{"id":7584,"date":"2012-02-07T11:18:10","date_gmt":"2012-02-07T13:18:10","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ailhadometal.com\/?p=7584"},"modified":"2012-02-07T11:18:10","modified_gmt":"2012-02-07T13:18:10","slug":"claustrofobia-muito-alem-do-metal-maloka-em-entrevista-com-alexandre-de-orio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/claustrofobia-muito-alem-do-metal-maloka-em-entrevista-com-alexandre-de-orio\/","title":{"rendered":"Claustrofobia: Muito al\u00e9m do \u201cMetal Maloka\u201d em entrevista com Alexandre de Orio."},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2012\/02\/OgAAALuzyfodJTXl-smUqAW6H4QGoeTkgtbf6IieETAcWgEfpiEi_LATN6XGOKEc1qfXc-Lbg448lSO9Rfw0ok9-hjoAm1T1UIP75lTOwhz0rzo3ZYuYUG1AQ8yF.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft  wp-image-7587\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2012\/02\/OgAAALuzyfodJTXl-smUqAW6H4QGoeTkgtbf6IieETAcWgEfpiEi_LATN6XGOKEc1qfXc-Lbg448lSO9Rfw0ok9-hjoAm1T1UIP75lTOwhz0rzo3ZYuYUG1AQ8yF.jpg\" alt=\"\" width=\"350\" height=\"525\" \/><\/a>Batalhando na cena Brazuca desde 1994, o Claustrofobia com seu \u201cMetal Maloka\u201d \u00e9 considerado uma das mais importantes bandas da cena underground brasileira.Depois de muitas experi\u00eancias , entre elas as Turn\u00eas na Europa, ap\u00f3s o lan\u00e7amento do muito bem aceito \u201cI See Red\u201d(2010), o Claustrofobia retorna com for\u00e7a total em seu ultimo \u00e1lbum, \u201cPeste\u201d , eleito por in\u00fameros sites e revistas especializados como um dos melhores lan\u00e7amentos do ano de 2011.O guitarrista do grupo Alexandre de Orio , cedeu gentilmente uma entrevista ao nosso site, e num bate-papo descontra\u00eddo comenta sobre o ultimo trabalho do Claustrofobia , sobre o lan\u00e7amento de seu livro \u201cMetal Brasileiro\u201d, e mostrando um outro lado do musico que poucos conhecem.<br \/>\n<strong>Alexandre, a maioria das pessoas (headbangers) te conhece pelo Claustrofobia , mas voc\u00ea atua tamb\u00e9m em um quarteto de cordas, o Kroma, que n\u00e3o tem nem um pouco a ver com o claustrofobia!<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Realmente \u00e9 bem diferente e apresenta uma nova forma est\u00e9tica para a guitarra el\u00e9trica. \u00c9 uma salada musical, tocamos desde m\u00fasica cl\u00e1ssica, chorinho, blues, moda de viola, bai\u00e3o at\u00e9 rock. Ser\u00e1 lan\u00e7ado o novo \u00e1lbum daqui alguns meses. Vai se chamar \u201cDesConstruindo\u201d e conta com tr\u00eas grandes participa\u00e7\u00f5es: Heraldo do Monte, Vera Figueiredo e Roger Moreira.<br \/>\n<strong>Considerando a sua forma\u00e7\u00e3o musical, seria meio dif\u00edcil associar o Alexandre musico ao Claustrofobia!N\u00f3s que escutamos o som \u201cMetal Maloka\u201d n\u00e3o imaginamos um guitarrista lendo livros e mais livros&#8230; estudando e se especializando&#8230;teoria e afins (N.r Alexandre al\u00e9m de guitarrista na famosa banda de \u201cMetal Maloka\u201d , tamb\u00e9m \u00e9 formado em musica pela Faculdade de Artes Alc\u00e2ntara Machado \u2013FAAM- , com p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em Linguagem Musical pela Faculdade de Musica Carlos Gomes e Doc\u00eancia Superior em M\u00fasica \u2013FAAM-).<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Exatamente. A maioria das pessoas me conhece mesmo pelo Claustrofobia, mas estes dias mesmo , recebi uma mensagem de um headbanger que me conheceu por causa do quarteto e s\u00f3 depois ficou sabendo que eu tocava no Claustro tamb\u00e9m. Em geral, quando as pessoas descobrem o quanto j\u00e1 estudei, de ter feito faculdade de m\u00fasica, p\u00f3s-gradua\u00e7\u00f5es etc., ficam meio admiradas por tocar metal. De certa forma \u00e9 um tipo de preconceito. Acho que isso mostra o quanto o metal tamb\u00e9m tem que ser valorizado por muitos m\u00fasicos.<br \/>\n<strong>Levando em considera\u00e7\u00e3o tudo isso, voc\u00ea traz essas influencias de outras vertentes para o Claustrofobia?