a0 Ap\u00f3s a sa\u00edda em prantos da menina, Pink entra em uma profunda depress\u00e3o (&#8220;Don&#8217;t Leave Me Now&#8221;). Depois de destruir a televis\u00e3o com seu viol\u00e3o, ele jura que n\u00e3o precisa de mais ningu\u00e9m!\u00a0 (&#8220;Another Brick in the Wall, Part III&#8221;). Com isso, ele mentalmente completa a parede que come\u00e7ou a construir para proteger suas feridas (&#8220;Goodbye Cruel World&#8221;).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Pink come\u00e7a lentamente a perder a cabe\u00e7a e cria monstros imagin\u00e1rios em seu consciente &#8220;worms&#8221;. Em outra de suas crises, Pink raspa todo o seu cabelo corporal (um dos muitos incidentes inspirados pelo ex-colega de banda Syd Barrett, que apareceu em uma sess\u00e3o de grava\u00e7\u00e3o de 1975 de &#8220;Wish You Were Here&#8221;, tendo raspado suas sobrancelhas e pelos do corpo e, enquanto assistia The Dam Busters (1955) na televis\u00e3o, quando ele inspirado no personagem do filme, se transforma em seu alter-ego neonazista. \u00c9 quando o empres\u00e1rio de Pink (Bob Hoskins), com o gerente do hotel (Michael Alferes) e alguns param\u00e9dicos, invadem o quarto e descobrem Pink, completamente abatido pelo profundo processo de depress\u00e3o, mas mesmo assim, o levam para uma limusine e injetam drogas nele para que ele se apresente no show que estaria marcado para aquele dia. (&#8220;Comfortably Numb&#8221;).<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em sua sequ\u00eancia alucinat\u00f3ria, Pink fantasia que ele \u00e9 um ditador e seu concerto \u00e9 um com\u00edcio neonazista.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nazi-Pink realiza um com\u00edcio, e procura por pessoas diferentes, &#8220;bichas&#8221;, &#8220;idiotas,&#8221; e ordena-os &#8220;contra a parede&#8221;. (&#8220;In the Flesh&#8221;). Seus seguidores come\u00e7am a atacar minorias \u00e9tnicas (&#8220;Run Like Hell&#8221;), e Pink realiza um com\u00edcio no sub\u00farbio de Londres (&#8220;Waiting for the Worms&#8221;). A cena \u00e9 intercalada com imagens de martelos animados marchando que atravessam ru\u00ednas. Pink ent\u00e3o para de alucinar e grita &#8220;Pare!&#8221; e se refugia em uma cabine de banheiro no local do concerto, recitando poemas que mais tarde seriam usados em outros discos do Pink Floyd.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em sequ\u00eancia repleta de anima\u00e7\u00f5es, Pink se coloca em julgamento (&#8220;The Trial&#8221;).\u00a0 Ele \u00e9 retratado como uma pequena boneca de pano rosa que raramente se move. O juiz \u00e9 um par gigante de n\u00e1degas, com duas pernas viradas para tr\u00e1s, um \u00e2nus como a boca e um escroto para um queixo. O advogado \u00e9 um homem alto, amea\u00e7ador, parecido com um abutre e o professor \u00e9 uma marionete abusiva e odiosa. Depois de ouvir as partes e testemunhas (esposa e m\u00e3e de Pink), o juiz ordena que a parede seja derrubada. Ap\u00f3s um sil\u00eancio prolongado, a parede explode e mostra uma montagem de eventos de toda pe\u00e7a teatral e Pink \u00e9 ouvido pela \u00faltima vez gritando. O filme termina com tr\u00eas crian\u00e7as limpando uma pilha de escombros ap\u00f3s um motim anterior (&#8220;Outside the Wall&#8221;). N\u00e3o se sabe o que aconteceu com Pink, deixando o espectador decidir.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Misturando anima\u00e7\u00f5es cl\u00e1ssicas, e sequ\u00eancias semelhantes a sonhos para sugerir a percep\u00e7\u00e3o de Pink sobre o mundo, in\u00fameras t\u00e9cnicas de ilumina\u00e7\u00e3o, uma competente banda de rock e v\u00e1rios atores, complementam com um formid\u00e1vel repertorio musical, criado pelo Pink Floyd, excluindo completamente a necessidade de di\u00e1logos na apresenta\u00e7\u00e3o. Venha, divirta-se com a m\u00fasica. Tente entender o Muro criado por Roger Waters e interpretado em nossos palcos por Alan Vest e Rachel Barrett .