{"id":50337,"date":"2023-03-27T14:22:02","date_gmt":"2023-03-27T17:22:02","guid":{"rendered":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/?p=50337"},"modified":"2023-03-27T14:22:02","modified_gmt":"2023-03-27T17:22:02","slug":"ritchie-faz-show-em-sp-de-comemoracao-aos-40-anos-do-lp-voo-de-coracao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/ritchie-faz-show-em-sp-de-comemoracao-aos-40-anos-do-lp-voo-de-coracao\/","title":{"rendered":"Ritchie faz show em SP de comemora\u00e7\u00e3o aos 40 anos do LP \u2018Voo de Cora\u00e7\u00e3o\u2019"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-50338\" src=\"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3B44CB6D-1A7E-41AF-A4E9-30A4661F2D95-560x700.jpeg\" alt=\"\" width=\"560\" height=\"700\" srcset=\"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3B44CB6D-1A7E-41AF-A4E9-30A4661F2D95-560x700.jpeg 560w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3B44CB6D-1A7E-41AF-A4E9-30A4661F2D95-819x1024.jpeg 819w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3B44CB6D-1A7E-41AF-A4E9-30A4661F2D95-768x960.jpeg 768w, https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/3B44CB6D-1A7E-41AF-A4E9-30A4661F2D95.jpeg 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 560px) 100vw, 560px\" \/><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">No dia 25 de maio, o <\/span><span class=\"s2\">Cine Joia<\/span><span class=\"s1\">, em S\u00e3o Paulo, recebe um show muito especial: <\/span><span class=\"s2\">Ritchie<\/span><span class=\"s1\"> e banda sobem ao palco para celebrar os 40 anos de um dos discos mais importantes do pop brasileiro: \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da produtora Mar Festival.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Lan\u00e7ado em junho de 1983, o disco trouxe pelo menos meia d\u00fazia de hits de r\u00e1dio, como o hit eterno, \u201cMenina Veneno\u201d, e outros sucessos como \u201cPelo interfone\u201d, \u201cA vida tem dessas coisas\u201d, \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cCasanova\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">\u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d foi o LP mais vendido do Brasil naquele ano e permaneceu nas paradas nacionais por tanto tempo que, no fim do ano seguinte, ainda disputava a lideran\u00e7a com Roberto Carlos e \u201cThriller\u201d, de Michael Jackson.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">No show, Ritchie, acompanhado de uma excelente banda, formada por m\u00fasicos experientes como Hugo Hori (sax e flautas), Eron Guarnieri (teclados), Luis Capano (bateria), Renato Galozzi (guitarrista) e Igor Pimenta (contrabaixo), far\u00e1 um apanhado de seus 40 anos de carreira e homenagear\u00e1 \u00eddolos como Cat Stevens, Caetano Veloso, Peter Gabriel e Righteous Brothers.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s2\">SERVI\u00c7O<\/span><span class=\"s1\"><br \/>\n<\/span><span class=\"s2\">Ritchie \u2013 40 anos Do LP \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d<\/span><span class=\"s1\"><br \/>\nData: 25 de maio de 2023 (quinta-feira)<br \/>\nHor\u00e1rio: 20h30 (portas)<br \/>\nLocal: Cine Joia<br \/>\nEndere\u00e7o: <\/span><span class=\"s3\">Pra\u00e7a Carlos Gomes, 82 &#8211; Liberdade &#8211; S\u00e3o Paulo<\/span><span class=\"s1\">\/SP<br \/>\nClassifica\u00e7\u00e3o et\u00e1ria: 18 anos<br \/>\nVenda on-line: <a href=\"https:\/\/email.cloud.secureclick.net\/c\/1711?id=332916.20097.1.5ea26b684baf2b85d44c9644bffc2a6b\"><span class=\"s4\">https:\/\/pixelticket.com.br\/eventos\/13067\/ritchie-em-sao-paulo<\/span><\/a><br \/>\nIngressos: R$ 90 (1\u00ba lote &#8211; meia entrada promocional, com doa\u00e7\u00e3o de um quilo de alimento n\u00e3o perec\u00edvel); R$ 180 (1\u00ba lote &#8211; inteira); R$ 220 (Camarote, 2\u00ba lote &#8211; meia entrada promocional, com doa\u00e7\u00e3o de um quilo de alimento n\u00e3o perec\u00edvel); R$ 440 (Camarote, 2\u00ba lote &#8211; inteira).