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Sim! Pra cacete!J\u00e1 faz muito tempo que sofro essa influ\u00eancia. O fato de eu ter cursado uma faculdade de m\u00fasica, e atuar em outros projetos musicais tocando jazz, m\u00fasica brasileira, fui cada vez mais me aprofundado em outras \u00e1reas. As vezes estou tocando algum outro g\u00eanero musical e penso \u201cPutz&#8230;isso aqui da pra usar, acho que ficaria legal\u201d, vou experimentando. A id\u00e9ia do livro surgiu a partir destas pesquisas, criando riffs em cima de levadas e ritmos da m\u00fasica brasileira.<br \/>\n<strong>Isso influenciou diretamente no \u201cPeste\u201d?Afinal \u00e9 o primeiro \u00e1lbum do Claustro cantado integralmente em portugu\u00eas&#8230;<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Na verdade, j\u00e1 faz muitos anos que v\u00ednhamos cogitando a id\u00e9ia de fazer um \u00e1lbum em portugu\u00eas, mas nunca encontramos o momento certo. Fomos deixando e fazendo os \u00e1lbuns em ingl\u00eas. Depois de muitos acontecimentos, como turn\u00ea na Europa e tudo mais foram um grande amadurecimento e experi\u00eancia para a banda, tanto musicalmente quanto nas letras (normalmente eu n\u00e3o escrevo as letras). O p\u00fablico sempre reagiu muito bem com nossas m\u00fasicas em portugu\u00eas, acho que foi \u00e0 hora certa pra isso, depois de alguns discos em ingl\u00eas tamb\u00e9m. Em geral, compor em ingl\u00eas acaba sendo diferente, a gente acaba tendo outra postura, mesmo que inconsciente; o portugu\u00eas \u00e9 um pouco mais direto e \u00e9 a nossa l\u00edngua! Sem muita firula ou complexidade. N\u00e3o digo que influenciou diretamente, mas indiretamente sim.<br \/>\n<strong>Muitas pessoas consideram fazer Heavy Metal em portugu\u00eas mais trabalhoso, devido \u00e0 m\u00e9trica do nosso idioma que \u00e0s vezes dificulta ao unificar com uma melodia. Essa op\u00e7\u00e3o pela l\u00edngua portuguesa, atrapalhou ou ajudou o Claustro na hora de compor?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> N\u00e3o&#8230; Eu acho que n\u00e3o. Na verdade nunca tivemos dificuldade, eu acho que seja at\u00e9 mais f\u00e1cil compor em portugu\u00eas levando em conta o som do Claustrofobia.Come\u00e7\u00e1vamos a compor algo&#8230;ai j\u00e1 surgia uma letra em cima &#8230;a meu ver era mais f\u00e1cil &#8230;mais natural.\u00c9 uma coisa mais r\u00e1pida&#8230;ainda mais por que usamos influencias de varias vertentes como Hardcore, e tamb\u00e9m influencia do Ratos de Por\u00e3o.<br \/>\nNunca tivemos dificuldade para compor em portugu\u00eas. Parece sair mais f\u00e1cil, mais natural. Tem m\u00fasica em portugu\u00eas que finalizamos no dia de grava\u00e7\u00e3o mesmo.<br \/>\n<strong>Este ano em especial, depois de algumas declara\u00e7\u00f5es de m\u00fasicos brasileiros na internet polemizando sobre a cena brasileira, \u00e9 de se perceber certa onda de \u201cnacionalismo\u201d musical. N\u00e3o que estejam valorizando mais o metal nacional agora, mas talvez estejam come\u00e7ando a acordar para enxergar o que temos no metal brasileiro. O Lan\u00e7amento do Peste em portugu\u00eas traz essa coisa de \u201cmetal brasileiro\u201d cantado na nossa l\u00edngua.Foi uma tentativa de valorizar a identidade lingu\u00edstica brasileira?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Tem isso tamb\u00e9m. Mas como falei, isso \u00e9 uma id\u00e9ia antiga, bem antes de toda essa pol\u00eamica que aconteceu h\u00e1 pouco tempo. A gente sempre percebeu que a rea\u00e7\u00e3o do p\u00fablico nas m\u00fasicas em portugu\u00eas sempre foi maior, pelo fato de cantarem a letra toda, o refr\u00e3o e saber o que est\u00e1 sendo dito. Quando aparece um palavr\u00e3o ent\u00e3o, os caras berram (risos).<br \/>\n<strong>E agora voltando a falar da sua forma\u00e7\u00e3o, frequentemente a gente v\u00ea m\u00fasicos que se especializam demais, ou se tornam \u201cvirtuosos\u201d demais, e acabam deixando de lado certos subg\u00eaneros do Heavy Metal, por n\u00e3o poderem explorar lados mais complexos da musica, isso aconteceu com voc\u00ea em algum momento?