<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">The Wall por Alan Vest<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em 1992, tive a ideia de montar e dirigir um grupo para tocar as m\u00fasicas do &#8220;The Wall&#8221; ao vivo, mas j\u00e1 pensando no conceito de construir uma apresenta\u00e7\u00e3o teatral com &#8220;inserts&#8221; do \u00e1lbum conceitual. Meu primeiro passo, foi entrar em contato com o pr\u00f3prio Roger Waters, para ent\u00e3o discutir o assunto e conseguir sua autoriza\u00e7\u00e3o para nossa primeira montagem em Liverpool.\u00a0 Ap\u00f3s idas e vindas de &#8220;faxes&#8221; &#8230; Perguntas, respostas.. Ap\u00f3s meses de contato, finalmente Sr. Waters n\u00e3o s\u00f3 autorizou, como nos enviou pessoalmente, sua ben\u00e7\u00e3o para realizar o projeto e assim come\u00e7amos a adaptar e inserir meus pr\u00f3prios conceitos para o drama que desejava montar!\u00a0 Meu maior presente foi n\u00e3o s\u00f3 ganhar a autoriza\u00e7\u00e3o para realizar meu projeto, mas tamb\u00e9m a formid\u00e1vel amizade que possu\u00edmos at\u00e9 hoje. A primeira dificuldade foi, sem sombra de d\u00favidas, adaptar a montagem para os pequenos palcos que planej\u00e1vamos montar o espet\u00e1culo e consequentemente, realizar ajustes aos tamanhos dos palcos,\u00a0 deixando tudo de forma artesanal mas integralmente fiel a ideia das m\u00fasicas e suas letras.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Quando montamos a primeira vers\u00e3o para o Pavillion Center de Liverpool, foi tudo muito dif\u00edcil, absolutamente novo e ter\u00edamos ainda o olhar cr\u00edtico da imprensa local, bem como in\u00fameros m\u00fasicos que certamente conheciam bem as can\u00e7\u00f5es do disco.\u00a0 Quando encerramos a primeira apresenta\u00e7\u00e3o tudo parecia perfeito, nossas ideias foram extremamente bem aceitas, em show ap\u00f3s show fomos melhorando a compreens\u00e3o sobre o material e consequentemente nossas performances ganharam corpo e tornaram-se insubstitu\u00edveis. Conseguimos rapidamente vender a ideia para o p\u00fablico no Reino Unido, e estamos l\u00e1 at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Ao longo dos anos, recebemos muitas visitas em nossas apresenta\u00e7\u00f5es, mas nenhuma mais importante do que a de Rachel Barrett, prima do cantor e compositor do Pink Floyd, Syd Barrett, que deixou o grupo por problemas de sa\u00fade mental, antes da grava\u00e7\u00e3o de &#8220;Wish you were Here\/ The Wall&#8221;. Por motivos \u00f3bvios, pois como todos sabem, toda a obra foi\u00a0 escrita\u00a0 em sua maioria por R. Waters, inspirada nas frustra\u00e7\u00f5es e crises emocionais enfrentadas por Syd durante seus anos no Floyd, com isto Rachel se apaixonou pelo projeto e imediatamente se prontificou em nos ajudar e se disp\u00f4s a trazer hist\u00f3rias reais daquele tr\u00e1gico momento vivido por Syd Barrett e como se isto n\u00e3o bastasse, Rachel nos deu sua larga experi\u00eancia como diretora de pe\u00e7as teatrais de enorme relev\u00e2ncia na cultura Inglesa. Isto se tornou t\u00e3o precioso e t\u00e3o m\u00e1gico que at\u00e9 hoje, Rachell est\u00e1 conosco neste espet\u00e1culo sendo a Co Produtora do Projeto.