<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">R$ 110 (2\u00ba lote &#8211; meia entrada promocional, com doa\u00e7\u00e3o de um quilo de alimento n\u00e3o perec\u00edvel); R$ 220 (2\u00ba lote &#8211; inteira); R$ 200 (Camarote, 1\u00ba lote &#8211; meia entrada promocional, com doa\u00e7\u00e3o de um quilo de alimento n\u00e3o perec\u00edvel); R$ 400 (Camarote, 1\u00ba lote &#8211; inteira).<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s2\">&#8216;Voo do Cora\u00e7\u00e3o&#8217;, um marco do pop brasileiro<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s5\">Por Andr\u00e9 Barcinski<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Em junho de 1983, um disco-voador pousou na m\u00fasica brasileira. Na \u00e9poca, ningu\u00e9m entendeu direito o que era e nem de onde ele veio. Mas ele veio para ficar.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">\u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d, LP de estreia de Ritchie, era uma anomalia no pop brazuca: a m\u00fasica radiof\u00f4nica brasileira do in\u00edcio dos anos 80 era org\u00e2nica, feito de guitarras, n\u00e3o de sintetizadores. Era uma m\u00fasica solar, praiana e alegre \u2013 Blitz, Lulu, Gang 90 \u2013, ao passo que a m\u00fasica de Ritchie era g\u00e9lida e contida, o que lhe conferia uma atmosfera mais europeia e cool.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Al\u00e9m disso, a figura de Ritchie contrastava com a de um popstar tropical: mag\u00e9rrimo, meio andr\u00f3gino, com orelhas pontudas e dentes imperfeitos, usava um topete de gel, vestia jaquetas de couro e cantava com um forte sotaque estrangeiro.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A can\u00e7\u00e3o tinha uma letra sexy e misteriosa, com um refr\u00e3o absolutamente inesquec\u00edvel e solo de saxofone, um must do pop da d\u00e9cada de 1980. Se fosse gravada em ingl\u00eas pelo Duran Duran, \u201cMenina Veneno\u201d teria sido um sucesso mundial.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ritchie n\u00e3o tinha na manga apenas essa m\u00fasica. O disco todo, \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d, era muito bom, com can\u00e7\u00f5es pegajosas, bem-produzidas e hits a granel, como \u201cPelo interfone\u201d, \u201cA vida tem dessas coisas\u201d, \u201cVoo de cora\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cCasanova\u201d. Todos os sintetizadores foram gravados por Lauro Salazar, um brasileiro que morava em Munique e trabalhava com alguns dos m\u00fasicos mais importantes da vanguarda alem\u00e3, como o baterista Curt Cress, conhecido por seu trabalho solo e por discos com Falco e Alphaville.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Salazar tamb\u00e9m fez os arranjos do LP de Ritchie e, mais tarde, tocaria teclados no sucesso \u201cCheia de Charme\u201d, de Guilherme Arantes.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Desde \u201cSecos &amp; Molhados\u201d, nenhum disco de estreia no Brasil fizera tanto sucesso quanto \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d. Ritchie saiu em uma turn\u00ea gigante \u2013 com 139 shows em sete meses \u2013 por Brasil, Paraguai e Peru, levando toda a aparelhagem de som e ilumina\u00e7\u00e3o. A excurs\u00e3o passou por cidades que nunca tinham visto uma guitarra el\u00e9trica, quanto mais um sintetizador.