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> N\u00e3o!De forma alguma. Eu sou muito aberto, n\u00e3o sou radical, comecei tamb\u00e9m tocando muitas coisas diferentes, e quando fiz aulas, meu professor era guitarrista do Oswaldinho do Acordeom. Eu lembro dele me falar \u201co metal n\u00e3o \u00e9 minha praia (eu estava at\u00e9 com uma camiseta do Sepultura na primeira aula), mas eu tenho um amigo mais desta praia que d\u00e1 aula aqui, se voc\u00ea estiver afim..\u201d e eu disse \u201cN\u00e3o , n\u00e3o, o que eu quero \u00e9 aprender a tocar, independente do g\u00eanero!\u201d, ent\u00e3o fazendo aula com ele eu aprendi muita coisa, de jazz, musica brasileira, fusion, m\u00fasica cl\u00e1ssica. Era bem ecl\u00e9tico. Ao mesmo tempo eu aplicava muita coisa que ele me passava no rock e metal que \u00e9 o que eu mais curtia na \u00e9poca. Mas com certeza fui ter mais contato com outros g\u00eaneros musicais na \u00e9poca da faculdade. Hoje ent\u00e3o, tenho ainda mais a cabe\u00e7a aberta. Exploro coisas no Quarteto que no Claustro n\u00e3o daria pra explorar, assim como exploro coisas no Claustro que no Kroma n\u00e3o exploraria.<br \/>\n<strong>E foi a partir da\u00ed que surgiu a id\u00e9ia de transformar essas experi\u00eancias com estilos diferentes em um livro?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong> Sim, vem da\u00ed tamb\u00e9m. \u00c9 todo um trabalho que venho explorando h\u00e1 muito tempo. Estou sempre pesquisando, estudando, ent\u00e3o essas experi\u00eancias foram uma porta pra que surgisse o livro.<br \/>\n<strong>Sobre seu livro \u201cMetal Brasileiro: Ritmos Brasileiros Aplicados na Guitarra Metal \u2013 Novos Caminhos para Riffs de Guitarra\u201d, conte pra gente um pouco da id\u00e9ia e o contexto que ele aborda.<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre :<\/strong> Como disse, h\u00e1 muitos anos venho experimentando ritmos diferentes no Claustro, e aos poucos foi surgindo coisas interessantes. Mas a id\u00e9ia mesmo de come\u00e7ar a transformar todo esse material em um livro, foi quando comecei a estudar livros de bateria na guitarra&#8230;<br \/>\n<strong>Bateria na guitarra?(risos)<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong>Isso! Comecei a pegar umas levadas de m\u00fasica brasileira que tem em livros de bateria e fui procurando alguma forma de executar isso na guitarra, criando riffs ou encontrando formas de palhetar determinada c\u00e9lula r\u00edtmica&#8230; Ent\u00e3o fui catalogando tudo que descobria, me baseando em v\u00e1rios ritmos. Comecei estudando o livro \u201cNovos Caminhos da Bateria Brasileira\u201d, de S\u00e9rgio Gomes, que inclusive era o professor de bateria da faculdade de m\u00fasica que cursei. O primeiro ritmo que ele aborda \u00e9 o samba e no desenrolar percebi que poderia criar uma S\u00e9rie para abordar diferentes ritmos. Esse primeiro livro, que \u00e9 o primeiro volume, aborda somente o samba; ent\u00e3o encontrar\u00e1 v\u00e1rias levadas dentro das ramifica\u00e7\u00f5es do samba como Samba-Funk, Samba-de-roda etc. \u2013 assim como c\u00e9lulas r\u00edtmicas caracter\u00edsticas do g\u00eanero, mas tudo aplicado na guitarra voltada ao metal. Al\u00e9m de ter como objetivo um estudo mais t\u00e9cnico, ligado ao ritmo e palhetada, a id\u00e9ia \u00e9 tamb\u00e9m ajudar no processo criativo de riffs. Abre a possibilidade de um estudo para bateristas tamb\u00e9m porque al\u00e9m da escrita para guitarra tem as partes de bateria, que foi de onde surgiu.