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A meu ver, a s\u00edntese desta obra liter\u00e1ria\/musical, escrita por Roger Waters, deve-se ao fato do autor querer explicar a aliena\u00e7\u00e3o que ele e os demais membros do Grupo (Pink Floyd) sentiam no palco em dire\u00e7\u00e3o ao desejo do p\u00fablico em consumir e entender aquelas apresenta\u00e7\u00f5es. Certamente, esta foi a oportunidade que Waters teve para mostrar, como seu muro foi constru\u00eddo mentalmente desde a inf\u00e2ncia at\u00e9 os dias atuais. Todo mundo tem uma parede da qual esconde seus verdadeiros sentimentos para tr\u00e1s, e isso \u00e9 mentalmente constru\u00eddo se a qualquer momento algo ruim acontecer em suas vidas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">O primeiro tijolo de Roger Waters foi colocado quando seu pai foi morto na Segunda Guerra Mundial. Isso foi adicionado por outros tijolos ao longo de sua vida que formaram uma parede completa. Esta parte de sua vida \u00e9 descrita na primeira parte do show.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">A segunda parte do show explica seus sentimentos atr\u00e1s de sua parede at\u00e9 o final, onde temos o chamado &#8220;O Julgamento&#8221;.\u00a0 O Julgamento est\u00e1 acontecendo em sua mente, mostrando todas as suas experi\u00eancias e atitudes passadas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas em sua vida. No final, ele \u00e9 julgado e, finalmente, sua parede \u00e9 ordenada a ser demolida. O que deixa seus sentimentos expostos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nesta montagem atual, novamente reunimos alguns dos melhores m\u00fasicos e atores brit\u00e2nicos, que t\u00eam o talento e o desejo de replicar a m\u00fasica do \u00e1lbum &#8220;LIVE&#8221; do Pink Floyd no maior detalhe poss\u00edvel. A banda se dedica a elaborar as apresenta\u00e7\u00f5es do Pink Floyd com aten\u00e7\u00e3o a cada nota, inflex\u00e3o, express\u00e3o, efeito sonoro, em seus instrumentos e vozes. Al\u00e9m de suas refinadas apresenta\u00e7\u00f5es musicais, uma hist\u00f3ria se desenrolar\u00e1 e atuar\u00e1 no palco para representar o drama completo da pe\u00e7a. Haver\u00e1 tamb\u00e9m os melhores efeitos visuais de multim\u00eddia, proje\u00e7\u00e3o e lasers, para melhorar a experi\u00eancia ao vivo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Conhe\u00e7a Alan Vest<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alan Veste &#8211; Diretor\/ Produtor<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alan tem 35 anos de experi\u00eancia em cinema e teatro. Escreveu, produziu e dirigiu in\u00fameros filmes, pe\u00e7as de teatro e musicais ao longo dos anos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Uma de suas grandes habilidades \u00e9 adaptar filmes conhecidos para o palco, tais como, &#8220;One Flew Over the Cuckoo&#8217;s Nest&#8221; (Um Estranho no Ninho), de Ken Kessey, &#8220;Purple Rain&#8221;, do Prince, e &#8220;Tommy&#8221;, do The Who.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alan \u00e9 tamb\u00e9m \u00e9 um dos pioneiros da introdu\u00e7\u00e3o de filmes como parte de uma pe\u00e7a teatral, acoplando as duas experi\u00eancias em um \u00fanico espet\u00e1culo.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Co-Fundador da Vesbim Media, al\u00e9m de dirigir alguns dos mais consagrados musicais da Inglaterra, a empresa tamb\u00e9m \u00e9 respons\u00e1vel nos \u00faltimos 10 anos, pela realiza\u00e7\u00e3o do famoso Festival Internacional de Cinema de Liverpool, o evento conta ainda com Alan como um de seus anfitri\u00f5es. Mr. Veste tamb\u00e9m \u00e9 jurado e organizador do Festival de Cinema de Wirral.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alan dirigiu e produziu pe\u00e7as como: &#8220;Virgin Express&#8221;, &#8220;Payback&#8221;, &#8220;The Cavern Club&#8221;, &#8220;The Yozzers&#8221;, dirigiu e editou\u00a0 s\u00e9ries para TV inglesa como &#8220;Fast &amp; Furious&#8221;, Co-Produtor no curta metragem &#8220;The Butler Did It&#8221;, Produtor no Variety showcase no Little Theatre Birkenhead&#8221;, Editor e Produtor no longa metragem &#8220;Bouncers 1&#8221;, Diretor e Co Produtor no Document\u00e1rio &#8220;Millennium Man&#8221; para TV a cabo, escritor, diretor e co Produtor\u00a0 no premiado\u00a0 Longa-Metragem &#8220;Controle de Pragas&#8221;,\u00a0 em mar\u00e7o de 1993 foi o produtor,\u00a0 diretor, diretor musical na adapta\u00e7\u00e3o para a vers\u00e3o teatral de &#8220;The Wall&#8221; do Pink Floyd no The Royal Court Liverpool, The Floral Pavilion New Brighton e The Leasowe Recreation Center Wirral.