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">E o professor de ingl\u00eas, que ganhava a vida dando aulas para Gal Costa e outros, virou o maior popstar do Brasil.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s2\">Ritche e a g\u00eanese de &#8216;Voo de Cora\u00e7\u00e3o&#8217;<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Quando estourou com \u201cMenina veneno\u201d, Richard David Court, o Ritchie, j\u00e1 era um veterano da cena musical no Brasil. O ingl\u00eas desembarcara por aqui em 1972, para tr\u00eas meses de f\u00e9rias, mas nunca mais voltou \u00e0 Inglaterra (sua matr\u00edcula no curso de literatura inglesa em Oxford ainda est\u00e1 aberta).<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ritchie era um m\u00fasico vers\u00e1til: tocava v\u00e1rios instrumentos e havia cantado no coral da Sherborne School, tradicional escola brit\u00e2nica, onde foi colega do ator Jeremy Irons. Em Londres, conheceu Rita Lee, que o convidou para passar uma temporada com os Mutantes em S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ao chegar, Ritchie logo se enturmou com os brasileiros. Montou uma banda, Scalad\u00e1cida, que cantava em ingl\u00eas, e foi chamado para o grupo de rock progressivo V\u00edmana, no qual tocou com Lulu Santos e Lob\u00e3o. A cena roqueira no Brasil era pequena e ortodoxa. O rock progressivo de Yes, Gentle Giant e Emerson, Lake &amp; Palmer dominava as discuss\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">\u201cAs pessoas n\u00e3o acreditavam que havia um roqueiro ingl\u00eas de verdade por aqui, que cantava em ingl\u00eas, e eu virei um rockstar. V\u00e1rias bandas tentavam cantar em ingl\u00eas, mas falavam muito mal. Pensei: \u2018Posso me dar bem por aqui!\u2019\u201d<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Quem tinha visto shows de Roxy Music, Mahavishnu Orchestra e Yes na Europa n\u00e3o se impressionava muito com as bandas brasileiras, exceto com os Mutantes. \u201cEles eram fora de s\u00e9rie, estavam no mesmo n\u00edvel t\u00e9cnico de qualquer banda estrangeira. Tinham uma for\u00e7a e uma originalidade impressionantes.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Virei grande f\u00e3 deles.\u201d Ritchie morou por um tempo com Arnaldo e S\u00e9rgio e presenciou as brigas que culminariam na sa\u00edda de Rita Lee do grupo.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O V\u00edmana acabou em 1977, sem estourar, e Ritchie foi dar aulas de ingl\u00eas para sobreviver. N\u00e3o via nenhuma perspectiva para quem gostava de rock e pop. Cansou de ouvir gravadoras dizerem que o rock jamais teria vez no Brasil, pois o pov\u00e3o n\u00e3o apreciava. Ritchie conseguiu um emprego na escola de ingl\u00eas Berlitz e deu aulas particulares para Paulo Moura, Egberto Gismonti, Gal Costa e Liminha. J\u00e1 tinha se conformado em abandonar a m\u00fasica.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Em 1980, o ex-baterista do grupo ingl\u00eas Traffic, Jim Capaldi, casado com uma brasileira, pretendia gravar um disco solo, \u201cLet the Thunder Cry\u201d, e convidou Ritchie para ajud\u00e1-lo com os arranjos vocais em Londres. Capaldi reuniu um supergrupo para o LP, incluindo o baterista Simon Kirke (Free, Bad Company), o saxofonista Mel Collins (King Crimson, Camel), o percussionista Rebop Kwaku Baah (Can, Traffic) e o baterista Andy Newmark, que havia trabalhado com Sly and the Family Stone, Cat Stevens e Pink Floyd, e gravaria, meses depois, o \u00faltimo disco de John Lennon, \u201cDouble Fantasy\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ritchie ficou orgulhoso por estar no meio daquelas feras. Embora fosse um m\u00fasico desconhecido, sentiu-se respeitado por todos. Al\u00e9m de cantar, acabou ajudando na produ\u00e7\u00e3o do disco. O trabalho restaurou a confian\u00e7a art\u00edstica que ele havia perdido. Ao mesmo tempo, come\u00e7ou a notar que a cena no Brasil estava mudando, e que a m\u00fasica jovem ganhava terreno no pa\u00eds. E, assim que voltou ao Brasil, bateu \u00e0 porta do amigo Bernardo Vilhena, letrista e poeta do grupo Nuvem Cigana: \u201cBernardo, vamos ganhar dinheiro?