<br \/>\n<strong>E na hora juntar isso com o Heavy Metal, \u00e9 poss\u00edvel fazer isso em fugir das origens da musica pesada?Pois s\u00e3o dois estilos totalmente opostos&#8230;<\/strong><br \/>\nO \u00fanico cuidado que se deve tomar, \u00e9 que a m\u00fasica n\u00e3o se torne uma caricatura, que n\u00e3o fique uma coisa muito for\u00e7ada. Garanto que d\u00e1 para usar mesmo e o resultado \u00e9 muito bom. Confira o v\u00eddeo \u201cMetal Brasileiro\u201d postado na internet. Faz voc\u00ea criar coisas diferentes, te leva para outros caminhos. Tem algumas frases, por exemplo, o \u201ctelecoteco\u201d para dar um exemplo, uma coisa \u00e9 voc\u00ea fazer isso num tamborim; agora voc\u00ea executar isso na guitarra, com uma abordagem voltado ao metal vira uma coisa totalmente diferente e agressiva. Ai ent\u00e3o voc\u00ea une com uma bateria j\u00e1 com uma pegada mais metal, ningu\u00e9m vai associar isso ao samba. Ali\u00e1s muita coisa, se eu n\u00e3o falasse de onde teria vindo ningu\u00e9m saberia que nasceu de uma levada de samba ou qualquer outro lugar.<br \/>\n<strong>E voc\u00ea j\u00e1 tem id\u00e9ia de que outros ritmos v\u00e3o ser abordados nos pr\u00f3ximos volumes da serie?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong>J\u00e1 tenho alguns esbo\u00e7os, mas n\u00e3o sei dizer ao certo qual ser\u00e1 o pr\u00f3ximo&#8230;<br \/>\n<strong>E tem um ritmo brasileiro em especial que voc\u00ea acha que deveria ser mais explorado no Metal Brasileiro?<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre:<\/strong>Acho que n\u00e3o tem um em especial, na verdade, tudo pode ser explorado desde que tenha bom senso. O neg\u00f3cio \u00e9 experimentar. Mas tem que saber o limite para n\u00e3o descaracterizar o metal no caso ou deix\u00e1-lo chato. O que proponho n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 utilizar um batuque aqui ou ali e sim dar um tratamento no riff de guitarra, na palhetada utilizando esses elementos como \u201cpano de fundo\u201d, isto s\u00f3 tende a enriquecer.<br \/>\n<strong>Alexandre, muito obrigado.O espa\u00e7o \u00e9 todo seu &#8230;<\/strong><br \/>\n<strong>Alexandre :<\/strong> Primeiramente, obrigado pela entrevista Mayara. Quero agradecer tamb\u00e9m, muita gente que est\u00e1 dando a maior for\u00e7a neste projeto, direta e indiretamente. N\u00e3o d\u00e1 pra citar nomes porque s\u00e3o muitos, mas vai desde amigos pr\u00f3ximos at\u00e9 aqueles que tenho somente contato na internet. Valeu a todos os f\u00e3s do Claustrofobia e do Kroma!<br \/>\n<a href=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2012\/02\/Alexandre-de-Orio.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-7588\" src=\"http:\/\/imagens.ailhadometal.com\/2012\/02\/Alexandre-de-Orio.jpg\" alt=\"\" width=\"499\" height=\"500\" \/><\/a>\u00a0<br \/>\nAlexandre de Orio<br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.myspace.com\/alexandredeorio\">www.myspace.com\/alexandredeorio<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.youtube.com\/alexandredeorio\">www.youtube.com\/alexandredeorio<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.myspace.com\/claustrofobia\">www.myspace.com\/claustrofobia<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.myspace.com\/kromaquartet\">www.myspace.com\/kromaquartet<\/a><br \/>\n<a href=\"http:\/\/www.quartetokroma.com\/\">www.quartetokroma.com<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Batalhando na cena Brazuca desde 1994, o Claustrofobia com seu \u201cMetal Maloka\u201d \u00e9 considerado uma das mais importantes bandas da cena underground brasileira.Depois de muitas experi\u00eancias , entre elas as Turn\u00eas na Europa, ap\u00f3s o lan\u00e7amento do muito bem aceito \u201cI See Red\u201d(2010), o Claustrofobia retorna com for\u00e7a total em seu ultimo \u00e1lbum, \u201cPeste\u201d , [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":7589,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-7584","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevistas"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7584","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7584"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7584\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7584"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7584"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ilhadometal.com.br\/manowar\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7584"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}