\u00a0 Alan tamb\u00e9m \u00e9 Fundador do &#8220;The Leasowe Production Group&#8221; e do &#8220;The Leasowe Music Workshop&#8221;.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Alan \u00e9 professor titular e membro do corpo acad\u00eamico diretivo da UAL &#8211; UNIVERSITY OF ARTS LONDON,\u00a0 Faculdade de artes de Londres,\u00a0 sendo o respons\u00e1vel pelas cadeiras de cinema, aulas de arte e m\u00fasica.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">\u00a0Rachel Barrett &#8211; Co-Produtora<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Meu av\u00f4 e o pai Syd eram irm\u00e3os. Portanto, sou prima em segundo grau para Syd (ou Roje como o cham\u00e1vamos). Meu pai e Syd nasceram os dois em 6 de janeiro com um ano de diferen\u00e7a, sendo Syd o mais velho. Sua m\u00e3e (Winifred) adorava dar festas e a casa era muitas vezes cheia de crian\u00e7as. Papai se lembra de jogar t\u00eanis de mesa no s\u00f3t\u00e3o onde uma mesa foi permanentemente montada. Minha ramifica\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia se mudou de Cambridge quando meu pai tinha apenas 11 anos.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Musica sempre foi o &#8220;Elo Pricipal&#8221;em nossa familia. Meu av\u00f4 tocava Saxofone, clarinete e \u00f3rg\u00e3o, meu pai tocava guitarra, acordeom e sempre tocou em bandas.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Nasci em Stockton em 1972, me tornei um f\u00e3 do Pink Floyd no in\u00edcio da minha adolesc\u00eancia, obviamente com uma enorme influ\u00eancia de casa e toda nossa fam\u00edlia, mas foi\u00a0 quando eu frequentei a faculdade de arte que eu me tornei ciente do impacto que Syd tinha\u00a0 na sociedade e que finalmente compreendi, o talento excepcional que ele era e tudo o que representava. Para n\u00f3s, ele era apenas Roje e n\u00e3o aquela figura enigm\u00e1tica e misteriosa que os f\u00e3s sempre desejavam encontrar ou mesmo se aproximar para extrair toda a bagagem intelectual que ele poderia fornecer. N\u00e3o era incomum , v\u00ea-lo constantemente sendo seguido nas ruas de Cambridge.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em 2016 fui convidada para me apresentar com Men on the Border e The Sandvikon Orchestra como parte das celebra\u00e7\u00f5es realizadas no Cambridge Corn Exchange, onde apresentei um trabalho sobre a vida e obra de Roje, onde uma linda escultura foi revelada em mem\u00f3ria de Syd.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Em 2008 conheci Alan Vest e sua fant\u00e1stica Cia Vesbin Media, naquela ocasi\u00e3o estavam produzindo a fant\u00e1stica pe\u00e7a teatral &#8220;Um estranho no ninho&#8221; desde ent\u00e3o nos relacionamos , ficamos grandes amigos e juntos realizamos o desejo de montar o fant\u00e1stico \u00e1lbum The Wall em um formato diferente , em uma pe\u00e7a teatral , completamente musicada, trazendo o que o Reino Unido poderia oferecer de melhor na interpreta\u00e7\u00e3o art\u00edstica! Juntos hav\u00edamos entendido , que o conte\u00fado da obra estava baseada na vida de meu primo Syd, e com isto eu trouxe alguns coment\u00e1rios de nossa hist\u00f3ria particular para trazer detalhes na obra grandiosa do Pink Floyd, mas desta vez sob o olhar telentoso e intelectual de Alan Veste! Antes de mais nada, \u00e9 importante dizer que sou grande f\u00e3 do que fazemos, minha contribui\u00e7\u00e3o art\u00edstica vai al\u00e9m das memorias e atos de Syd, trago tamb\u00e9m minha vers\u00e3o nos figurinos e textos , deixando a apresenta\u00e7\u00e3o com uma cara completamente diferente da que o p\u00fablico est\u00e1 acostumado a ouvir.