\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Meses antes, a mulher de Ritchie, Leda, tinha trazido do exterior um Casiotone, pequeno teclado eletr\u00f4nico. O m\u00fasico sabia as limita\u00e7\u00f5es do instrumento, mas ficou fascinado com a sonoridade moderna do brinquedo. Na \u00e9poca, faziam sucesso grupos de synthpop como Soft Cell, Depeche Mode, Human League e A Flock of Seagulls, que usavam sintetizadores em can\u00e7\u00f5es dan\u00e7antes. Havia tamb\u00e9m uma vertente do synthpop chamada new romantic, nascida de clubes do underground londrino, inspirada no visual andr\u00f3gino e chique de Roxy Music e David Bowie, e que revelaria grupos como Duran Duran, Visage, Culture Club e Spandau Ballet. Ritchie seria o primeiro new romantic brasileiro. S\u00f3 faltava convencer as gravadoras.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">V\u00e1rias m\u00fasicas que entrariam no primeiro disco do cantor com a CBS foram gravadas em um por\u00e3o pelo produtor Liminha, durante uma sess\u00e3o que contou com o guitarrista Steve Hackett, ex-Genesis, outro gringo casado com uma brasileira.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ritchie mostrou \u00e0 CBS a fita demo com duas m\u00fasicas, \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d e \u201cBaby, meu bem\u201d. O executivo da gravadora, Claudio Cond\u00e9, adorou as can\u00e7\u00f5es e deu ao m\u00fasico um hor\u00e1rio de est\u00fadio que ningu\u00e9m queria \u2013 a tarde de 31 de dezembro de 1982. Ritchie deveria regravar as faixas em 24 canais, pois as demos haviam sido feitas em oito canais.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Mas o cantor tinha outros planos: em vez de usar o est\u00fadio para mexer em m\u00fasicas prontas, decidiu gravar uma in\u00e9dita, que havia acabado de fazer com Bernardo Vilhena, chamada \u201cMenina Veneno\u201d. Na tarde de 1\u00ba de janeiro de 1983, ignorando o feriado, Ritchie bateu na casa de Cond\u00e9: \u201cVoc\u00ea vai me desculpar, mas eu n\u00e3o passei as m\u00fasicas pra 24 canais, eu gravei outra\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O diretor da CBS nem teve tempo de reclamar. Ritchie colocou a m\u00fasica para tocar e Cond\u00e9 ficou de queixo ca\u00eddo: \u201cIsso a\u00ed \u00e9 tudo o que a gente queria\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Quem ouve \u201cMenina Veneno\u201d hoje pode ter dificuldade em compreender por que a can\u00e7\u00e3o soava t\u00e3o moderna em 1983. Mas os que viveram aquela \u00e9poca sabem o choque que foi ouvir uma can\u00e7\u00e3o t\u00e3o futurista em portugu\u00eas. Aquilo simplesmente n\u00e3o existia por aqui. E hoje, 40 anos, depois, \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d \u00e9 justamente celebrado como um disco fundamental do pop brasileiro.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 25 de maio, o Cine Joia, em S\u00e3o Paulo, recebe um show muito especial: Ritchie e banda sobem ao palco para celebrar os 40 anos de um dos discos mais importantes do pop brasileiro: \u201cVoo de Cora\u00e7\u00e3o\u201d. A realiza\u00e7\u00e3o \u00e9 da produtora Mar Festival. 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