<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Estou\u00a0 envolvida com os shows do Vesbim Floyd por v\u00e1rios anos, posso assegurar , que se o p\u00fablico espera apenas um espet\u00e1culo musical, vai se enganar , apresentamos uma obra completa , uma viagem na cabe\u00e7a dos jovens dos anos 70\/80 e principalmente um espet\u00e1culo de uma bagagem absolutamente incomum! Este \u00e9 o nosso The Wall , o The Wall de Syd Barrett.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">Seguem as datas e cidades por onde o espet\u00e1culo vai passar:<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">04 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sexta Feira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Juiz de Fora\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Cine-Theatro Central<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">05 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sabado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Belo Horizonte\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Minas Centro<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">06 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Domingo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Rio de Janeiro Vivo Rio<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">10 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quinta\u00a0 Feira\u00a0\u00a0 Joinvile\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Teatro da Liga<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">11 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sexta Feira\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Blumenau\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Teatro Carlos Gomes<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">12 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Sabado\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Porto Alegre\u00a0 Teatro do SESI<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">13 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Domingo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Porto Alegre\u00a0\u00a0 Teatro do SESI<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">16 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quarta Feira\u00a0\u00a0 S\u00e3o Paulo\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Espa\u00e7o Unimed<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">17 de Novembro de 2022\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Quinta Feira\u00a0\u00a0 Curitiba\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 Teatro Guaira<\/p>\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n<p style=\"font-weight: 400;\">\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela primeira vez no Brasil, sucesso por mais de 30 anos na Inglaterra,\u00a0 tendo se apresentado para mais de 500 mil pessoas , domiciliado no Pavillion Center de Liverpool, THE WALL, considerado pela cr\u00edtica especializada, uma das mais importantes obras do cen\u00e1rio musical de todos os tempos, para muitos, a verdadeira obra prima da banda [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-48649","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48649","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=48649"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48649\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":48651,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/48649\/revisions\/48651"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=48649"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=48649"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=48649"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}